Sun Tzu

51 - 75 do total de 98 pensamentos de Sun Tzu

Diante de uma larga frente de batalha, procure o ponto mais fraco e, ali, ataque com a sua maior força.

Um soberano não deve empreender uma guerra num ataque de ira; nem deve enviar suas tropas num momento de indignação. Quando a situação lhe for favorável, entre em ação; quando for desfavorável, não aja. Deve ser entendido que, um homem que está enfurecido voltará a ser feliz, e aquele que está indignado voltará a ser honrado, mas um Estado que pereceu nunca poderá ser reavivado, nem um homem que morreu poderá ser ressuscitado.

Conheça os livros de Sun Tzu que aprofundam estes pensamentos.

Vêr livros

Não há mais do que cinco notas músicas, mesmo assim, a combinação dessas cinco faz surgir mais melodias do que jamais poderá ser ouvido.

Há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada. Por isso, quando capaz, finja então ser incapaz; quando pronto, finja grande desespero; quando perto, finja estar longe; quando longe, façam acreditar que está próximo.

Energia é o que tensiona o arco; decisão é o que solta a flecha.

A Arte da Guerra
A guerra é um assunto de importância vital para o estado; o reino da vida ou da morte; o caminho para a sobrevivência ou a ruína. É indispensável estuda-la profundamente.

Numa batalha, não encurrale o inimigo. Deixe sempre uma saída. Senão, não restará outra alternativa a não ser lutar pela própria vida. Então, cada soldado inimigo valerá por dez dos seus.

Onde há grandes recompensas, há homens valentes!

Se utilizas o inimigo para derrotar o inimigo, serás poderoso em qualquer lugar aonde fores.

O general que avança sem desejar fama e recua sem temer o descrédito, cujo único pensamento é proteger seu país e prestar um bom serviço ao soberano, é a jóia do reino.

“Para vencer, deve conhecer perfeitamente a terra (a geografia, o terreno) e os homens (tanto a si mesmo quanto o inimigo). O resto é uma questão de cálculo. Eis a arte da guerra.”

Com numerosos cálculos, pode-se obter a vitória. Teme quando os
cálculos forem escassos. E quão poucas chances de vencer tem aquele que nunca calcula!

Pareça fraco quando está forte, e forte quando está fraco.

A trégua numa guerra serve apenas para fortalecer o inimigo.

Quando capaz de atacar, deve-se fingir incapaz.

Finja estar fraco e seu inimigo se tornará arrogante e negligente.

Se a vitória custa a chegar, as armas dos soldados se tornam pesadas e o entusiasmo deles enfraquece.

A glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar.

A espada embainhada: a mais perfeita forma de vencer é impedir os planos do inimigo; depois, evitar a junção de suas forças; e por fim, ataca-lo no seu próprio campo.

O líder é o sustentáculo do grupo: se for forte em todos os aspectos, o grupo será forte; se está defeituoso, o grupo será fraco.

Humanidade e justiça são os princípios para se governar a paz; oportunismo e flexibilidade, por outro lado, são virtudes necessárias para se fazer maior.

Um hábil empregador de homens usará o prudente, o bravo, o cobiçoso e o burro. O prudente terá prazer em aplicar seu mérito, o bravo sua coragem em ação, o cobiçoso é rápido em tirar vantagens, e o burro não teme a morte.

A garantia de não sermos derrotados está em nossas mãos, porém a oportunidade de derrotar o inimigo é fornecida pelo mesmo.

Não cometer erros é o que dá a certeza da vitória.

O método direto pode ser usado para coordenar o sucesso, e o indireto para conquistá-lo.