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Márcia

151 - 175 do total de 2435 pensamentos de Márcia

Meu nome é Márcia. O significado do meu nome é: abraçada pelo Divino.
Sei que tenho escolhas, sei que tenho tempo, mas possuo uma paixão invejável pela vida. Um desejo de atingir todos os meus sonhos.
Não tenho diplomacia na hora de dizer certas verdades, na verdade o meu olhar já diz tudo.
15 anos é a minha idade. Não ligo para isso, ligo para viver, me conhecer.
O meu desejo é ser abraçada por aquilo que considero Divino.

Inserida por MarciaPaulaVaz

Muitos sentem medo da morte, eu sinto medo de viver!
Marcia Raphael
03/12/11

Inserida por MarciaRaphael

Eu admiro o HUMANO e NÃO a sigla.

Marcia Raphael

Inserida por MarciaRaphael

Somos muito mais que apenas corpos humanos habitando num planeta em decadência!

Márcia Raphael

Inserida por MarciaRaphael

O mundo não acabará em fogo ou em dilúvio. Acabará em acidentes de trânsito nesse genocídio sobre rodas.

Eu não sou o meu carro.
Eu sou quem dirige esse amontoado de lata e fios e o modo como eu vou dirigir a minha vida e o meu carro é que vai determinar como eu valorizo as pessoas e a vida. Eu não sou o meu carro.

Conversa virtual

- Oi, Você esta ai? Preciso falar
Boa tarde, eu não quero viver de ilusão

- Boa tarde
Olha minha realidade hoje foi o hospital.Quando entenderes falar sem este tipo de comentários estarei disponível. Para esta conversa de dúvidas constante e pretensa ilusão não estou. Pensa bem no que fala. Se eu fizesse o mesmo questionando tudo, de tudo duvidando como te sentirias?

- Me sentiria muito mal e é assim que eu me sinto. Você tem suas dores e eu a minha. Você foi em um clinico que diagnosticou seu mal e irá te operar. Irá? A minha quem irá invisivelmente operar?

- Eu não sei mais o que dizer? Diz o que queres mais?

- Nada. Ficarei bem

- Ficas mesmo? Tu desapareces durante horas. Reages de forma intempestivas chamas fé de palhaçadas. Já não sei....

- Estive no centro fui assistir uma palestra sobre ADIN

- Quem é ADIN?

- Depois voltei, almocei, e comecei a ler um livro sobre Ernest Hemingway....Lembro que parei na espingarda Ketchum, 1961, a idade de 61 anos...Foi ai que cochilei, coisa de cinco minutos... sonhei e acordei angustiada. Dizendo: Não, Ernest entendeu tudo errado, o homem tem que aprender a salvar o que puder. Só isso. ADIN é ação de inconstitucionalidade. Eu quero entrar com uma ADIN contra aquelas placas que dizem : É proibido pisar na grama

- Queres entrar? Mas essa proibição é como não poder nadar não pode pescar... Não sei como serás bem sucedida. Não sei como serás bem sucedida....

- Também não sei. Me tornei muito Manoel de Barros, mais bicho que gente.

- Eu amo Manoel de Barros. E te entendo. Mas para isso tens de ir para o campo....

- Sim preciso salvar o que puder

Não ha mais conversas a serem exibidas....

Todas as manhãs quando levanto dou a mim mesma uma injeção de otimismo, digo: Vai, vai ser trouxa na vida

Franceses bebem vinho
Comem pão,
Manteiga, cremes, doces
e são magros
Conclusão : o que engorda é tomar banho

Alheios aos acontecimentos dramáticos que vamos acompanhando, ensimesmados em nossos próprios problemas buscamos um sentido para a vida adulta, pouco importa para onde a história se move.

Foi um daqueles sonhos
no qual a gente se vê sem roupa e no ponto
de trocar um aperto de mão com um homem
No sonho
na vida real
Não tem graça
Não admirava que aquelas duas moças
tenham rido de mim
uma coisa pavorosa
Sai e me afundei numa rua
suja e escura

Já notou que no meio da palavra
NAMORADA
Tem a palavra AMOR?
Se você tira o AMOR o que te resta?

⁠Aceito as desavenças da vida, mas me recuso a vê-la cinza!

"O que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte."

Os comentários são as sombras dos pensamentos

O maior caos existencial é ficar a deriva no mar do caos existencial criados por você

Lailin pelo mundo

Amigos

Tenho pensado aqui com meus botões: preciso justificar com alguns.
Afinal se deixar de fazer isso ficará a impressão que não tenho compromisso com aquilo que falo. Tai uma coisa que me enfeza, pessoas que dizem uma coisa e fazem outra completamente diferente. Esses, não quero nem papo.
Aconteceu no final de dezembro. Um belo dia eu disse:
- Lai, você precisa viajar!
- Boa ideia - respondi - Eu mereço cruzar as fronteiras

Só precisava de dois países para encher meus olhos de alegria. E como adquiri alguns amigos aqui no face que moram no primeiro país sonhado, comecei a interrogar alguns. E assim comecei a ir ate a sala de estar, embora não soubesse que horas eram por lá por conta do fuso horário, mas como sou impertinente, acredito que os visitava em horas improprias. No almoço, jantar, cagadeira, foda... Eles como pessoas civilizadas respondiam de forma brilhante todos os meus questionamentos. Comprei duas agendas, uma para fazer o roteiro, incluindo telefones de banco e da embaixada caso precisasse de socorro, o que não seria nenhuma novidade. A outra agenda denominei como sendo: Diário de bordo. Depois fui ao Youtube. Passei dois domingos inteiros vendo filmes que falavam sobre o país. Eram tão bem feitos, descreviam tão bem as ruas, os bairros, cidades, pessoas, a cultura, como viviam e a forma que tratavam umas as outras. Até pão aprendi a fazer. Um dia conversando com um amigo, ele disse que eu devia levar roupa de frio e roupa de calor. Não estranhei, pois aqui no Brasil é assim, um dia frio, um dia quente. Não demorou muito fui na rua Augusta atrás de mala. Os preços estavam pela hora da morte. Fui ate a 25 de março. Fiquei rodando, analisando as malas. Se era inverno e verão eu precisava de duas malas. Fui imaginando as coisas que colocaria dentro. Um casaco, um cachecol, uma bota, meias curtas, meias longas, espaço para a bolsa de maquiagem, espaço para o shampoo... Só um casaco? Impossível viver dias e dias com um casaco. Uma bota? Não, teria que levar mais uma... Foi ai que formei uma confusão mental e comecei a ver uma pobre mulher parecendo uma cigana, com fome, com sede, em um país estranho, com as pessoas passando e pouco se importando, carregando duas malas pesadas abarrotadas de inverno e verão... Sai rapidamente da loja quase em surto e não mais voltei.
Na volta para casa fui respirando fundo e dizendo calma, calma... Esta com a passagem comprada? Não! Então relaxa. Ok! Voltei para a sala de estar e novamente bati na porta:
- Ei, tem alguém ai?
Apareceu um gentleman. Perguntei a ele se no país dele existia trem que me levasse até o outro país, seu vizinho. Disse que se tinha desconhecia, pois não era seu costume andar de comboios, mas existia avião e era tipo rap-dez! Eu fiquei meditando sobre o fato naquele momento e até hoje penso nisso. Cruzar um país a outro em meia hora? Uma hora? Se fosse um país tipo Brasil que não tem fim... Uma hora ou meia hora vendo somente nuvens, isso se eu não fosse colocada naquele assento onde só se vê a asa do avião e só se ouve o barulho do motor, sem poder observar as cores do mundo que se cruza. Sem árvores passando, crianças dando tchau, rostos diversos e uma infinidade de sorrisos para ver e escolher: Eu quero aquele! E depois parar na fronteira e alguém me analisando de cima a baixo pedindo meu passaporte. Não teria isso? Que horror seria! Foi ai que pensei: E seu eu fosse até a rodovia? É até a estrada com minhas malas. Duas? Nem me lembra! Pediria carona. Tem coragem? Claro! Onde pensam que estou? No jardim Ângela? Paraisópolis? Baixada fluminense? Estou na civilização. Civilização vem de civilizados e não de barbaridade. E sendo assim, seria tratada como convidada, como irmã, mãe, tia, avó... Até me pagariam um café. Duvidam? Eu não!

A coisa não parou por ai. Tudo isso porque chega um dia em que todos terão que passar pelo cabo da boa esperança. Coisa terrível é passar pelo cabo da boa esperança. É um lugar, um tempo em que você começa a criar obsessão pelo pensar, a analisar muito o que vai fazer, TUDO, tim tim por tim tim e na maioria das vezes no final acaba dizendo: Deixa pra lá! Saudades que eu tenho da época em que não existia nada disso. Arrumava minhas tralhas em uma pequena maleta e quando alguém da família perguntava:
- Aonde você vai ?
- Ali - dizia já virando a esquina e voltava depois de três meses
quando não, demorava anos

Inserida por marcialailin

Av Paulista

Dizem
as línguas por ai afora
que essa é a praia paulistana
se for
estão bem vestidos

Inserida por marcialailin

Quem são nossos inimigos?

Não é esse ai jogado na linha de frente
pode ter certeza que não!
Esse
É um laranja como dizem no linguajar malandrês

COME bem nos dias atuais?
Vive numa casa confortável? Tem rendimentos constantes?
Se puder responder “Sim” a qualquer uma destas perguntas, então, é bem diferente da maioria das pessoas na terra.
Por quê? Porque cerca de mais da metade da humanidade morrem de fome cada dia, dois terços
sendo subnutridos. E a maioria das pessoas no mundo vivem na pobreza, em habitações inadequadas.

Inserida por marcialailin

Olhos

Foi semana passada que vi uma mulher cega na plataforma esperando o trem. Eu estava dentro do vagão e observava pela janela ela esperando em sentido contrário. Olhei seu rosto... Foi ai que percebi que todos os cegos tem uma expressão apática registrada em seu rosto. Eles não tem o mesmo brilho, ora bonito, ora safado, ora tristonho, ora triste... Olhos de quem sabe que existe vida pulsante aqui fora. Fiquei pensando nisso enquanto o trem partia o quanto é ruim acordar todo dia no escuro e não enxergar a paisagem que agora corre pela janela em cores brilhantes e o sol parecendo que canta: pode vir quente que eu estou fervendo. Lembrei da cega porque agora duas cegas sentaram no banco do metro próximo a onde estou. E a cega mais magra com cabelos lisos sem franja ate os ombros carrega em seus braços um garoto. Não deu nem tempo para ela se arrumar e guardar o seu bastão quando o garoto se solta dos seus braços e tenta correr. Não fosse a mulher sentada do meu lado segurar a criança pelo braço ele teria fugido em desabalada carreira. A criança não tem nem dois anos. Se ser criado por olhos que veem já é um Deus nos acuda, imaginem por olhos que não veem? A mãe tem olhos que se mexem de um lado para outro, não fossem negros e sem brilhos diria que enxergam. O menino agora devora uma barra de chocolate comprada dos camelos que ilicitamente fazem o que todo mundo sabe que fazem dentro dos vagões do metro e do trem. Chamam de shop trem. Sinto falta da minha máquina fotográfica. Meu celular ficou em casa sem bateria e agora estou eu aqui a pensar como enviar essa mensagem para outros olhos.O trem para em Osasco e as duas descem. O metro e o trem tem funcionários preparados para caminhar com os cegos e assim elas irão encontrar um. E depois quando saírem da linha de demarcação? Deve ser duro criar um filho com olhos que não veem

Seja trouxa


Conselhos de Lai
Significado de trouxa na língua Lai – É o antônimo da palavra trouxa, gíria que rola por aí no dia a dia brasileiro. Trouxa no dicionário Lai é uma pessoa que aprecia o teatro encabeçado pela sociedade humana. São pessoas criativas, que gostam de viver intensamente de forma honesta, ou seja trouxa, pois só assim conseguem aprender todas as facetas da vida humana sem encargos e aborrecimentos, mas sim com muito prazer e divertimento.
Algumas dicas : Faça todas as manhãs um roteiro de como será o seu dia. Leve agenda, canetas, máquina fotográfica, gravador, celular, tablet, livro para ler em caso de tédio. Programe com antecedência, de preferência a noite antes de dormir, o que vai vestir, e onde irá, mesmo que seja o lugar que passe todos os dias já por 20 anos. Aprenda a mudar a imagem do quadro. E diga: Hoje será diferente
Quando vejo postagens aqui dizendo: Deixei de ser trouxa. É como ver essa pessoa entrar em óbito e minha vontade é comentar: meus pêsames. Somente os trouxas conseguem tirar o supra sumo da vida. E não se preocupem com os espertalhões, mentirosos, maquiavélicos, os que arrotam santidade, os que querem salvar a humanidade juntamente com sua caixa registradora...
Exemplos de trouxas: Marie Curie, Fleming, Gaughin, Dostoievski, Kafka, Pessoa, Virginia, Clarice... Rachel Carson e outros. Embora alguns deles tenham cometidos patifarias como Virginia que acabou sucumbindo aos espertalhões e entrou naquele escuro e frio lago e com uma grande pedra no bolso do casaco foi dessa para uma outra pior. Ou, Hemingway com um fuzil de caça disparou contra si mesmo. Van Gogh começou e felizmente parou na orelha. Amados, não deixem de ser trouxas. Somente os trouxas conseguem aproveitar as boas coisas da vida. Eu disse BOAS coisas. Somente os trouxas conseguem fazer o papel de trouxas com maestria e viver uma vida saciado de dias com otimismo e alegria.

Isso é tão comum com pessoas, jovens e idosos
É um dos aspectos fundamentais da vida humana
Um terço de horas em que passamos acordados é gasto em sonhar acordado de um forma ou de outra
Os cientistas não tem certeza absoluta de como e por que se formam esses pensamentos
passageiros, nem chegam a um acordo unânime quanto a
exatamente o que é devaneio, ou
sonhar acordado:

meu sonhar cordado
minha ilusão agradável
criação da imaginação

tao bom não ter TV
não ver politica e suas safadezas e pouca vergonha
não ver novelas de Portugal ou do Brasil
tao bom não ter contato com as misérias humanas fabricadas pela mídia
não saber quem e o jogador tal e o valor de sua vergonhosa fortuna
tao bom encontrar uma foto de gente feliz

Inserida por marcialailin

O que se pode dizer e que a morte não é inútil, que o morto continua a atuar em nós..

Inserida por marcialailin

não tive coragem de entrar no salão... na recepção... nos lugares que passei durante o tempo em que ai fiquei.
Não foi preciso
pelo lado de fora revi os relógios antigos e os moveis trazidos do Embu das artes pelo seu pai... ainda trago comigo a fisionomia dele...
Andreas ...
na sala que parece ser hoje a recepção
Ele
perguntando de onde vinha e o que faria ali...
Lembro da manhã ensolarada e os beija-flores na janela... você com seus longos cabelos encaracolados sorrindo perto dela, sua mãe Cristina, tão linda, nunca cansei de olhar para ela a senhora sua mãe
... teria você na época, quantos anos? Quinze? Dezoito?
Por volta deles... embora minha mente teime em dizer:
Era uma garotinha de oito anos...
Tento lembrar do nome da família de caseiros tão achegados e leais aos patrões, o único nome que me vem a mente é Clarice...
Muitos já se foram... Ficou em minha mente a mulher que chegou pela jardineira da tarde com duas malas e desceu a estrada de terra, a mesma de agora,
quase nada mudou, tudo continua como antes,
o cheiro nativo de pinheiros, ciprestes, araucárias... a terra vermelha, a grama molhada
o alojamento dos funcionários... a capela...
e a mulher parada em frente dela

Inserida por marcialailin