Tiago Amaral
Sozinho, um errante, um extremista em busca de auto-conhecimento. Na natureza busquei me sentir forte, busquei me sentir completo. E foi na natureza a onde me reencontrei.
A sim como nos olhos do lince, os meus também podia refletir toda emoção do que era está livre... do que era viver a natureza.
Lá eu estava, eu podia vê-la, eu podia senti-la. O vento recaia sobre os pinhos; e as montanhas pareciam tocarem o azul celeste do céu. Eu estava finalmente a onde sempre sonhei está.
Com simplicidade me guiei pela estrada em busca de algum caminho que conduzisse ao horizonte mais próximo.
Acho que se me soltar na sociedade em pouco tempo eu morro. Mas se me soltar na natureza acho que em pouco tempo eu começo a viver.
A castidade é a arte de fazer brota a mesma luz que brota nos corações dos anjos, nos corações dos homens.
Medíocre és o homem governado por si mesmo, incapaz de governar a se próprio. O homem jamais serás rei, quando antes não governar os próprios instintos.
Sei que o tempo vai passar
e tudo vai mudar.
Mas o tempo só me
mostra que não consigo
esquecer você.
A natureza lá estava ela, eu podia sentir a liberdade, eu podia sentir o contorno dos seus olhos; e eles então me guiavam pela terra livre.
Nos teus olhos vi que mais uma vez me
apaixonei pela pessoa errada. Mas você me surpreendeu e me disse: que sentia algo por mim também.
Deve-se o homem a encontrar o seu sentido maior, o seu real destino, o seu verdadeiro propósito da tua existência; e por fim segui-lo.
O que será do planeta terra daqui a mil anos, restará ao homem a sua total entrega a bestialidade. O retardamento intelectual do homem tem aumentado ao longo dos últimos anos. Como sendo uma das principais armas do máximo cultural. E com isso vemos a descida do homem para o nível mais primitivo ou animalesco. A onde o único papel da sua cruel e mísera existência se resumi a: nascer, comer, crescer, acasalar ou meter, envelhecer e por fim morrer.
O homem esqueceu ou foi afastado da sua divindade interior, esqueceu da sua origem divina. Niet afirma que o homem era uma corda entre o animal e o super-homem, mas hoje o homem passou a ser a corda entre a mosca e a besta.
A mosca a criatura que se alimentar de dejeto, escarros, pus, produto de origem animal ou vegetal em decomposição. Ou seja, ao homem a ser a mosca a se alimentar de tudo aquilo que é de péssima qualidade, desprovido de algum valor intelectual, artístico ou poético.
Ou então o outro extremo, o da besta, o homem na sua total entrega a bestialidade, a total animalidade do homem. Ou seja, o homem já bestializado, não mais um ser provido de sentimentos humanos e inquebráveis. Mas um ser a enxergar o seu semelhante como um mero pedaço de carne, incerto de sentimentos. Cujo o único papel da sua existência do outro é para sua mera satisfação sexual animal.
Então pode ser que no futuro restarás um brilho de centelha divina a despertar na consciência da humanidade. E o homem então encontrará novamente a sua origem divina e espiritual. E isso trará paz, equilíbrio e respeito entre as polaridades yin yang, e o amor florescera por toda terra.
Quando o falar ao coração o amor, segui-lo, mesmo que o caminho seja repleto de espinhos; e que os obstáculos sejam grandes como montanhas. E quando com amor envolverem se as almas, entregar-vos o coração como uma rosa, por mais que essa tenha espinhos.
