Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Sabe, já faz tempo que eu queria te falar das coisas que trago no meu peito.
''Saudades'' já nem sei se é a palavra certa para usar.
Não ligar pra nada e rir das desgraças da vida.
É o que eu tenho vontade mas muitas vezes me vejo perdido nos meu pensamentos e esqueço mesmo é de viver
No que eu acredito?
Na mente do ser humano
Se cria deuses, maldições, intuições, sobrenatural, superstições, onde a ciência não tem explicação...
Acredito que cada um vai para o seu lugar especial
Podem ser lugares comuns, incomuns, uma incógnita
Talvez todos criam suas escolhas...
Cada um teve uma experiência diferente
Após quase morte certa
Outros possuem características
Por onde a ciência não pode explicar
Só observar certas mudanças nos cérebros
Além do corpo
Nós somos complexos e iguais, diferentes em nossa essência, tudo pode te influenciar, ou nada poderá lhe mudar verdadeiramente.
Mudanças, evoluções, aprendizado, parados no tempo
Mas não julgo a doutrinação
Não fique culpando só o que está ao redor
Aprenda a fazer o seu próprio caminho
Não espere um surgir no meio do nada.
Somos estrelas, átomos, e por aí vai
Quando as estrelas morrem
Ou se tornam supernovas e explodem
Nascem vidas também
Eu só queria beijar você. Ficar com você, nem que fosse por alguns minutos. Te dar todo carinho que tenho aqui guardado comigo. Enfim, eu queria ti amar enquanto eu ainda podia!
Eu segui todos os passos, eu me tornei uma pequena parte dele. Eu me alimentei do amor ilusório que ele havia criado. Eu não me reconhecia mais. Eu estava perdida.
lembre se tudo que sua mãe faz por voce pelo seu bem e um dia ela pode parti e voce nunca disse eu te amo acorde para vida antes que seja tarde
Por um bom tempo venho falando o que eu deveria ter praticado, deixar a teoria de lado, mostrar o que for preciso para não mais proteger quem não mereceu minha proteção.
É na esperança de que outros possam dizer o que acham das palavras serem reveladas através de muitos leitores a realidade da vida.
Estou aprendendo a perdoar quase tudo, tudo mesmo. Só não perdoaria ainda a eu mesmo por negar a alguém um simples perdão! (1120)
Eu me afoguei na minha própria ilusão. Embriagado com a promessa de te ter pra mim outra vez, me esqueci que com você tudo é incerto. Ontem eu te conhecia, hoje eu sei seu nome e, nem mesmo você, sabe o que será o amanhã...
Quando você chorar eu estarei lá com minhas mãos sobre teu queixo, segurarei suas lagrimas e falarei, em quanto eu tiver aqui não deixarei suas lagrimas cair sobre o chão, mais sim sobre as minhas mãos, e a sim compartilharemos o peso da infelicidade da vida.
Quando você pega na minha mão eu me sinto tão seguro que o chão que piso fica invisível, e os carros virão á brisa do vento.
Quando tu me olhas e sorri, tudo em voltar se transformam, as pessoas viram arvores tão belas quanto o reflexo dos seus olhos, e os animais viram frutas tão doces quanto teu sorriso, que ao comê-las sente um gosto tão confortante quanto teu abraço.
Quando lhe beijo meus pensamentos congelam e eu não consigo distinguir se é você mesmo que está aqui ou é apenas meus dedos cariciando meus lábios imaginando sua boca, pois seu beijo é tão maravilhoso que meus lábios se desesperam por mais um toque dos teus, é tão forte que sua língua me fala o quando é grande o teu amor por mim.
Sua presença é tão forte que cada passo que você da meu coração treme ao saber que aqueles passos estão junto aos meus, e quando teu cabelo meche com o vento, o pacto sobre a brisa é tão magnifica, que meus olhos anseiam de alegria por estar aqui contigo de mão dadas, imaginando tudo isso com apenas um coração e um amor, que só pode ser dado por duas almas infinitamente perfeitas.
Passo a passo
Eu vim passo a passo errando
Parei no cerrado, hoje solitário
Chão árido, místico templário
Me vi na sorte contemplando
Então pus asas no imaginário
Em vagidos ocos, murmurando
E como peregrino venerando
Em silêncio, orei neste sacrário
E assim o meu poetar ficou perdido
Entre sonhos aos sons estradivário
Devaneando em suspiros indefinido
Já fiz o que vim fazer, involuntário
Fui nobre reverência e saio provido
A alma cheia de um amor solidário
Luciano Spagnol
Maio, 24 de 2016
Cerrado goiano
