Autores desconhecidos
Quem nunca sentiu preguiça de arrumar o quarto? Quem nunca passou um dia sem tirar o pijama? Quem nunca ficou um dia sem tomar banho? Quem nunca acordou e pediu mais cinco minutos de sono? Quem nunca quis ser o ajudante do dia? Quem nunca quis ser um passarinho? Quem nunca desejou conhecer o mar?
Será que eu me conheço de verdade ou ainda posso me surpreender comigo mesmo? Fazer novas e bonitas descobertas sobre mim? Será que, no fundo, bem lá no fundo, todas as pessoas se parecem e nós nem somos assim tão diferentes uns dos outros?
O aumento dos meses para diminuição dos meses do ano seria uma boa inventividade para diminuir as generalizações, como as dos signos, haja vista que o clima está tão diferente.
Saber de onde vem o som.
Distinguir os raios de luz.
Perder a razão que tange as memórias.
Não ter fome de boa.
Estar bem só.
São sentidos suplementares.
Cada sepultura guarda histórias silenciadas e memórias eternizadas, onde a vida e a morte se encontram num abraço eterno.
É preciso saber esquecer o que foi ministrado, não ser um robÔ. O ideal é lembrar na hora certa, o nome disso é usar o aprendizado!
Pare de querer encontrar o trem certo, o trem é você... quem quiser viajar ao seu lado, que encontrem um lugar.
Um amigo é alguém que conhece a canção do seu coração e pode cantá-la quando você esquece a letra. É como diamante, raro e precioso.
O professor, que já muito turismo o fez / faz, promete um futuro semelhante e quem tem o dever de saber é o aluno.
A terceira dimensão não é essa
em que vivemos os mundos em lousas
gráficos e virtualidades, perdendo sentidos
estamos cegos, surdos e, bem,
não tão mudos assim
mas as palavras são o que mais se assemelha a zero
“palavras vazias”
tomamos partidos por números
e esquecemos a essência de um mundo
que é tridimensional!
O ensino é uma coisa engraçada, o professor é quem promete (a solução), mas quem cumpre (a tarefa), é o aluno.
Mas pode ser uma promessa de futuro, também.
Fugimos do nada
fazemos parte de tudo,
nessa dança cósmica
cada átomo tocado no tempo
é uma memória fatídica desse encontro,
nessa grande teia da vida
no universo e suas Leis
resumidas nos confrontos
da luz e escuridão
calor e frio
num ciclo perpétuo
sempre com novas leis.
