Manuel Santos
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... IV
Por ser NELA que está tanto viver;
Mesmo de quem em nós tenha morrido;
Não temos cá, pois, um bem mais querido;
Que o havido em esse tão lindo: UM conter.
Não há, pois, razão de viver mais bonita;
Que a tal dedicada a ESSE de nós ser;
Não só pelo tão de nós, em tal ter;
Como por todo o UM, que em tal SER habita.
Mantenhamos, pois, A nossa OBRA mor;
Havida em este viver, pra morrer;
Mais rápido, do que o que imaginamos!...
Pra que, jamais DELA, cá nos percamos;
Pra sermos dignos de NELA viver;
Quando partirmos desta, pra melhor.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... V
Em mil poemas não GRITAVA tudo;
Que a UNIÃO da FAMÍLIA em mim merece;
Daí em estes cinco, a mim parece;
Nada ter dito, ou ter ficado mudo!
Jamais destruam, pois, cá tal conter;
Havido em: por de nós em Tal ficar;
Que origina: um de nós, continuar;
Após tão cá de nós, curto VIVER.
AMEMOS, pois, que a nós mesmos, cá mais;
Os que a UMA TAL, tão compõem, por TAIS serem;
Neste morrer, O ALGUÉM posto por nós!...
Que um dia, teremos: que ir deixar, sós;
Pra após continuarem a em tais terem;
Um TÃO gostar, havido em nós, por TAIS.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... VI
Após tanto evoluir, tido em voz;
No conto do vigário ainda caímos;
Por ao o julgarmos, em nós sentirmos;
Que o estamos a em tal ver, igual a nós!
Daí não haver ninguém, que em tal não caia;
Por tão bem preparado, ir esse tal;
Quando a alguém resolver, ir fazer mal;
Como o vai: a tal havida, em bela saia.
Por no do prazer TENTAR, só caírmos;
Por à FAMÍLIA, não termos AMOR;
Vigário a nós algum, irá palpar!...
Por isso temos que bem nos cuidar;
Do havido em esse enganoso estupor;
Pra no seu enganar, não nos iludirmos.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... VII
Não destruas meu primo e ou cá meu IRMÃO;
FAMÍLIA alguma, de seja a quem for;
Pois não vai dar pra reparar tal dor;
Que vais provocar, com tal tentação!
Por tanta gente livre em esta vida;
Tão haver, desde a mais feia, a mais bonita;
Tal como, da mais pobre a em nós mais rica;
Não tens razão pra destruir a havida…
Num bonito UNIR de alguém, por juntinho;
Tão estar com mais AMOR, ou menos tal;
A viver esta vida que a tais resta!...
Até vir uma havida em nós, má besta;
A esse casalinho, fazer tal mal;
Por no destruir, tão; fazer seu ninho.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... VIII
Não consigo entender tal mal fazer;
A quem um dia a alguém cá tão se deu,
Com tudo desta vida que era seu;
Com intuito de o/a tão satisfazer!
Não consigo entender, tal destruir;
A troco de por cá seja o que for;
Havido em um interesse sem dor;
Ou pra de um vil prazer usufruir…
De um UNIR, cá de alguém da nossa raça;
Cujo viver está quase a acabar;
Como o tão está, em todos; nesta vida!...
Não consigo entender, tanta desgraça;
Havida em quem não sabe valor dar;
A havido em uma FAMÍLIA em nós tida.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... IX
Até que a voz me doa hei-de PEDIR;
A todos os terráqueos como eu;
Que não destruam o que em tais nasceu;
Desse em uma FAMÍLIA construir!
A todos tais também vou desejar;
Que se AMEM, como nós tão nos AMAMOS;
Numa humilde das TAIS, que em nós criamos;
Quando um dia resolvemos casar.
Pois nada há de melhor neste morrer;
Que um viver com a FORÇA da união;
Havida como eu na minha a tão tenho!...
Daí este PEDIR a todos venho;
Que jamais permitais destruição;
Excepto: a que vem da morte; a correr.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... X
Mesmo que a tua tenhas já traído;
Vai pedir-lhe perdão por esse feito;
Porque a perdão todos temos direito;
Apesar de a tal termos tão FERIDO!
Porque no melhor pano, nódoa cai;
Sem nesse cair, pois, termos desculpa;
Vai-te a ELA e assume em ti toda essa culpa;
Tão tida em quem nesta vida a alguém trai.
Pois se te AMAREM, talvez te perdoem;
Daí não devas tal desperdiçar;
Tal como penses voltar a trair!...
Pra que A recomeces a construir;
Nas mágoas que em ELA andaste a implantar;
Com traições, que à FAMÍLIA; tão doem.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... XI
A ti que trocaste velho por novo;
A troco de prazer ou de dinheiro;
Com teu abandonar, a esse companheiro;
Puseste a chorar por tal, todo um POVO!
Por ser tão agradável, nossa UNIÃO;
Sempre que dada em nós, para SALVAR;
Seu inverso é quando a alguém, faz chorar;
Por ser em nós, cá a um primo; e a um IRMÃO.
Abandonar nesta vida UM de nós;
Nada mais é: que a todos tal fazer;
Mesmo que isso a ser feito, o não pareça!...
Por não sermos criados pra andar sós;
A troco de dinheiro ou vil prazer;
Por ser tão TRISTE em nós, quando aconteça.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... XII
A ti que já só vives de fachada;
Junto/a com quem juraste cá ficar;
Até a morte a vós vir separar;
Digo: relembra em vós, vida passada!
Passada, como a havida em namorar;
Onde uns a outros, tanto cá nos GOSTAMOS;
Daí com ninguém, mais, nos iludamos!
Porque ela, pra trás não vai regressar.
Por isso, tu se sentes que falhaste;
Abre a ALMA, a quem tão provocaste, a dor;
Pedindo-lhe PERDÃO, porque pecaste!...
Porque esse SER, que um dia em nós, GOSTASTE;
Quem sabe, por ti, ainda tão sente o AMOR;
Que um dia, com teu SER; cá tanto AMASTE.
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... XIII
Se um dia pela ideia, a ti passar;
Trocar teu/ua companheiro/a, por outrem;
Não faças tal, pois em nós há ninguém;
Que te vá dar o havido em vosso estar!
Nesse estar da FAMÍLIA contruída;
Com esse UNIR, que um dia construíste;
Por aquela vontade em que sentiste;
Dar bom, novo rumo, à tua vida.
Tal como em esse haver de ti, FILHINHOS;
De um dia em AMBOS, feitos por AMOR;
Nascido após teu LINDO namorar!...
Acredita, pois, não vais encontrar;
Esse de vós JUNTINHOS, bom SABOR;
E muito menos OS dos TAIS; carinhos!!!
Palavras de quem relativamente à FAMÍLIA, se sente/por certeza 99,999% realizado!
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... XIV
A ti, que estás a esconder a ALIANÇA;
Que um dia em nós fizeste com alguém;
Por favor, não vás enganar a outrem;
Pois ninguém merece essa tal matança!
Também em nossa espécie, a alguém mereces;
Por a ninguém ires fazer feliz;
Devido a esse em ti “ser” sempre infeliz;
Tanto ir fazer sofrer, quem desconheces.
Considerares a ALIANÇA: objecto;
Que possa num bolso, ser escondido;
É nossa inteligência, MALTRATAR!...
E em ti tamanha BURRICE encontrar;
Por tão grande faltar dela em ti havido;
Que tanto, a ti transforma; em um dejecto.
Com um profundo penar, por tua culpa;
(ver imagem deste triste esconder de UMA havida ALIANÇA, na minha cronologia do Facebook)
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... XV
Por ser infinito o dela universo;
Pra abordarmos pra nós, tema que for;
Que a poesia, nada há de melhor;
Quer seja escrita em prosa, ou mesmo em verso!
Vamos todos tentar algo escrever;
Com intuito de À FAMÍLIA honrarmos;
Dado a quão nela havidos, nos tornarmos;
Na nossa melhor razão de viver.
Bem-haja em nós a linda Poesia;
Tal como a de todos maior riqueza;
Tida na FAMÍLIA a quem pertencemos!
Pois se a estimarmos, jamais morreremos;
Por não haver morrer que tire a beleza;
Havida em tal cheirinho a maresia.
Contratos de trabalho de curta duração [4 meses] para profissionais de saúde em Portugal…
É brincar com a saúde, de um POVO ;
Os seus PROFISSIONAIS, contratar;
Com esse vergonhoso maltratar;
De quatro em quatro meses, outro novo!
Assim deviam, pois, ser contratados;
Os bons políticos, desse fazer;
Num mandá-los: com um éFe, poder;
Para esse fazer em que tão são achados.
Não andeis, pois, políticos a brincar;
Com quem por nós jurou, até, VIDA dar;
Por um terço desse vosso ordenado!...
Inda irem limpar, todo o em vós borrado;
Quando não vos conseguirdes vedar;
Por em fraldas, terdes; que defecar.
Sem mais comentários;
O nosso agir…
Por estarmos sempre a ser vigiados;
Mesmo sequer, que a tal, imaginemos;
É bom, que a todo o nosso agir juntemos;
Prudência, pra não sermos mal julgados!
É bom que cuidemos nossas acções;
Tidas na rede, ou na vida real;
Devido ao espreitar tão natural;
Havido em todas as, cá ocasiões.
Por tal espreitar, ser que nós: mais forte;
Havido em tal vontade psicológica;
Vamos, pois, é sem medo, desfrutar!...
De um viver, em que virmos, respeitar;
Dado o medo em nós, não ter qualquer lógica;
Mas tanto, em nós impedir; vermos norte.
Pandemias e nós humanos…
Por já muitas por nós terem passado;
mas tantos de nós cá continuarmos;
é bom com esta não nos assustarmos;
mas somente, com tal; termos cuidado!
Cuidado em protegermos vulneráveis;
que por nosso saber, bem conhecemos;
daí querendo-o, tais, bem protegemos;
tornando-os desta praga, resguardáveis.
Protejamos DOENTES e VELHINHOS;
que estão em tantos lares abandonados;
devido: a às centenas se encontrarem!...
Juntos, daí tanto se alimentarem;
deles, os vírus pra lá transportados;
indo apanhar tais pobres, COITADINHOS.
Civilizações foram dizimadas;
por não termos ciência evoluída;
por tão a termos deixado enfraquecida;
a troco de potências mais armadas.
Tal como, por o nosso evoluir;
se ir dando, de acordo com o aprender;
às vezes aprendido no morrer;
quando em nós lamentamos, tal partir.
O que em ti por não vagar podes perder…
Para ti que tens pra tudo, o poder;
De adquirir: o que possa ser comprado;
Nunca olvides que o havido em ti encontrado;
É que fará, triste ou feliz; teu Ser!
Não te esqueças, pois, de em Ti guardar vaga;
Pra tudo o que em nós, não esteja à venda;
Criando o espaço e o tempo em tua Tenda;
Pra o TANTO que o dinheiro em nós não paga.
Por isso atenta bem, do em Ti faltar;
Tal como: o desse em ti, já pouco tempo;
Restante pra com tal, te recheares!...
Em outrem por não tido, em dedicares;
Ou vagar pra em ti entrar bom alimento;
No havido, em encontrado; em só teu dar.
Nossas falhas assumirmos…
Pouco há de mais honroso que o assumirmos;
Nossas falhas, quando por cá errarmos;
Devido a com tal, a ninguém culparmos;
Por assumir tais erros, conseguirmos!
Que bonito é termos a humildade;
De em nós, reconhecermos o falhar;
Por sermos incapazes de ir culpar;
A outrem num faltar por nós, à verdade.
Pois não há falha maior, cá tida em nós;
Que a havida em a inocente irmos culpar;
Por ditas, por tão só, tais cometidas!...
Daí dando ou não pra ser revertidas;
Ser bom começarmo-nos a julgar;
E a assumirmos, pois, tais em nossa voz.
A nossa SUPREMA inteligência ou (…)
Por Tal ser A inteligência fluida;
Ou seja, A que em nós jamais foi treinada;
Logo ao não nos ter sido ensinada;
Tem em tal, de nós o melhor sentir!
Que sorte em nós tivemos de a Tal ter;
Por diferente da cristalizada;
Essa tal, por a Mesma dominada;
Quando ainda Havida cá em nosso ser.
Vamos, pois, estimar A havida em nós;
Tão vista, em PURO Ser das criancinhas;
Por tão gostosos serem, Seus sabores!...
Pois perdendo-a perdemos os valores;
Havidos nessa delas por novinhas;
Indo após, cá sem tal; morrermos sós.
Nós, o nosso futuro e a em nós POESIA…
Se esta forma de escrita foi criada;
pra melhor entrar em nossas memórias;
nela então, vou citar certas estórias;
que em nós, tal deixarão mais incrustada:
I
Por não passarmos por cá de animais;
do nascer até morrer dependentes;
jamais fiquemos em nós, descontentes;
pois o havido em cada um, voltará mais!
II
Apuremos em nós o Lindo AMAR;
como o havido no AMOR que os PAIS nos deram;
desde o momento em que cá nos fizeram;
até ao em nós dos tais sepultar.
III
Estimemos, pois, cá a toda a gente;
pois todos somos filhos desses PAIS;
que pra nós existirmos deram mais;
que o havido em seu corpo tão em nós presente.
IV
Caso FILHINHOS não possamos ter;
por opção, ou por em nós tal não o podermos;
será bom desses sem PAIS, pois, fazermos;
tão nossos, como o havido em nós querer.
V
Quanto a nossos de cá progenitores;
vamos bem UNIDOS estimá-LOS;
como a nós estimaram, e AMÁ-LOS;
como a nós AMARAM, Tais CRIADORES.
VI
Vamos também cuidar da natureza;
tal como dos seres, em ela havidos;
pois nela, somos por igual queridos;
do pequeno ao com maior grandeza.
VII
Por nela todo o nascido ir morrer;
deixemos, pois, de a vida destruir;
neste em todos passageiro existir;
por vida eterna alguma em ela haver.
VIII
Ponhamos também de lado a traição;
por tanta amargura em nós tal causar;
a troco de um ilusório gozar;
havido em tal, tão efémera ilusão.
IX
Tal como a todo o em nós abandonar;
seja a gente ou ao mais simples bichinho;
trocando esse abandono, por CARINHO;
pra a TODA a humanidade, a GENTE honrar.
X
Pois caso haja UM Supremo CRIADOR;
de toda: a existência deste universo;
a todos garanto aqui neste verso;
que a todo o BOM fazer, DARÁ valor.
Jamais ABANDONES teu /tua Companheiro/a…
Jamais abandones quem te acompanha;
na vida e em tudo tão te acompanhou;
tal como juventude a ti entregou;
por te AMAR, sem ter qualquer artimanha!
Pois sabes bem que somos dependentes;
de apoio do nascer até morrer;
daí, esse AMOR na gente nascer;
pra em velhos, vencermos forças ausentes.
Ausentes, por nosso morrer certeiro;
a nenhum de nós cá, pois, ir poupar;
desde o/a novo/a a quem a velho/a chegar!
Daí retiremos de nós roubar;
a quem a alguém iria acompanhar;
por sempre ter sido seu companheiro.
Jamais ABANDONES teu /tua Companheiro/a
Por sermos totalmente dependentes;
de apoio enquanto somos pequeninhos;
tal como a em doentes ou a em já velhinhos;
tenhamos estes factos, bem presentes!
Por tal, jamais roubemos companhia;
a quem um dia uma pra si escolheu;
quando um gostar em tais aconteceu;
tão forte, que em tais mais ninguém havia.
Porque quem nesta vida a alguém roubar;
com tanta gente livre e tão sozinha;
a companhia a quem de novo/a tinha;
muito por tal, um dia irá penar.
Penar, porque quem se deixar roubar;
é ser que pouco presta em esta vida;
logo não será nessa em outro/a havida;
que um dia o/a tal terá preocupar.
Dizeres de Rui Barbosa…
Grande verdade esta do Rui Barbosa;
quanto ao que em nós se dá, tal refere;
a havido na injustiça que tão fere;
tantos de tais, que vivem vida honrosa!
Que pena em nós haver tanta vaidade;
a não nos deixar ver que em nosso irmão;
que como nós cá pisa o mesmo chão;
sequer pra comer tem PÃO de verdade!
Que pena em nós, haver tanta injustiça;
que pena em nós, não reinar a IRMANDADE!
que pena, O Criador; a tal não ver…
Ou se Vir, parecer, Querer não Ter;
pra erradicar de nós, tanta maldade!...
Que pena, em ELE haver; tanta preguiça.
(Obs. Ver tais dizeres [do Rui] na minha página do Facebook)
Com uma profunda mágoa, por NELE ser crente;
Dizeres de Carl Sagan sobre a crença…
Como tão te enganaste, primo e Irmão;
nessa triste maneira de afirmar;
o que de facto em ti podes julgar;
mas não fazeres do teu, o nosso chão!
Como podes tu olvidar tantos factos;
por ti aqui mal citados: de evidência;
por de facto não estarem na ciência;
só por em nós não ter havido pactos?
Porque acreditar por necessidade;
é como ir bater com a mão no peito;
jamais pra agradecer, mas pra pedir!...
Pedido que ninguém irá ouvir;
por nele haver tão pedir, com respeito;
como o havido: em tua pobre verdade.
(Obs. Ver dizeres relacionados [de Carl Sagan) na minha página do Facebook)
A morte vista por Epicuro…
A ti que tens tanto medo da morte;
dedico estes de Epicuro, dizeres;
para melhor em outrem a tal veres;
porque em ti vê-la, não terás; má sorte!
Logo aproveita é a tua vida;
pra a viveres o melhor que puderes;
porque enquanto em ela, cá estiveres;
irás ver a muita outra, de partida!
Por isso meu cá tão primo e meu irmão;
nada há, como o sabermos valor dar;
à vida que cá temos pra viver!
Porque a morte que já vem a correr;
por neste morrer a ninguém poupar;
é algo que em tais, pois, veremos não.
(Obs. Ver dizeres do filósofo na minha página do Facebook.)
Com satisfação por tal;
Por favor jamais escolhas ser a outra!...
Acredita em tal dizer, prima minha;
porque está recheado de verdade;
mesmo indo contra essa tua vontade;
de só teu teres o que a outra não tinha!
Não tinha, pois, se o tivesse acredita;
não estarias em segundo lugar;
com tanto primeiro a por ti esperar;
queiras tu, pois, sair dessa má fita!
Liberta a tua Alma e essa tua mente;
da má tentação que a ti deu o segundo;
lugar, onde por ti espera o primeiro!...
Livre para ser, pois, teu companheiro;
por também, só; tanto estar neste mundo;
onde por vós espera tanta gente.
(Obs. ver imagem relacionada, na minha página do Facebook.)
Com carinho;
