Autores desconhecidos
Agradeço por cada versão que já passou por mim. Foi graças a cada uma delas que cheguei a quem sou hoje.
Primeiramente escutar.
Depois falar.
Interromper o outro desfaz o raciocínio. Tira a empolgação e corta o sentimento.
Por quê falamos sem que o outro finalize? Somos tão soberbos a ponto de achar que sabemos o que virá dele?
Eu te amo como uma idiota ama.
Eu já amei de tanta gente...
Você é tão diferente .
Você me faz sorrir mil vezes por dia no mínimo.
Me atormenta também mil vezes por dia.
Eu não posso esperar pra te ver.
Igual você não há.
Se for preciso eu caço mais de um milhão de vagalumes.
Pra te ver sorrir.
Você mudou minha vida completamente.
Pra melhor.
É os tempos mudaram.
E agora eu ando muito acompanhada.
o amor é coisa tão profunda talvez seja isso o motivo de quase ninguém dizer que ama alguém, mas quem um dia irá dizer que o nosso amor Precisa se esconder
Pode até ser um amor adolescente, mas pode também ser para a vida inteira. digamos assim “o amor é complicado, mas você é a melhor complicação da minha vida” literalmente.
Dizer eu te amo para alguém não devia ser tão complicado é literalmente uma coisa normal.
Flecha tardia
Escrevo porque existe uma área no olho, que não sei nomear, onde a lágrima se deposita antes de rolar para as faces, uma espécie de pequeno leito, uma borda.
Escrevo porque meu corpo tem um ritmo: o coração, o ventre, o estômago, o sistema nervoso, as mãos, o útero.
Escrevo porque não sou eu quem escrevo, mas as palavras a se escreverem, urgentes.
Escrevo porque sou muitas.
Escrevo porque hoje é o amanhã do ontem.
Escrevo porque não é o tempo que passa, mas nós a passarmos e é em nós que existe a duração, esse desvio subjetivo do tempo, em que as coisas perduram, o passado se transforma em presente e o futuro deixa de ser um mistério para se tornar uma vontade.
Escrevo porque morro e ressuscito.
Escrevo porque as palavras são criaturas cheias de dimensões e as coisas podem ser outras.
Escrevo porque os fatos não existem como uma coisa imponderável e fixa.
Escrevo porque acredito. Intransitivamente.
Escrevo porque a morte se insinua em cada desistência.
Escrevo porque Paul Celan, um dia, falou de uma "flecha tardia". Ele a lançou e ela, no futuro em que estou, me atingiu. Quero lançá-la mais adiante.
Escrevo porque Manuel Bandeira disse que Teresa era uma lagarta listrada.
Escrevo porque sou pedra e planta.
Escrevo porque meus pais fugiram do velho mundo, porque existem ainda pessoas fugindo de um país a outro, porque sou também fugitiva, porque a fuga é a condição primária da perda e do encontro.
Escrevo porque não entendo quase nada, porque não sei o pensamento, porque não conheço ninguém.
Escrevo porque amo David Grossman, que escreve tão melhor do que eu.
Escrevo porque escrever é errar e precisamos fugir do acerto.
Escrevo porque habito na iminência e ela habita em mim e porque, na borda do precipício, ou pulo ou contemplo a vertigem.
Escrevo porque entre as palavras existe o silêncio que elas inventam.
Escrevo porque resistir é aumentar o grau de impenetrabilidade.
Escrevo porque é difícil.
Escrevo porque tenho filhos, uma transitoriedade, uma lembrança, um salto.
Escrevo porque existe a nuance, essa nuvem que sopra sobre as coisas fixas.
Escrevo porque sou dinamite.
Escrevo porque aprendi a raiva, nariz comprimido, olhos apertados, peito contraído, potência dirigida.
Escrevo porque o amor é redondo, geodésico, porque ele planta bananeira e porque ele é a casca, o sumo e o caroço.
Escrevo porque sou pó.
Escrevo porque as etimologias me convocam para novas histórias, porque elas querem ser reveladas e porque revelar é também, de certa forma, velar de novo.
Escrevo porque li que, na índia, existe um deus cujo manto é feito de sílabas e porque essas sílabas sustentam o mundo.
Escrevo para entender o que são os metros dáctilo e trocaico.
Escrevo porque Sócrates, antes de morrer, aprendeu a tocar uma fuga na flauta e porque, ao ser perguntado sobre isso disse: quero aprender mais alguma coisa antes de morrer.
Nem sei por que escrevo. Escrevo porque nem sei.
Texto NET
Como surgiu a adoração a Maria?
Aadoração (ou veneração) a Maria provavelmente surgiu alguns séculos depois de Cristo mas só se tornou popular na Idade Média. Muitas das doutrinas católicas sobre Maria só se tornaram oficiais nos últimos 200 anos. A adoração a Maria não é ensinada na Bíblia e é o resultado de uma má interpretação.
A adoração a Maria provavelmente começou quando alguns cristãos começaram a misturar o Evangelho com outras religiões e filosofias pagãs. Várias religiões do império romano e de países à volta tinham deusas importantes que eram adoradas por muitas pessoas. Maria provavelmente foi usada como substituta dessas deusas. Por exemplo, um dos títulos dados a Maria, “Rainha do Céu”, é o mesmo dado a uma deusa pagã mencionada por Jeremias (Jeremias 7:18).
Alguns escritores antigos compararam Maria com uma “segunda Eva”, porque quando decidiu aceitar o desafio de ser a mãe de Jesus ela trouxe ao mundo o “segundo Adão”. Mais tarde essa idéia foi exagerada e distorcida para colocar Maria quase ao mesmo nível de Deus.
Leia aqui: por que Deus escolheu Maria?
Só cerca de 1000 anos depois de Cristo a adoração ou veneração a Maria ganhou muita popularidade. Crenças sobre Maria eram debatidas e só se tornaram parte oficial da religião muito mais tarde:
1854 – Imaculada Conceição – a teoria que Maria nasceu sem pecado e nunca pecou
1950 – Assunção – Maria supostamente morreu, depois ressuscitou e foi levada para o Céu
Devemos adorar Maria?
Não. Não devemos adorar Maria. A Bíblia diz claramente que só devemos adorar a Deus (Lucas 4:8). Adorar a qualquer outra coisa é idolatria. Maria foi uma senhora muito abençoada, que merece respeito, mas ela era uma pessoa normal com pecado, que também precisava da salvação.
Veja também: qual é a diferença entre venerar e adorar?
A Bíblia diz que todos pecaram (Romanos 3:22-23). Jesus foi a única pessoa que nunca pecou e o único que podia tirar o pecado do mundo. Por isso, Jesus é o único mediador entre nós e Deus. Não há mais ninguém entre nós e Deus (1 Timóteo 2:5-6). Maria não intercede por nós, só Jesus intercede.
A Bíblia não diz em lado algum que devemos adorar Maria ou orar para ela. Jesus cuidou de sua mãe mas nunca a exaltou na terra. A própria Maria nunca quis ser o centro das atenções mas indicou quem merece: Jesus (João 2:5).
Autor desconhecido
"Certa vez, disseram-me:
você gosta de mim?
Acredito que essa seja uma pergunta um tanto complexa.
Nunca consegui gostar 100% de uma pessoa, sempre gostei e não gostei na mesma intensidade.
É o natural.
Pois, as pessoas tem muitos defeitos, opiniões e valores diferentes.
Se você quiser gostar 100% de alguém, é bem provável que se decepcione e suas expectativas acabem sendo frustadas.
Algumas vezes, irão falar ou fazer algo que não seja de acordo com os seus padrões de pensamentos e dessa forma, o sentimento irá se modificar, indo de amor para ódio ou ressentimento.
Infelizmente é assim que a vida é e a única coisa que podemos fazer é aceitar e tentar nos afetar o mínimo possível."
