Tony Oliveira

Encontrados 20 pensamentos de Tony Oliveira

Sorria, mesmo sem motivos sorria, uma pessoa chorando desperta olhares, porém uma uma pessoa sorrindo desperta sentimentos.

Inserida por TonyOliveira

Ela saiu de um belo dia
Na madrugada se abrigou
Fez de seu coração
Um vazio necessário
Pois já estava cansada
Desse tal de “amor”
hoje caminha sozinha
Sem planejar seus passos
Contando com seu amor, próprio.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Quem sabe eu já não seja o mesmo
Quem sabe eu já não ligue para feridas
Quem sabe eu já esteja acostumado
a ser calado e fingir que nada machuca

Eu sei o que me faz bem
Eu sei que você não se preocupa
Eu sei que um dia isso acaba
e eu deixo de lado essa culpa.

Qualquer tempo

Deixa eu te encontrar, mesmo que seja por pouco tempo
Vamos sair para dar uma volta, mesmo que o tempo seja pouco
Qualquer tempo é perfeito ao seu lado, tanto faz, chuva ou sol
O tempo de um abraço bem demorado que transforma o mundo em um paraíso bem rápido
Todo tempo é precioso, porém, não raro
O tempo passa a ser raro quando encontramos um verdadeiro abrigo
Aonde você se sente bem, só em observar um sorriso.

Observo seu sorriso
E sinto que não é o mesmo que o meu
Sinto seu abraço
E percebo que não sente o mesmo que eu
Talvez seja seu jeito ou só medo
Talvez eu esteja certo
E isso tudo seja só um passeio.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Transito por está noite
Com a solidão e minha sombra que me assombra
Sigo adiante preso a mim mesmo
Com resto de liberdade que sobrou
Procurando encontrar uma saída
Que me deixe enxergar o mundo de outra forma
Sem precisar de ninguém para sorrir
Buscando minha felicidade interna

Inserida por tonyoliveiraamorim

Vida me mate aos poucos, mas não me deixe
Me apague aos poucos, mas não se deixe
Se valorize e não se queixe
Dance! Não fique encostada na parede
Sorria! Mesmo que tudo escureça
Tirar o brilho também evita dor de cabeça
Aprendizado também se conquista nos momentos de fraqueza
Seja feliz, enlouqueça!

Inserida por tonyoliveiraamorim

Eu me vi perdido, mas me encontrei em você
Eu sofri sorrindo quando não conseguia mais te reconhecer
Cada verso escrito me decomponho amor
Cada pensamento lírico é um esplendor

Talvez eu goste de sustentar essa dor
Mesmo que as vezes me sinta um ator
Talvez devemos amar sem temor
Sem lembrar o que o passado causou

Inserida por tonyoliveiraamorim

Coração

Seja bem-vinda
Sinta-se em casa
Saia a hora que quiser
Por minha parte não haverá nenhuma lagrima
Se considere livre
Não se prenda a nada
As vezes você me deixa devagar
Mas não me para
Precisa nem se importar com lástima
Tenho amizade com a magoa
Meu sorriso é eterno
Mesmo que sem graça

Inserida por tonyoliveiraamorim

Mundo, deixe-me lhe apresentar minha pequena parte de ti
Que se abriga em você sem saber porquê
Deixe-me viver e me permita aprender
Pois quero ser feliz sem saber porquê
Me faça entender que um problema pode ser uma solução dependendo de quem vê
Que as vezes o chão precisa acabar para que eu possa voar sem perceber

Inserida por tonyoliveiraamorim

Não disfarce a dor com sorriso, desfaça a dor com sorrisos.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Hoje escrevemos mais que falamos
E a solidão é uma rotina
Por trás de cada mascara feliz.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Seu olhar de flor
não se põe valor
me guiou para o amor
e mostrou razão. Ilusão ou não?

Limamos a dor
cobrimos com cor
e tudo que é cinza
vira diversão.

Sempre quero te encontrar,
talvez me ensinasse a voar
para enfim escapar dessa prisão,
do medo de um não.

Não sei se você se perdeu
pois logo me esqueceu
seu jeito é um efeito,
perfeita ascensão.

Eternamente irei te esperar,
qualquer lugar você sempre está,
em meu pensamento
tirando minha atenção.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Costumo dizer que meus poemas sobre amor
São construídos por inspiração
Às vezes minha, as vezes não
Conseguir ter uma boa percepção sobre o amor rodeado em si, é a essência da razão
É compreender e respeitar o coração
Pois se ele é cego, é o melhor guia na escuridão.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Perfeita a escuridão, nela enxergo você
Doses com gostos amargos às vezes da para esquecer
O seu amor que morreu
Renasceu dentro de mim
Relembrando sentimentos confusos do início ao fim
Sei que não sei o que sinto
Pois não consigo explicar
Perdoe os erros, eu minto
Mas não menti ao te amar
Muitos se escondem em sorrisos, sozinho sigo perdido tentando achar um caminho com chance de te encontrar
O amor que aumenta minha dor
Reflete o ódio em meu ser
Mas todo caos é excluído quando volto a tiver
Farsa sua perfeição
Nada é tão belo assim
Amar complica a visão, só mostra os erros no fim
Dane-se as flores com cores que entreguei a você
Silencio, dores, segredos que ninguém vai perceber
O que eu devo fazer?
Olhar para trás ver a vida
Não por querer refazer
Ou sim, depende do dia
Escrever linhas retidas
Que consolam a emoção
Preenche o espaço vazio
Faz companhia a solidão.

Há um lugar que insiste por mim
Uma queda, um nada sem fim
Que me conforta e me faz parecer voa
Que me desperta e me faz querer chorar
Há um lado, um espaço escondido e guardado, triste quando revelado
Absolutamente vazio
Vaso sem flores e para muitos, abstrato.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Você é o reflexo de minha poesia
É como a chuva e sua sensação de paz
Mais convincente que boêmia
Mais inspiradora que Vinícius de Moraes
É a flor que falta em mim
Pensando bem ta mais para jardim
Neste ciclo de início e fim
Sua beleza ultrapassa jasmim
Sempre atraí minha atenção
Me lembrando de que não estou sozinho
Concluindo meus sentimentos
Embelezando o caminho
Uma rosa na qual não encontro espinhos
Seu amor é mais saboroso e raro conforme o tempo passa
Igual vinho

Inserida por tonyoliveiraamorim

Qualquer faísca é motivo para poesia
Já me apaixonei muitas vezes hoje
Toda mulher era para ser considerada poesia
"Licença poética" explica bem o hoje

O amor se tornou algo raro
E a aceitação ao "normal" que foi implantado
Não me convence de que estamos errados
Para mim ele é mais que raro ao ser demonstrado.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Que nossa vida seja breve
Mas viveremos ao máximo
Que a loucura nos cure
E nos tire do cansaço

Viver é um abraço
Encontre alguém
Divida os laços

Amor é o sentimento da felicidade
Ame muito
Se apague
Se pegue
Se confunda
Viva

O tempo passa
Sem aviso breve
Seja leve
Voe
N deixe que te prendam ao chão

Há um lugar para todos
Porém não se divida
Busque ao máximo de cada um.

Inserida por tonyoliveiraamorim

Ao infinito e além!

Corria o ano de 1977 quando a NASA decidiu lançar ao Espaço duas naves não tripuladas, Voyager 1 e Voyager 2. Oito anos havia se passado da maior conquista já realizada pela humanidade, o pouso na superfície lunar em 1969, e agora era vez de descobrir novos mundos, de conquistar novas terras, de conhecer novos astros. Quase cinco décadas depois, elas são os artefatos feitos pelas mãos humanas mais distantes de nós. Já estão a bilhões de quilômetros da Terra, portanto, fora do nosso sistema solar, porém continuam enviando imagens inéditas e incríveis dos lugares por onde passam. Um feito surpreendente até mesmo para os engenheiros que as projetaram.




Um detalhe muito especial a bordo nas duas sondas é o mapa desenhado indicando a localização do nosso planeta e dois discos de ouro que tocam, ininterruptamente, canções e sons diversos mostrando a diversidade da cultura humana. Uma tentativa otimista de se comunicar com vida extraterrestre dizendo a possíveis ETs onde estamos e o que fazemos. Até agora, nenhuma resposta chegou, nenhum ruído ou sinal inteligível foi captado pelas nossas antenas oriundo das viajantes solitárias.

Quando e onde as duas aeronaves vão parar de voar ou talvez estacionar em algum lugar qualquer? Encontrarão elas algum ser inteligente e capaz de se comunicar com os terráqueos? Serão elas destruídas por algum outro objeto ou por alguma civilização distante? Talvez nunca tenhamos as respostas e fiquemos aqui conjecturando, por muito tempo, na nossa fértil imaginação.

Este projeto espacial já quase cinquentão me faz refletir sobre o que estaria por trás desta busca da humanidade por outras vidas inteligentes. Vejo que há uma mensagem por trás destas iniciativas de se vasculhar o espaço sideral, de se tentar descortinar este grande teatro onde estrelas e planetas brilham e reinam absolutos.

Em primeiro lugar, observo que há no homem um desejo ardente por fazer parte de algo maior do que ele, algo que o faça se sentir grande, imponente, relevante. Uma sede por expandir-se e, ao mesmo tempo, por pertencimento. De onde vem tal desejo? Segundo, vemos também uma vontade de se comunicar, quase um apetite por se revelar e trocar informações com alguém, como se disso dependesse sua própria existência. Por que isso? E ainda, podemos notar uma avidez por saber se estamos sozinhos, se estamos “perdidos no Espaço”, ao mesmo tempo demonstrando um não-querer viver na solidão do Universo.

Como se precisasse de alguém além-Terra que pudesse preencher seu vazio existencial, que pudesse carregar o hiato que há entre o mundo real e o ideal ou simplesmente responder às suas perguntas existenciais. Quem sabe aqui possamos vislumbrar uma certa similaridade com o “Mito da Caverna”, aquela velha parábola de Platão que fala de um prisioneiro que, ao ser liberto de um mundo onde sombras são projetadas na parede, de repente, descobre a existência de um mundo exterior, com objetos reais que o faz perceber as sombras como ilusões. Enfim, algo ou alguém parece estar faltando no palco da existência humana para lhe dar sentido e propósito.

Ao buscar respostas para tantas perguntas, lembro de alguns salmos que trazem alento ao meu coração. No salmo oito, por exemplo, o escritor pergunta: “Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?” E ele mesmo finaliza: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!” 8:3-4 e 9. E sobre a sede de se comunicar e de se relacionar, o salmista também nos apresenta uma resposta. Numa de suas viagens a Jerusalém, diante de um momento de grande aflição, Davi compôs este belo hino como um cântico de peregrinação: “Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: “De onde me vem o socorro?” O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra”. 121:1-2.

No fundo, o que a NASA estava fazendo ao lançar as duas naves para o Espaço parece se resumir a esta pergunta feita por Davi: de onde nos virá o socorro?

Embora possamos sim esperar por possíveis contatos por meio das Voyagers, considerando a grandiosidade do cosmos e a plausibilidade da existência de outros seres inteligentes além de nós, podemos nos alegrar e nos deliciar hoje mesmo na presença paterna de um Deus que não apenas existe desde o sempre, mas também se comunica e se relaciona com suas criaturas demonstrando seu amor que não falha e não diminui um só centímetro para com seres finitos e inconstantes como nós.

Que haja em nós não apenas uma busca por seres interestelares, mas um grande desejo de conhecer, glorificar e exaltar o grande autor desta maravilhosa aquarela celestial, um Deus criador e criativo, ao infinito e além!