Autores desconhecidos
Um dia me perguntaram: "Por que escreve tanto?"
E minha resposta foi simples:
Eu escrevo porque não sei se gostariam se não escrevesse, porque tenho medo de não estar aqui amanhã e não escrever mais, porque escrever é desabafar e amar.
Porque a vida, sem a escrita, é um arco-íris sem suas cores, onde sempre habitam os arredores dos amores.
A pressão que o amor nos exige é gigante, não como uma roda-gigante, mas sim como um elefante que é vivo.
Escrevendo se acha a paz, onde nunca mais teríamos.
Escrevendo, temos mais, onde se aprende mais, onde se ama.
Lendo e escrevendo é o combo perfeito para ter mais relevância na vida, pois eles nunca vão passar para trás.
Então escreva como se fosse sua última vez, porque é.
[..] Escrever, não é só saber, muito menos amar.
Escrever é sempre saber que um dia isso pode acabar.[..]
O sofrimento humano decorre da percepção crua da realidade, revelada pela autoconsciência. Confrontados com a falta de sentido e propósito, buscamos motivação para prosseguir, amplificando a angústia gerada por essa discordância interna.
Então o poeta disse: "O meu amor se faz de dor
Só pra maltratar meu coração
E nesse mundo de pura ilusão
Faz-se real na solidão".
Ser humano, a única espécie conhecida capaz de remoer o passado, preocupar-se com o futuro e negligenciar o presente.
Tantas palavras nas imagens.
sinto medo, um vazio
dentro de mim a uma pequena luz
será a alegria que virá
a escuridão hoje, me toma de inteiro
um som agudo do completo vazio
de novo e de novo
olhos vazios
sorrisos falsos
inquieta, sozinha
estou caindo, e não tenho mais medo de altura
tenho medo de cair e não saber o que vai acontecer
Hoje eu chorei por você,
Por não saber onde está
O meu amor, que se perdeu
E não soube voltar.
Sempre busco achar
Minha vida, um sentido, um altar.
Sempre irei lutar com o que encontrar,
E sentirei que o meu respirar é meu amar.
E o seu sorrir é o meu abrir,
E o meu ceder não é te ver.
E no seu riso crescer,
E depois poder te agradecer
Pelos momentos de embarcar,
E mergulhar no seu olhar.
No dia em que te vi, sem saber o porquê,
Palavras flutuaram no ar sem eu perceber,
Cada gesto teu, um novo amanhecer,
E o coração, sem aviso, começou a bater.
Falar contigo era tão simples,tão normal,
Mais aos poucos, sem saber, foi fatal,
Me peguei amando, de forma surreal,
Você, sem saber, virou meu bem essencial.
Reflexos de nós dançam no meu olhar,
Sem querer você saiba, sem eu te contar,
Esse amor em silêncio me faz sonhar,
De um dia, quem sabe, te poder abraçar.
Agora sigo, sem coragem de dizer,
Que ao te conhecer, eu comecei a entender,
Que sem esperar, sem ao menos querer,
Meu coração escolheu, e só por você, vai bater.
QUARTO
Olá, velho amigo.
Como estamos hoje?
Solitários, de novo.
Entediados de novo.
Descrentes, novamente.
Me desculpe por ser exagerado, é que eu nunca soube gostar pouco, ou amar pouco, vivo de exageros, sinto muito.
