Renilmar Fernandes
901 -
925 do total de 1164 pensamentos de Renilmar Fernandes
O difícil é descobrir que está morto ainda vivo. Acredito que seja uma das coisas mais assustadoras que se possa lidar.
Tenho pena daqueles que dizem não ser manipuláveis.
É intrínseco do ser humano ser manipulado. Uns para mais outros nem tanto assim. Essa é a genuína teoria das cordas.
O importante é nunca se esquecer que não se pode obrigar um leão a comer capim.
Por um instante olhei ao redor e percebi que não tenho ninguém com quem brincar.
Se eu acreditasse teria ao menos uma única chance de ser feliz.
A dor aguça um sentido maior à vida.
Não sinto necessidade de falar sobre meu conhecimento.
Palavra essa dita a rosa dos ventos.
Espalhadas nas oito direções.
O meu país é um dedo de barro.
Não gosto de ter que mudar em função desse tempo.
Você pode mudar o mundo, mas pode mudar a si mesmo?
Não há espaço para fraqueza quando se luta sozinho.
Mantendo-se forte enquanto muitos ao redor fraquejam.
De pé servindo aos outros com força e inspiração.
Sendo luz refletida através das mãos firmes de só quem o dom de proteger.
Esse é lirismo que poucos poderiam sonha em compreender.
Pois não há fraqueza quando os olhos não estão vendados.
E nem derrota para aquele que escolhe vencer.
O caminho da vitória sempre será trilhado sozinho.
Isso cada um entende como melhor lhe convém.
Na verdade há somente uma resposta que pode resolver essa questão.
Eu não tenho futuro como pessoa.
Há uma linha muito fina entre amor e desespero.
Seja no assunto ou no caminho a gente se perde por estar sozinho.
Perguntar é muito fácil, pensar nem tanto.
Odeio ter razão e isso me faz parecer arrogante.
Não vou viver para sempre. Mas todas as manhãs eu me lembro de tentar.
Sou conhencido pelas coisas que digo...
Meio cheio, meio vazio. Pra mim é só no meio. Como todas as outras coisas medíocres.
O que realmente incomoda é a ingenuidade das pessoas.
Ingenuidade não leva a lugar algum.
Não há nada de novo que preencha o espaço do meu coração.
É mais uma coisa para cair na imensidão do meu esquecimento.