VerbosdoVerbo
A verdadeira fé exige profundidade espiritual e intelectual, pois ler a Bíblia superficialmente — sem o auxílio da razão e da tradição — gera distorções heréticas e impede o discernimento do conselho divino.
A falta de fundamento Bíblico cega o discernimento, permitindo que falsos profetas e falsos mestres se passem por verdadeiros.
Deus não espera que nos tornemos dignos para então nos aceitar; Ele nos atrai para que 'caiamos em si', reconheçamos nossa necessidade e retornemos ao lar da graça.
O recato exterior de uma mulher reflete sua ordem interior, testemunhando a santidade de Cristo por meio de sua postura.
Fica o aviso aos hipócritas: a internet não sofre de Alzheimer. O que foi feito está registrado e tornou-se um dado persistente e indexado. Os sistemas de backup e os logs de auditoria garantem o acesso a longo prazo, expondo qualquer contradição.
No silêncio do Éden, antes que o coração de Adão formulasse o desejo, a graça de Deus já havia preparado a resposta. O Criador habita o futuro de nossas carências, providenciando o auxílio antes mesmo que a necessidade desperte.
A providência divina antecipa a resposta antes mesmo da pergunta; afinal, o Deus que sonda os corações preconhece o que o homem ainda nem sabe que precisa.
O lugar mais quente no inferno é reservado para aqueles que permanecem neutros em tempos de grande conflito moral.
Eu sei que há alguns (Calvinistas) que consideram necessário ao seu sistema de teologia limitar o mérito do sangue de Jesus: se meu sistema teológico precisasse de tal limitação, eu o lançaria aos ventos. Não posso, não ouso permitir que tal pensamento encontre abrigo em minha mente, chega a ser quase uma blasfêmia.
C. H. Spurgeon - "Bread Enough and to Spare".
“a vontade do homem tem seu lugar próprio na questão da salvação [...]. Quando um homem recebe a Graça Divina de Cristo, ele não a recebe contra a sua vontade [...]. Nem mais uma vez, note bem, é a vontade tirada. Deus não vem e converte um agente livre inteligente em uma máquina”.
C. H. Spurgeon, "God's Will and Man’s Will", n. 442 (Newington: Metropolitan Tabernacle; 30 de março de 1862)
fazendo “O propósito de Deus no grande plano de salvação inteiramente contingente [sobre a vontade do homem]”. Sua objeção é a do homem “chegar a Deus [sendo] o resultado de sua natureza sem assistência”. Não, sem assistência da graça de Deus e da convicção do Espírito Santo é claro. Mas a vontade do homem ainda deve fazer sua própria escolha, ou Deus não ganhou o coração. Quem diria que o homem pode vir a Deus “sem assistência” pelo Espírito Santo? Nem mesmo o Arminiano mais rígido! Mas o calvinismo faz essa falsa acusação contra aqueles que não concordam com o seu extremismo. C. H. Spurgeon, "God's Will and Man’s Will", n. 442 (Newington: Metropolitan Tabernacle; 30 mar. 1862).
Spurgeon sobre Rm 9.22-23:
“Nosso texto é extraído de Romanos 9:22-23. (...) Esta passagem não diz coisa alguma sobre Deus destinar homens à destruição. Os homens se preparam a si mesmos para a destruição. Deus nada tem a ver com isso".
C. H. Spurgeon - Sermões sobre salvação (Jacó e Esaú, editora PES. 2014, p. 104.)
A igualmente correta doutrina de que a vontade do homem tem a sua adequada posição na obra da salvação e não era para ser ignorada.
C.H. Spurgeon, “God's Will and Man's Will”, n. 442 (Newington: Metropolitan Tabernacle;30 março. 1862).
Cristo não arrasta ninguém pelos cabelos; Ele atrai pelo coração.
C. H. Spurgeon Pregado em 7 de Março de 1858 no Royal Surrey Gardens-Londres.
Vir a Cristo, então, inclui arrependimento, auto negação, e fé no Senhor Jesus Cristo, e agrega dentro de si todas aquelas coisas que são o necessário acompanhamento destas grandes condições do coração, tais como a crença na verdade, diligência na oração a Deus, e submissão da alma aos preceitos do evangelho de Deus, e todas aquelas coisas que acompanham a aurora da salvação da alma. Vir a Cristo é exatamente a única coisa essencial para a salvação do pecador. Aquele que não vir a Cristo, faça o que faça, ou pense o que pense, está ainda “em fel de amargura e laço de iniquidade”. C.H. Spurgeon - Pregado em 7 de Março de 1858 por Charles Spurgeon No Royal Surrey Gardens-Londres.
John Wesley se opôs à escravidão e rejeitou todas as justificativas para ela, enquanto Whitefield a justificou para fins econômicos e de evangelização. Wesley apelou a todos os senhores de escravos que os libertassem; Whitefield, por sua vez, afastou-se tanto da oposição à instituição que se tornou, ele mesmo, um proprietário de escravos.
Se alguém desejar aprender acerca do calvinismo, há centenas de livros em que poderá fazê-lo, exceto em um: a Bíblia.
O maniqueísmo se apresentava como uma forma de cristianismo e Agostinho reconhecia essa pretensão ao chamá-lo de cristão, embora insistisse em distinguir a igreja católica como a verdadeira comunidade cristã.
Pelo jeito não é o que diz, mas quem diz:
Gottschalk apareceu por volta de 800, e o que foi realmente injusto: ele foi condenado como herege por não ensinar nada além do que Agostinho ensinou. Ele interpretou corretamente. Ele entendeu e pôde explicar, e foi chamado de herege porque não era Agostinho, o lutador contra os hereges. Ele era apenas Gottschalk.
Curiosamente, muitos cristãos considerados ortodoxos hoje defendem uma crença que a igreja primitiva tratava como heterodoxa. A máxima 'uma vez salvo, sempre salvo' foi uma das colunas doutrinárias do gnosticismo antigo, conceito este que foi rejeitado como heresia e amplamente combatido nos primórdios da cristandade.
O arianismo foi condenado na igreja primitiva como heresia, e sua representação moderna nas Testemunhas de Jeová continua sendo considerada heresia. Já o determinismo maniqueu foi condenado na igreja primitiva como heresia, mas sua representação moderna no Calvinismo é considerada ortodoxia. Alguma coisa errada não está certa.
Antes do 'eu preciso', Deus já tem o 'eu preparei'. Nossa necessidade é conhecida pelo Pai antes mesmo de se tornar consciência em nós.
