Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Eu amo seus olhos tão negros, tão puros,
De vivo fulgor;
Seus olhos que exprimem tão doce harmonia,
Que falam de amores com tanta poesia,
Com tanto pudor.
A vida é um maldito uppercut
Bem dentro da porra do intestino
Quero acabar com isso, mas
Eu não tenho coragem.
Eu achei que tinha sido machucado antes
Mas ninguém me deixou tão ferido
Suas palavras cortam mais do que facas
Agora preciso de alguém para me trazer a vida
Sinto que estou indo para baixo
Mas eu sei que conseguirei sair vivo
Se eu parar de chama-la de amor
E superar
Hoje eu me peguei pensando em nós, em como tudo começou, em como tudo aconteceu
Foi tudo tão rápido que as vezes me assusto, eu jamais imaginaria que alguém pudesse mexer tanto comigo da forma que você mexeu, hoje você é a mulher mais especial do mundo pra mim, a menina mais linda e sapeca, a garota dos meus sonhos
Quando aquele dia eu te disse um oi e você me respondeu jamais imaginaria que se tornasse nessa vontade nesse desejo de estar com você o tempo todo, posso te dizer que sou o cara mais feliz do mundo apenas porque você existe, apenas porque você esta na minha vida, apenas porque você é especial.
Como diz em um poema que eu adoro do Zezé ( falar de amor é fácil, mas ao mesmo tempo muito difícil:
Quando ele é falso palavra nenhuma convence mas quando é verdadeiro basta um olhar, eu nunca disse que eu te amo mas os meus olhos me traem )
Isso é a mais pura verdade porque você me mostra diversos sentimentos em apenas um, e como diz a letra de uma musica da força da paixão que tem... dois corações e uma historia, e espero que essa nossa historia nunca tenha um final.
Sou completamente louco por você em todos os sentidos.
Minha menina.
Alice perguntou: Gato Cheshire... pode me dizer qual o caminho que eu devo tomar?
Isso depende muito do lugar para onde você quer ir – disse o Gato.
Eu não sei para onde ir! – disse Alice.
Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve.
(Alice no País das Maravilhas)
Poesia - Monólogo da Solidão ..
E eu, ainda aqui.
Deixando a tolice, não sei de que lado, bobo infeliz, pobre desgraçado, sonhando ou pensando virado acordado.
Percebo meu ócio, o grande culpado, me engana, me joga, algo disfarçado, pois sabe não vejo. Estou enganado ?
Olha pra mim, o bem que se faz, meu riso irônico, de raiva fugaz. Não sei se criança ou ainda rapaz, se engana com a vida, esse traste incapaz.
Espera desculpa, procura a culpa. Deixe de tolice que nada se faz. Só peço que fale, mas não que se cale, pois falo demais.
Continuo eu, ainda aqui.
Os livros são poderosos instrumentos de transformação. E quanto mais interesse eu tiver, mais interessante eu fico.
Nas minhas relações com as pessoas descobri que não ajuda, a longo prazo, agir como se eu fosse alguma coisa que eu não sou.
Eu prefiro os dias chuvosos, as noites escuras, os corvos e os lobos negros.
Acho que há algo obscuro dentro de mim.
Eu detesto hipocrisia, egocentrismo e falsidade. Pessoas que gostam de posar de boazinhas e ser centro das atenções.
Não gosto quando dão mil voltas antes de chegar ao assunto, discursos vazios e palavras sem emoção. Fico extremamente irritada com as pessoas que não respeitam o mau-humor alheio, sociáveis demais, que reclamam quando xingo ou quando acreditam que sou obrigada a ouvir lições de moral. Detesto quando usam esses clichês idiotas como "no final dá tudo certo" ou "tenha paciência". Não gosto que me subestimem, mintam pra mim e também não suporto gente medrosa. Detesto tudo que é normal demais, simples demais, igual demais.
Quem sou? Ah, eu também gostaria de ter essa resposta. Sou complexidade, confusão, dúvida, anormalidade, mistério. Sou o desconhecido, o intocável, o indecifrável. Ora mulher decidida, ora menina vulnerável. Eu? Ah, sou um ponto de interrogação.
