Autores desconhecidos
''Pensar na vida como uma oportunidade, é uma coisa que se aprende diante dos fatos. Acho que essa, é a grande reflexão tirada desse episódio. ♥♥♥''
''Cada ruga d vcs, representam uma história, e olha q são tantas!! Quantas experiências... Quantas histórias p/ contar...Quanta paciência p/ nos suportar... Esquecem da vida, p/ viverem a nossa!! Sempre cheios d atenção, d carinho, d amor. Uns advogados na nossa vida, mediadores nas decisões, vcs são, o meio termo, o equilíbrio, a palavra d esperança, o colo q aninha, o ombro q apesar d cansado... Apoia!! O olhar d complacência!! O oásis d segurança q aplaca a sede, e alimenta o corpo!! Vcs são tudo d bom!! Eu Amo vcs!!''
Por meio da humildade, da introspecção e contemplação orante, ganhou-se uma nova compreensão de certos dogmas. A igreja já não acredita em um inferno literal, onde as pessoas sofrem. Esta doutrina é incompatível com o amor infinito de Deus. Deus não é um juiz, mas um amigo e um amante da humanidade. Deus nos procura não para condenar, mas para abraçar. Como a história de Adão e Eva, nós vemos o inferno como um artifício literário. O inferno é só uma metáfora da alma exilada (ou isolada), que, como todas as almas, em última análise, estão unidas no amor com Deus.
Nenhum relacionamento fracassado anterior justifica o fato de você ser babaca com quem gosta de você agora.
Era exatamente isto que eu precisava: paciência pra ser gentil com quem não se esforça pra ser humilde.
Quero que me ames essa noite
Como nunca me amaste
Esta noite quero alcançar o céu
Quero me queimar na lava do inferno
Faz que queimem os lençóis
Com o fogo de teus beijos
E que a almofada fique em brasas
De tantos te amo e te quero
O colchão seja uma pira
De paixão e de desejo
Que se queimem nossos corpos
Nas chamas do inferno
Prenda-me entre teus braços
Percorre meu corpo ardente
Com tuas mãos inflamadas
De chamas, por tuas carícias e beijos
Que se fundam em minha pele
Teus lábios, tuas mãos e teus dedos!
Que fiquem para sempre tatuados
A fogo brando...
Faça-se o dono de meus olhos e meus lábios
De minhas mãos, de meus dedos
De minha pele e de meus poros
De minha paixão e desejo
Faça-se dono de meu corpo, de meus beijos
De meu coração e de meu sangue
De minha alma que hoje por ti arde
Nas chamas do inferno!
E de minha rosa de fogo...
Faça-te dono!
Com o baile de minha cintura
Te deixei louco, louquinho
Teus olhinhos me olhavam
Como uma faminto cordeirinho
Dançava pela cama
Como as ondas do vento
Remexendo minha cintura
Em tua frente, meu amor
Dança, dança, me dizias
Que pareces uma Deusa do Olimpo
Com teu cabelo dourado solto
E essa cintura que se move
são como um furacão atingindo-me
O corpo, incitando-me a pecar.
Desnuda minha alma, com cada beijos,
não a deixes angustiada, e sozinha
percorre suas partes, ainda dispersas.
Alma que descobres em cada pétala,
de um lírio, uma violeta, ou uma amapola,
Não a deixes entristecida, e desolada.
Desnuda minha alma, vaga e inquieta
bordeando a espuma da onda,
adormecida docemente no mel de teu perfume.
Alma que aflora sobre as gretas,
no penhasco sob o mar profundo;
esculpe devagar, com suaves pinceladas.
Desnuda minha alma com teu olhar,
embalsama meu coração com teu perfume,
rega com teu cálido sangue.
Desnuda minha alma ao chegar a primavera,
detém o inverno, que o verão ainda demora,
enquanto o outono cobre com suas folhas, os campos.
Alma que como espuma se dissolve,
as tristezas, em sua efervescência galopa,
deixa que a primavera nos descubra.
Desnuda minha alma, deixa voar as borboletas,
em liberdade, em silencio, sem determinar sua metamorfose,
simplesmente, sem medidas sobre as coisas.
Alma que habita em teu perfume,
suspiros ao vento, cada dia elevas,
descrufixar teu charme no andar, sua elegância.
Desnuda minha alma, nada tens, nada obténs,
distanciando-se do amor, sem o negando,
Porque nesse abandono de amar, se entregue.
Alma alcance na incerteza, a alegria
tocar o céu com o seu toque,
na disparidade no intervalo da discrepância.
Desnuda minha alma nela habitas,
criando furacões, vendavais e tempestades;
Vai parar de sangrar, se ainda deliras,
porque o barco sai sem esperar.
