Pamarepe

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MOMENTOS

Tem dias...
Tem dias normais, quase iguais a tantos outros, sem nada de novo, portanto; e, por isso mesmo qualificamo-los como rotineiros.
Mas tem outros... ah(!)... tão ansiosamente esperados e desejados; acreditamos de antemão, que serão dias extraordinariamente felizes, com momentos únicos.
Trocam-se sorrisos, gargalhadas, abraços, beijos, cantigas, e até, lágrimas de emoção, com as histórias antigas de vivências comuns, quais afagos da alma que perduraram na memória até chegarmos ao AQUI E AGORA, onde comemoramos as vossas BODAS DE OURO.
PARABÉNS e MUITAS FELICIDADES, queridos pais!
E este é o meu tributo a vós: um SORRISO FELIZ, o que mais haveria ser?

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AZUL, é com efeito a minha cor predilecta, ainda que, não menosprezando uma certa atracção pelo vermelho.
Ah, mas o AZUL!…Essa inebriante cor celestial preenche-me de todo; a ela recorro concomitantemente, muitas vezes sem dar conta, quando me abstraio do que quer que seja que me rodeie nesses momentos. E como é bom quando isso acontece!…E quando acontece, significa geralmente que me ausentei para outras paragens, ainda que reflexivas.
Não!…Não significa que esteja angustiada, triste, nostálgica ou deprimida. – NADA DISSO! Significa, isso sim, que a minha mente, momentaneamente é transportada para DOCES E TERNAS LEMBRANÇAS que integram o meu percurso existencial.
– Mas sabem o mais caricato? Nem sempre essas DOCES E TERNAS LEMBRANÇAS corresponderam a ALGO de BOM, que é como quem diz: nem sempre tiveram um FINAL FELIZ, pois algumas delas vieram a traduzir-se em PERDAS, com acutilantes dores inicialmente…
Ainda assim e apesar do desfecho final, proporcionaram no seu decurso momentos de grande FELICIDADE, inesquecíveis de todo e, estrategicamente, é nesses mesmos que penso, colmatando assim a negatividade subjacente às PERDAS… por isso mesmo, atribuo a essas tais Doces e Ternas Lembranças uma significância relevante metaforicamente falando, análoga ao AZUL…O MEU AZUL QUE ME INEBRIA A ALMA!
– Parece algo complicado de gerir do ponto de vista emocional, não? – Pergunto eu!
Não digo que não…dependerá da visão de cada um per si relativamente à própria vida, à forma como a veem e vivem o seu AZUL.
E para mim, o meu AZUL é uma multiplicidade de “coisas”:
A cumplicidade afectiva que tenho para com os que amo e que me amam; o sorriso estonteante de uma criança; o olhar confiante de um doente que cuido; a ternura mútua de um casal idoso inseparável desde sempre; um “amo-te!”; um “amei-te imenso!”; um “perdoa-me!”; um “é melhor assim para ambos!”; um “até sempre, mas tenho que ir!”; e até um silêncio incompreensível de todo!… … Ah! E uma paisagem…uma magnífica paisagem contextualizada num AZUL INEBRIANTE, de noite ou de dia, no mar, no rio ou em terra, mas de preferência em terras lusas. Sim! Porque inequivocamente temos a benesse de termos lindas e maravilhosas paisagens por este nosso Portugal fora!…
E de repente veio-me à ideia um aprazível passeio que fiz, não há muito tempo, por terras do nosso Douro, mais concretamente, até ao Pinhão, no qual tive a oportunidade de me deleitar com as suas inigualáveis encostas e o rio que as “abraça” debaixo de um céu azul divinal.
Enfim…”momentos AZUIS” que perdurarão na memória e que deixaram saudade.
Este é, com efeito, o MEU AZUL! E esta sou eu! Uma eterna sonhadora, pela vida, apaixonada!…

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VEM CÁ ... PRECISO-TE!

Apenas porque sim... porque me apeteces!
Hoje é um daqueles dias em que preciso de ti; que largues tudo o que tens em mãos e venhas... tão somente para que me ouças, me ampares no teu colo e me confortes a alma.
Preciso que me leves os meus fantasmas; me olhes nos olhos e com esse teu jeito - ah! Esse jeito que me é irresistível de todo e que me desarma - me tranquilizes com um:
- Está tudo bem minha querida... tudo vai passar.
Vem depressa; não tardes meu amor!... PRECISO-TE!

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#3 – SAUDADES

Há Pensamentos maravilhosos que nos sensibilizam pelo seu quê de real e, sem dar conta, como que mergulhamos neles, viajando no tempo, nos espaços, nos momentos únicos … nos sorrisos, nos beijos e abraços dados e, nos que ficaram ainda por dar.
Sim! Também sinto saudades de tudo; de locais que visitei e de outros que sonhei, de cheiros, de vozes, de colos.
Ah! Bate uma quimera, às vezes meio nostálgica … porque enfim, a saudade é tremenda e só se apazigua quando TE REVEJO!

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Hoje acordei com uma vontade tremenda daquelas... de TE ouvir, para TE sentir.

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#7 – RECADO PARA TI!

Enfim… A VIDA É FEITA DE PEQUENOS NADAS que, ainda assim, nos fazem FELIZES!… Uma paisagem, um simples poema, uma simples música, um olá, um olhar, um sorriso, um toque, uma carícia, um abraço, um beijo, um ouvir e dizer:
– “AMO-TE”!…
Estás longe; longe de mim, mas não longe de nós, porque sei que me amas. Por isso, daqui onde estou, peço ao vento que te leve um recado:
-Já te disse hoje que TE AMO?

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DUVIDAS(-ME)?

Sabes bem que te amo de uma forma que até a mim me surpreende; ainda assim, tens dúvidas e deixas transparecer uma certa insegurança, que te atormenta nos momentos de maior silêncio, de maior distanciamento…
Quiçá os teus fantasmas do passado ainda te apoquentam?
Vem meu amor! Espero-te no local de sempre, à mesma hora. Vem!... Precisamos de trocar sentires sinceros da forma que mais nos prouver.
Dúvidas? Oh!... São perfeitamente descartáveis no teu, no meu, no nosso mundo. Calemos pois este teu sentimento nostálgico. - Sou tua, sabias?

Por isso, VEM! QUERO-TE!... ESPERO-TE!

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#5 – GRITO QUE TE AMO

SER FELIZ é um estado da alma feito de pequenos nadas, pelo muito que nos dizem, nos tocam, nos sensibilizam…
Não me coíbo de o expressar, nem tampouco me importa se, por isso mesmo, sou alvo de chacota.
Por isso, grito aos sete ventos que TE AMO! Um grito bem sonante, autêntico, solto, desinibido… para todo o mundo ver e ouvir que és tudo o que quero! Sim, e depois?!
Um dia construirei um castelo com as pedras… as tais que pelo caminho, vou guardando.
É isso aí!

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#9 – AQUI (TE) AMO!

Guardo momentos que a memória faz questão de perdurar. Um flash e pronto! Fica o registo das paisagens, dos cheiros do mar e da montanha que se fundem num agradável aroma sui generis. Fica o registo dos nossos fartos piqueniques, recheados de abraços e beijos desinibidos, longe, bem longe dos olhares curiosos e indiscretos… pensamos nós! (?)
Entretanto, fazemos uma sesta; ah!…e como é bom!
Recosto-me no teu regaço e sonho acordada, deleitada pelos prazeres da Natureza envolvente, e, pelos que tu me dás!
– Hum… tomara que o tempo parasse agora! – Desejo nesses momentos.

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#11 – FAZES-(ME) FELIZ! SABIAS?

Caminhamos juntos, no mesmo sentido, nesta estrada da vida. Para onde(?), é que não sabemos, tampouco estamos preocupados com isso! Erguemos em riste os nossos corações e, aí vamos nós!
Ainda que rodeados de uma catrefada de olhares indiscretos, vozes em surdina discretamente mal disfarçadas, ou mesmo de drones-espião, essa sarna de zangões telecomandados ou programados que nos suscita alguma estranheza e inquietação – quiçá as nossas hilariantes gargalhadas sejam suspeitas ou façam as delícias de egos mal-amados ou incompreendidos? – estamos SÓS… só TU e EU, no meio da multidão, completamente alheados de TUDO, de todos, para não perdermos pitada de nós próprios.
Brincamos, rebolamos no chão da relva húmida, onde trocamos carícias, beijos e abraços contidos; aliás, nem de outra forma poderia ser(!); e, rimos; sobretudo rimos e sorrimos muito… por tudo, e, por nada!
– Fazes-me feliz! Sabias?

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Pensamentos…fragmentos de VIDA!
#1 - O PRIMEIRO

Já senti tanto medo, a ponto de desfalecer na sequência de uma reacção vagal; já segurei e seguro diariamente “mãos e rostos” cravejados de medo…principalmente de se morrer; já incuti e incuto mensagens de esperança, para amenizar a agonia face a um futuro próximo incerto; já calei, para não ferir susceptibilidades; já gritei irada, para fazer jus à minha razão e por isso mesmo, perdi-a; já menti e omiti grandes verdades, para depois me arrepender; já liguei para quem não queria, só para não ligar para quem realmente queria ouvir; já chorei tanto por perdas inestimáveis, a ponto de ficar com o fácies desfigurado; mas também já chorei de alegria e outras emoções à mistura que pura e simplesmente, deixei despoletar; Já passei noites inteiras em claro, de tão feliz me sentir; mas também já as passei em claro, por grandes tormentos da alma; já afastei amigos de longa data porque me desiludiram…quiçá, também os terei decepcionado?… Já calei a dor recorrendo a subterfúgios ridículos; já amei em silêncio; já amei quem não merecia em detrimento de quem, bem que o merecia; já pensei que amava, mas não (!)…enganei-me a mim própria, e embora não intencionalmente, causei mágoa; já amei intensamente de corpo e alma, mas também já desamei; já deixei de acreditar no que realmente valia a pena, inclusive no amor…mas o tempo passou, o tempo curou e, para minha grande surpresa, o coração “descongelou” e voltou a acreditar!…
Quando se gosta…gosta! Não há lugar a “mas” nem “meio mas”!… Não se ama “assim-assim”, nem “mais ou menos”! AMA-SE DE CORPO E ALMA, com autenticidade! Ou então, não se ouse dizer que SE AMA!
Por isso, não me venham dizer como é suposto gerir as minhas emoções! Não me venham com pretensas fórmulas mágicas – que mais parecem esforçadas poesias bucólicas – para ser sempre assertiva, pois não conto acertar sempre nas minhas escolhas, mas bem que gostaria! Não esperem de mim aquilo que não posso dar porque pura e simplesmente, não tenho! Não sei fingir o que não sinto, nem sou; tampouco sei viver de fachadas, hipocrisias ou tretas!
Sim, mudei!…Mudei com os anos; mas há ALGO em mim que nunca mudou e tenho sérias dúvidas que venha a mudar: A VOZ DO MEU CORAÇÃO, que nunca deixei de seguir!…

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#19 - SINTO(-TE) NA MÚSICA...

Hoje quero, apetece(-ME) ouvir aquela música; a tal que me faz sentir borboletas no estômago, e, inevitavelmente me leva ( a TI)!
Não precisas de fazer nada; EU vou mesmo assim!... Ao ouvi-la, quase instantaneamente revejo-me em espaços, locais, cenários que viraram momentos únicos na minha memória.
Sim! Temos uma música que consideramos nossa: a NOSSA música. – Uma lamechice? Talvez, como muitas outras que também temos que mais parecem patetices, tolices, mas que sabem sempre tão bem quando acontecem… enfim, coisas típicas que fazem parte da cumplicidade dos afectos de quem ama, não é meu amor?
Ainda bem que sentimos a magia da música na (nossa) vida; De repente, tudo fica mais belo, mais intenso e com mais sentido, qual placebo miraculoso que inebria o estado da alma.
Hoje quero sentir(-TE)!… Por isso mesmo, ligo o som, recosto-me confortavelmente onde quer que seja, fecho os olhos e delicio-me, ouvindo(-TE).
– Hum… sentes(-ME) também?

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#4- CARTAS DE AMOR

Cartas de amor, quem as não tem? Ou pelo menos, desejaria ter?
Um aconchego reconfortante da alma que sacia o ego e faz o coração bater mais forte.
Um SER-SE O TUDO de ALGUÉM, expresso em ternas e doces palavras que se acredita não serem vãs.
Um ALGO inebriante eternizado num pedaço de papel que se lê e relê quando impera a distância, a ausência prolongada, a saudade…
Um ALGO, em nada, mas absolutamente nada ridículo … ainda que todas as cartas de amor sejam ridículas, como lá diz o poeta, ou então, não seriam cartas de amor.

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Todas as manhãs; sim, todas as manhãs visto a roupa de viver, mas não me dispo dos sonhos. Esses, ainda que irreais e desmesuradamente grandes, cabem bem na bolsinha da minha memória.

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GOSTO(-TE) E… PRONTO!

Gosto de pessoas sinceras, sorrisos francos e abertos, olhares profundos e inevitavelmente denunciadores.
– Sim! Gosto da verdade; e quem é que não gosta?
Gosto de palavras simples e soltas, gestos simples, roupas simples, locais simples, o que tampouco faz de mim uma simplória.
– Sim! Gosto da simplicidade, e depois?
Gosto de contemplar o nascer do Sol e do ocaso, seja em que cenário for; gosto do azul, aquele azul inebriante em que céu e mar se tocam numa ténue linha, num horizonte longínquo. Ah!…E então vê-los nos teus braços, melhor ainda!
Gosto do mar! Adormecido ou desperto, adoro aquele cheirinho a maresia que intensifica o paladar dos nossos ternurentos e apaixonados beijos salgados.
Gosto de calcorrear descalça na praia; bailar para ti ao som de uma fictícia música romântica, oniricamente orquestrada pelo rebentar das ondas, o canto das aves passageiras e a magia do silêncio envolvente.
Mas o que eu gosto mesmo é do TEU JEITO, que sinto encaixar no MEU, na perfeição. O teu, o meu, o NOSSO JEITO DE AMAR: GOSTO, GOSTO-TE e … pronto!

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Escrevo a luz dos meus olhos
nos teus;
numa palavra,
em silêncio...
AMO-TE!

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PALAVRAS SENTIDAS!...

Há vozes, timbres inebriantes, expressos em PALAVRAS sentidas, capazes de causar arrepio, e até, se sentidas intensamente, lacrimejo e um tal nó na garganta que dificulta a deglutição... um doce e subtil manifesto de um :
- QUERO-TE muito meu amor! FICA(-TE)! DEMORA(-TE) em mim!...

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Vou ali e já venho... espero!
Regresso quando SENTIRES a minha falta, o que pode ser NUNCA!

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Sou a flecha do Cupido.
APANHA-ME!... Se conseguires!

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SEM TI, o ar torna-se praticamente irrespirável. És o meu balão de oxigénio; a minha lufada de ar fresco que me areja e ventila a alma.
Penso em TI...

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BOM DIA! :
Com chuva ou com sol, tanto faz... o que importa? Se o vês e sentes como algo de belo!?

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Quero(-TE) apenas no quanto me quiseres dar... mas que nessa medida sejas TU!

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Gosto de voar, sonhar, expressar-me ... sinto este formigueiro urgente na pontas dos dedos que concomitantemente me leva ao lápis e ao papel.
Por isso escrevo; escrevo por e para TI, porque de alguma forma, gosto(-TE): ou és a minha inquietação, a minha dor da alma, ou então, és quem AMO!

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Não pares de ser TU próprio... NUNCA!

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Perco-ME em TI.. dê lá as voltas que der!

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