Lucas

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⁠Era uma vez... Não, para! Que isso aqui não é conto de fadas!
E a história que vai ser relatada é só realidade.
Conta as memórias de uma vida pacata que esmagou a maldade
1996, quatro horas da manhã
Dilatação de 4 dedos, mas não tinha parteiros
A saúde onde eu moro me dá nos nervos

⁠Nome da mãe? Andréia.
Preta, nesse mundo é treta
Quando madura via que a vida era dura
Parecia que Deus olhava e dizia: - Poucas ideias.

⁠“O tempo pode ser um excelente remédio para fechar as feridas, mas por muitas vezes ficará a cicatriz.
A forma de enxergá-las que definirá o que irá permanecer, dor ou aprendizado.”

⁠Se um sábio nega responder uma pergunta! Saiba que existe o fator fugir de " debates" ou "anti capcioso" mais nunca dúvide que ele sabia o suficiente pra uma boa reposta nos fatores da pergunta!.

⁠A maioria das pessoas acha que voce é um otario que nao esta vendo nada mais na verdade voce ta apenas quieto esperando a oportunidade certa para acalma aqueles que te oprime e te trata mau....

“⁠Conquistar sempre terá mais valor que somente ganhar. Temos histórias para contar quando superamos desafios e alcançamos objetivos, enquanto ganhar nos resta simplesmente sermos gratos.”

⁠Não pare pelo que aconteceu, continue pelo que vai encontecer.

Saudade é um sentimento que deixa a pessoa pensar, pensar em alguém que está distante, pensar em ti.

⁠“Um passo importante para qualquer evolução é aprender a lidar com o julgamento. Assim como há a resistência de reconhecer nossa ignorância, as mudanças incomodarão, e os julgamentos virão.”

O Encontro


VELHO:
Olá... tudo bem? És novo por aqui? Não lembro de tê-lo visto antes.
NOVO:
Oi... acho que sou novo, sim. Na verdade, não lembro bem onde estava antes.
VELHO:
Então seja bem-vindo. É aqui que moro, desde que me lembro de existir.
NOVO:
Obrigado. É sempre tão quieto por aqui?
VELHO:
Nunca havia pensado nisso. Mas sim... é quieto. Até agora, eu nunca tive alguém pra conversar.
NOVO:
Que triste. Mas que bom que nos encontramos.
VELHO:
É estranho... perceber que tenho tanto a dizer, e nunca disse nada.
NOVO:
Pode falar. Talvez eu tenha vindo pra ouvir, ou pra aprender.
VELHO:
Não sei por onde começar. É como se as palavras tivessem dormido comigo.
NOVO:
Então deixe que eu comece.
Não sei de onde venho. Parece que nasci ontem.
Mas, ao mesmo tempo, sinto que sempre estive aqui, talvez escondido, ou preso dentro do silêncio.
VELHO:
Que curioso… Sinto em você algo antigo, como se já o conhecesse. Mas não me lembro de ti.
NOVO:
Pois é. Também sinto isso. Como se sempre tivesse estado por perto, só que invisível.
VELHO:
Quem sabe já nos vimos, em algum outro lado?
NOVO:
Pode ser. Talvez você estivesse do lado de cá e eu, do lado de lá.
VELHO:
Como os dois lados de uma moeda?
NOVO:
Ou como a sombra e a luz.
VELHO:
Ou o nascer e o pôr do sol, ou a aurora e o crepúsculo.
NOVO:
Parece que somos iguais… mas opostos.
VELHO:
Será que é perigoso sermos vistos juntos? Talvez pareça estranho.
NOVO:
Por quem? Não há mais ninguém aqui.
VELHO:
Não sei. Mas sempre senti que precisava me manter igual. Como se mudar fosse ferir alguém.
NOVO:
Eu, ao contrário, só sinto vontade de ser sincero comigo mesmo.
Ser, e mudar, se for preciso. O resto não importa.
VELHO:
Interessante… mas qual é o seu nome?
NOVO:
Não lembro. E o seu?
VELHO:
Também não sei. Nunca me perguntaram.
NOVO:
Então somos dois sem nome.
VELHO:
Mas se não temos nome, como poderão nos chamar?
NOVO:
Quem poderia nos chamar, se não há mais ninguém aqui?
VELHO:
É verdade.
Mas agora que penso... eu nem sabia que estava sozinho até você chegar.
NOVO:
E agora que eu cheguei, você se lembra de quem é?
VELHO:
Não. E isso me assusta.
NOVO:
Não tenha medo. Talvez eu tenha vindo pra te lembrar que nunca estiveste só.
VELHO:
Mas desde que chegou... me sinto estranho.
NOVO:
Estranho é bom. É sinal de movimento.
VELHO:
Antes eu só precisava ser. Agora preciso entender.
NOVO:
Ser quem?
VELHO:
Não sei... quem eu era.
NOVO:
E quem você era?
VELHO:
Não sei. Mas era eu.
NOVO:
Então agora somos nós.
VELHO:
Mas eu me sentia bem quando era só eu.
NOVO:
Triste é preferir o vazio à companhia.
VELHO:
Triste é não saber de onde veio, nem pra onde vai.
NOVO:
Triste é não lembrar quem é... mas saiba que agora não está mais só.
VELHO:
Acho que teremos muito a conversar.
NOVO:
Temos todo o tempo do mundo.
VELHO:
Mas o tempo é curto.
NOVO:
Não. O tempo é eterno. Curtos são os momentos.
VELHO:
Então precisamos aprender a aproveitá-los.
NOVO:
Acho que sim.
VELHO:
Pensei que você soubesse das coisas.
NOVO:
Não sei quem sou, nem de onde vim.
Mas sei quem posso ser, e pra onde posso ir.
VELHO:
Me ensina a ser assim?
NOVO:
Não sei se consigo, cada um é um universo diferente.
VELHO:
Mas promete tentar?
NOVO:
Prometo.
Mas antes preciso achar meu lugar.
VELHO:
Seu lugar é aqui, comigo. Agora.
NOVO:
Talvez.
Mas sou novo por aqui.
Ainda não conheço bem este lugar. Promete que me mostra?
VELHO:
Prometo. Promete que vai ficar?
NOVO:
Prometo.


Eu, Lucas

Onde foi parar
O tempo que eu perdi
Longe da sua boca? (...)

Temo admitir, mas não nego
É você que me invade a noite toda
Devo admitir que eu te quero
Sem pressa, sem ego e sem roupa

Lucas Maio

Nota: Trecho da música Ou não.

Talvez à dor que sinto, não é algo permanente, pensei bem, escutei alguém e vi que, é errado culpar o passado; tudo bem que ele tenta me prender, mas acho que eu poderia me livrar dele, talvez toda essas tristeza seja apenas culpa minha. Mas também não é tão simples assim, tenho essa mania de lembrar de tudo como se o cérebro fosse uma maquina fotográfica, como se cada segundo do passado fosse um retrato que, ao passar os olhos rapidamente por eles seguindo cada sequencia, era possível assistir um filme. Todos podem dizer que sou culpado por não me esforçar, mas é o resto da vida que anda a me maltratar. Minha mente projeta ilusões que tornam meu presente insuportável e faz parecer difícil chegar à um futuro de paz. Com o coração destroçado pelas dores que a saudade me trás. "
Ter amnésia talvez não seja tão ruim assim.

A verdade às vezes dói, mas antes sentir dor da verdade do que a dor da traição que a mentira causa!

Se eu fui capaz de aprender a andar de bicicleta, porquê então não serei capaz de aprender com os meus piores erros?

Se as mulheres soubessem do que os homens realmente gostam nas mulheres, não se matariam tanto em academias e nem se entupiriam tanto de silicone.

A diferença entre quem chegou e você, é que quem chegou nunca desistiu

Sobre amor e libélulas
Um dia desses estava escorado na janela de um hotel qualquer quando uma libélula pousou a poucos centímetros do meu braço. Na hora, eu não sabia ao certo se aquilo era uma libélula, ou uma cigarra, ou um inseto gigante qualquer. Nunca soube, e os poucos segundos que perdi tentando classificar o bicho foram suficientes para que ele sumisse. Bateu asas e escafedeu-se entre as árvores.

Eu tenho uma ligação especial com libélulas. Foi correndo atrás de uma que eu me estabaquei no chão, fraturando uma costela, perfurando o baço e sofrendo uma hemorragia interna que por pouco não me matou. Tinha cinco anos e, desde então, convivo com uma cicatriz que me atravessa o abdome, lado a lado. Tudo que eu queria era vê-la de perto, justamente para me certificar se o bicho em questão era cigarra, libélula ou “seja-lá-o-que-fosse”.

Se a necessidade de classificar uma libélula me rendeu duas semanas de internação, imagino o que me aconteceria se eu ficasse tentando classificar meus sentimentos. Inclusive, me cansa ver por todo lado gente tentando diferenciar um sentimento do outro. Se é amor, amizade, namoro, rolo, beijo, ficada, passatempo… Não tenho a mínima idéia, e nem quero ter! São inúmeras as espécies de relacionamento e a tentativa de classificar a todo minuto algo que, ás vezes, é simplesmente inclassificável pode resultar em muito mais do que um baço perfurado.

Ás vezes, perdemos a noção de que cada minuto da nossa vida pode ser o derradeiro, de que cada ligação telefônica pode ser a última, bem como aquela pessoa, de quem você ainda não sabe se gosta, pode ser o seu último romance.

Lulu Santos pediu, a gente obedece:

“Hoje o tempo voa, amor
E escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte, amor

Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir!”

O amor é uma libélula que pousa na nossa janela pouquíssimas vezes. Corra atrás da sua libélula, sem medo de se machucar. Viva o seu romance. Viva o seu último romance.

Um dos maiores poderes do sorriso, além de alegrar, é que ele se multiplica entre o ser humano

Se você só faz o necessário, só terá o necessário.

"Um velho sábio contou-me que não devo temer o falastrão e sim do calado, pois o falastrão conta tudo que faz e o que não faz, enquanto calado está sempre quieto. Sabes tudo que o falastrão pode e o que não pode fazer... Enquanto do calado não sabes de nada."

Deixou sua cabeça tirar conclusões precipitadas
e dizer o que pensava, pois bem ela estava errada,
agora seu coração lamenta sua escolha errada!

Não to atrás do certo não quero nem saber , se tanta coisa errada dá mais certo sem querer ♪

Tenho medo do que nunca vi
Do que nuca senti
Medo de chorar, de rir.
De ver, de ser, de querer ser.
Perco-me no nada, e insisto em
procurar.
O que nunca vi, nem senti.
Procuro o que nunca chora, nem rí.
O que nunca foi visto, nunca foi,
nunca quis ser.
O medo é meu pior inimigo?
Ou meu melhor amigo?
Às vezes tenho medo de tentar
E não conseguir.
Às vezes tenho medo de perder o que
me faz sorrir.
Sim, no fim, é a isso que tudo se
resume.
O medo é inicio, meio e fim.
É o que nos cega, o que nos da à
visão.
É o que nos faz ver onde não há
O que nos faz ver além do que há.

O problema não é organizar, é manter organizado!

É muito estresse pra pouca idade.