Sigmund Freud

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⁠⁠A única pessoa com quem você tem que se comparar, é com você no passado. E o único filho por melhor que deveria ser, é quem você é agora.

⁠O amor é um estado de psicose temporária.

O preço do progresso cultural é a perda de felicidade, pelo acréscimo do sentimento de culpa.

Sigmund Freud
O mal-estar na civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
Inserida por MarcioAAC

É⁠, sem dúvida, alheia à nossa inteligência e aos nossos sentimentos a união do amor com o ódio. A natureza, usando este parde opostos, consegue manter o amor sempre novo e vigilante,para protegê-lo do ódio que espreita atrás dele. Possivelmente,devemos o desabrochar mais belo do nosso amor à reação contraos impulsos hostis que sentimos no íntimo.

Sigmund Freud
VIORST, Judith. Perdas necessárias. São Paulo: Melhoramentos. 2005.
Inserida por MarcioAAC

⁠⁠Contra o sofrimento que pode advir dos relacionamentos humanos, a defesa mais imediata é o isolamento voluntário, o manter-se à distância das outras pessoas. A felicidade passível de ser conseguida através desse método é, como vemos, a felicidade da quietude. Contra o temível mundo externo, só podemos defender-nos por algum tipo de afastamento dele, se pretendermos solucionar a tarefa por nós mesmos. Há, é verdade, outro caminho, melhor: o de tornar-se membro da comunidade humana e, com o auxílio de uma técnica orientada pela ciência, passar para o ataque à natureza e sujeitá-la à vontade humana. Trabalha-se então com todos para o bem de todos. Contudo, os métodos mais interessantes de evitar o sofrimento são os que procuram influenciar o nosso próprio organismo.

Sigmund Freud
O mal-estar na civilização. São Paulo: Lebooks, 2019.
Inserida por MarcioAAC

⁠O ego tem a tarefa de fazer com que a influência do mundo exterior contrabalance o id e suas tendências, além de tentar substituir o princípio do prazer, segundo o qual o id opera, pelo de realidade. No ego, a percepção assume um papel que no id pertence ao instinto.

Sigmund Freud
LOWEN, Alexander. O corpo em terapia. São Paulo: Summus, 1977.

⁠O superego surge, como sabemos, a partir da identificação com o pai, considerado como um modelo. Todos os aspectos de tal identificação compõem a natureza da dessexualização ou mesmo da sublimação. Parece então que, quando uma transformação deste tipo acontece, ocorre ao mesmo tempo uma difusão instintual.

Sigmund Freud
LOWEN, Alexander. O corpo em terapia (1977).
Inserida por MarcioAAC

⁠A comida pode ser usada como uma forma de lidar com a solidão e o isolamento. (1932)

Inserida por MarcioAAC

⁠A incapacidade de tolerar a ambiguidade é a raiz de todas as neuroses.

Inserida por Ketteiteki

⁠Nada é tão difícil para o homem quanto abdicar de um prazer que já experimentou.

Sigmund Freud
Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (2021).

⁠Nada pode ser escondido do superego, sequer os pensamentos.

Sigmund Freud
O mal-estar na civilização: In: O futuro de uma ilusão, O mal-estar na civilização e outros trabalhos (1927-1931). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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Inserida por pensador

⁠Os tormentos causados pelas censuras da consciência correspondem precisamente ao medo da perda de amor, por parte de uma criança, medo cujo lugar foi tomado pelo agente moral.

Sigmund Freud
Esboço de psicanálise. In: Moisés e o monoteísmo, Esboço de psicanálise e outros trabalhos (1937-1939). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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Inserida por pensador

⁠É inerente à natureza humana ter uma tendência a considerar como falsa uma coisa de que não gosta e, ademais, é fácil encontrar argumentos contra ela.

Sigmund Freud
Conferências introdutórias sobre psicanálise (partes I e II) (1915-1916). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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Inserida por pensador

⁠Compreendemos muito bem como interpretar em outras pessoas (isto é, como encaixar em sua cadeia de eventos mentais) os mesmos atos que nos recusamos a aceitar como mentais em nós mesmos.

Sigmund Freud
O inconsciente. In: A história do movimento psicanalítico, Artigos sobre a metapsicologia e outros trabalhos (1914-1916). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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Inserida por pensador

⁠Mesmo coisas que parecem completamente esquecidas estão presentes, de alguma maneira e em algum lugar, e simplesmente foram enterradas e tornadas inacessíveis ao indivíduo.

Sigmund Freud
Construções em análise. In: Moisés e o monoteísmo, Esboço de psicanálise e outros trabalhos (1937-1939). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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Inserida por pensador

⁠As mesmas impressões que esquecemos deixaram, todavia, os mais profundos traços em nossa vida psíquica, e se tornaram determinantes para todo o nosso desenvolvimento posterior.

Sigmund Freud
Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In: Obras completas: volume 6: Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, análise fragmentária de uma histeria (“o caso Dora”) e outros textos (1901-1905). São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
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Inserida por pensador

⁠O amar em si, na medida em que envolva anelo e privação, reduz a autoestima, ao passo que ser amado, ser correspondido no amor, e possuir o objeto amado, eleva-a mais uma vez.

Sigmund Freud
Sobre o narcisismo: uma introdução. In: A história do movimento psicanalítico, Artigos sobre a metapsicologia e outros trabalhos (1914-1916). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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Inserida por pensador

⁠As crianças amam em primeiro lugar a si próprias, e apenas mais tarde é que aprendem a amar os outros e a sacrificar algo de seu ego aos outros.

Sigmund Freud
Conferências introdutórias sobre psicanálise (partes I e II) (1915-1916). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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⁠Em matéria de sexualidade, somos todos, no momento, doentes ou sãos, não mais do que hipócritas.

Sigmund Freud
Primeiras publicações psicanalíticas (1893-1899). Rio de Janeiro: Imago, 2006.
Inserida por pensador

⁠A intolerância dos grupos é quase sempre, de modo bastante estranho, exibida mais intensamente contra pequenas diferenças do que contra diferenças fundamentais.

Sigmund Freud
Moisés e o monoteísmo. In: Moisés e o monoteísmo, Esboço de psicanálise e outros trabalhos (1937-1939). Rio de Janeiro: Imago, 1996.
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Inserida por pensador

⁠A interpretação dos sonhos é a via real para o conhecimento das atividades da vida anímica.

Sigmund Freud
A interpretação dos sonhos. In: A interpretação dos sonhos vol. II e Sobre os sonhos (1900-1901). Rio de Janeiro: Imago, 2006.
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Inserida por pensador

⁠No inconsciente, nada pode ser encerrado, nada é passado ou está esquecido.

Sigmund Freud
A interpretação dos sonhos vol. II e Sobre os sonhos (1900-1901). Rio de Janeiro: Imago, 2006.
Inserida por pensador

⁠O ego não é mestre em sua própria casa.

Sigmund Freud
Introductory Lectures On Psycho-Analysis (1917).
Inserida por Ketteiteki