Autores desconhecidos
É como se pela primeira vez, aquela bendita frase “nasceram um para o outro” fizesse algum sentido.
Somos assim…
Estamos ligados por algo mais forte que palavras ou gestos.
São defeitos que se combinam, qualidades que ficam melhores juntas e manias distintas que se compensam.
Somos tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais!
Tudo bem se temos a mesma preferência por suco de laranja, se gostamos de chocolate amargo ou se adoramos camiseta básica branca…mas daí a desejarmos estar no mesmo lugar, daqui há alguns anos, já é sintonia!
Não acredito em atração de opostos, dispostos ou superpostos…acredito é no olhar que prende, na química que atrai, no toque paralisante, no beijo que queima e no efeito tsunami que nos envolve na cama.
Pensar um no outro é normal, mas pegar o telefone ao mesmo tempo para confessar isso… é mérito nosso.
Se saber de cor e não ser nada previsível, é o nosso melhor diferencial.
Não somos o clichê das almas gêmeas ou complementares…somos mais que simples combinações.
Somos mistura, envolvimento…por vezes dissolvemos e em outras…renascemos.
Somos fortes sem perder a fragilidade que nos torna dependentes um do outro.
Somos contraditórios pois queremos a independência que nos deixe respirar.
Rimos e choramos com a mesma doçura.
Sabemos como lidar com a paixão e como aproveitá-la de todas as formas.
Não temos dúvida… temos pressa!
Pressa em ser feliz e calma em aproveitar a felicidade.
Somos alpha e ômega, yin e yang, direito e avesso, bons e profanos…somos híbridos e únicos.
Somos tanto, tudo…
E tão somente… conectados pelo mais simples, complexo e completo dos sentimentos que é o amor!
"Eu preciso de alguém que me ature, que ature minhas crises, meus ciúmes, minhas loucuras, minhas tristezas, minha falta de paciência, minha arrogância, meus dramas excessivos, meus clichês. Preciso de alguém disposto a aturar minhas mudanças constante de humor, que ature minha carência. Preciso de alguém que entenda minha confusão. Alguém que não tente me mudar, que me aceite assim, mesmo sendo uma pessoa complicada de entender. Eu só preciso de alguém…"
“Romantizo tudo, não consigo fugir disto. Hoje mesmo, durante a manhã, passei em frente a uma escola infantil onde as crianças brincavam descontraidamente no pátio. Um menino e uma menina, não mais de cinco anos cada um, estavam sentados no canto brincando com as mãos um do outro e sorrindo com uma graça que há tempos eu não via. Eram, ingenuamente, a espécie mais bonita de amantes: puros, sorridentes, aleatórios ao resto do mundo. Ele só olhava para ela, enquanto ela só olhava para ele. As outras crianças eram meras coadjuvantes daquela cena. Ela batia na mão dele, que não conseguia retribuir na mesma força, com um medo de machucá-la que nem mesmo ele entendia. Era amor. Quem pode dizer que não era amor no olhar daquelas crianças? Ganha de muito casal que convivo, de muitos casamentos de décadas. Ganha de muitos amores perdidos por aí. Por fim, cansados da brincadeira, emudeceram e ela encosto a pequena cabeça no ombro dele, que fez pose de homem protetor. Tão pequenos e ingênuos, mas já tão adultos nos detalhes. Ou serão os adultos que são eternamente crianças? Deveriam ser. A brincadeira entre aquelas duas crianças renderia um romance inteiro na minha cabeça. Não adianta: eu vejo presságios de amor em todos os cantos.”
"Tudo que eu sempre procurei em alguém, eu encontrei em você. Mas eu te perdi, então hoje eu volto a procurar, só que já sei por quem."
"Tem horas que da vontade de largar tudo, chutar o balde, e sair correndo sem parar, sem a intenção de voltar, correr para qualquer lugar e só parar para descansar, não da corrida, mas dos problemas da vida."
Nada é tirado de nós, acredite. Tudo aquilo que sai de nossa vida, é porque já não cumpre mais o papel de nos fazer feliz.
A luz viaja mais rápido que o som. É por isso que algumas pessoas parecem brilhantes antes de falar.
Felicidadefobia: Você tá tão acostumado a sofrer que, quando começa a ser feliz de novo, fica com medo da felicidade.
"Não gosto de coisas fáceis, pois já dizia o ditado que tudo que vem fácil vai fácil." -imaturo (via p-o-l-i-s-i-p-o)
Perdoar as pessoas que me magoaram, perdoo de coração, mas voltar a amá-las é uma tarefa para os anjos...
Não é pai, mas dá sermão. Não é mãe, mas cuida. Não é irmão, mas irrita. Não é anjo, mas protege. Não é namorado, mas ama muito mais. Não é amigo, é melhor amigo.
E se nós dois casássemos um dia? Seria mais ou menos assim, nossa casa teria uma sala grande, uma cozinha, e um banheiro, bem simples. A gente botaria um colchão na sala, pintávamos a parede, nós mesmos. Poderíamos deixar marcas das nossas mãos na parede também. Eu pintaria seu nariz com tinta, e você iria revidar, eu ia arrancar esse seu sorriso e ia te lambuzar ainda mais. Você ficaria com essa cara de irritada, e ficaria mais linda do que já é. Eu iria rir e sair correndo pelos cômodos. A gente escovaria os dentes juntos, você ficaria com a escova de dente verde e eu com a rosa. Você riria só de lembrar nisso. Eu iria olhar pra sua cara todo dia, não seria nem um pouco difícil pra mim. E a nossa distância enorme seria você na cozinha pegando algo na geladeira e eu na sala vendo televisão. E em dias de frio, a gente deitava no colchão, se cobríamos com a coberta e ficaríamos vendo filmes até tarde. Você dormiria nos meus braços e eu iria dizer: boa noite, eu te amo, e te daria um beijo na testa. Você poderia me acordar pulando em cima de mim, a qualquer hora, eu não me importaria; muito ao contrário, iria sorrir e te jogar bem longe. Nós seríamos tipo dois bobos apaixonados, e todo dia ficaríamos mais infantis um com outro, e eu nem ligaria; correria atrás de você, te abraçaria por trás, te levantaria no colo e te tacaria no colchão, você iria gritar comigo e eu te mandaria calar a boca. Você ficaria irritada, cada um em um cômodo, por um tempo sem se falar, até eu ir até você com aquela cara de “eu não consigo viver mais um minuto sem você, por favor me perdoa” você iria me abraçar e não falaríamos nada por um bom tempo. Você iria ficar cada vez mais carente de mim e eu de você. E no jantar? Já falei que viveríamos de miojo, brigadeiro e lasanha de microondas? Pois é. E eu não iria me arrepender nem uma única vez de dizer “Sim” lá no altar. E essa seria a história de dois bobos idiotas que se casaram. Pelo menos nos meus sonhos.
