Lucas
A pior solidão não é a ausência do outro, mas a eusência de si mesmo: torne-se seu próprio amigo, e nunca estará só.
Não quero ser a introdução,nem a conclunsão do livro da sua vida. Ficaria feliz em ser apenas um capítulo pelo qual você ser orgulhasse.
Humanos deveriam ajudar Humanos, não esses Monstros que buscam gloria, prazeres e riquezas para si próprios.
Pare de viver dentro da sua própria mente; pensando sempre no que irá dizer e no que os outros podem pensar.
Aprendi que para conseguir fotografar tenho que ver além do que somos acostumados, é preciso ter sensibilidade no olhar.
Minha amiga amada Mel (Soneto do amor)
Amo-te como um amigo real... não cantes!
És a mulher formosa aos teus sonhos do amor,
Amo-te como amigo aos teus prantos da flor
A casta noite, e há as belas amizades.
Amo-te um lindo coração à amizade,
O carinho fiel, és tão serena e bela
Amo-te como amigo bem-amado a amá-la;
E todo dia vais sentir-me a bela beleza.
Quero senti-lo a alva formosa sem brilho,
És bela amiga com doce sedução e flor
Amo-te, és tão querida ao meu doce carinho.
A aura perdida, e fui triste e sozinho...
Amo-te como minha bela amiga, Amor!
Sinto-te o belo coração em lindo ninho.
Amor e paixão
Amar! mas um coração que tenha amor...
E que beije o fogo ardente, querida!
Que penetre o meu fogo - luz plácida!
Amor, e que beije a minha doce flor...
Sejam só sempre arrepios e beijos,
Que seja só a paixão encantada...
Dados no delírio - e não só vida
Mas amor... dos amores que têm fogo.
Sim, doce e quente! flor perfeita
Nem virá machucá-lo nos delírios,
Como o primor da sedução e rota.
Amor que viva e brilhe! luz vivida
Nem virá dissipá-lo nos desejos;
Sejam só lindos amores... se têm vida.
A grande amiga
O trescalar do amor, és meu doce coração!
Eis o siso formoso - inda há de amar-vos?...
Há a brisa ardente pelos doces encantos;
Amiga, queres banhar-me a tua doce vulção.
Que as belas amigas vos beijam docemente,
O licor fecundo, como és meu doce beijo
Ao fim do teu coração, o meu doce latejo
A bela ventura sem clamor, o ar silente.
Do clangor ao doce coração, és tão serena!...
A flor singela, o doce carinho sem ar...
Vinhas o meu amor fúlgido ao doce pesar,
Amor, és um doce fulgor à vida eterna.
O teu doce coração, és minha bela virgem!
A aura perfumosa pelos doces abraços;
Eis a urze perfumosa - os lindos beijos
A hera do vosso amor ao doce vertigem.
A baile da amiga
Que ao doce sentimento sem vida possante,
Hão de devorar-me os teus beijos eternos
Tu,que amas o meu doce licor aos carinhos
Que as belas amigas vos amam perfeitamente.
Que o alvor primoroso aos teus corações,
Hás de abraçar-me a doce amizade... amiga!
O licor abrasador aos teus amores em plaga.
Quero beber-te o doce silfo aos corações.
O doce afago vos ama aos teus encantos,
Hás de volver-me os doces sentimentos
Que ao ar silente os teus lindos amores
Senti-me os teus corações mais primores.
Abraça-me o vosso afago aos teus carinhos,
Torna-me a doce amiga sem doudo sentimento
Querida,como és um doce lume ao meu pranto
A baile fúlgida à doce amizade sem cantos.
O amor maravilhoso
O meu langor a ti vos ama sem fulgor,
Quero-te o vosso leito ao doce palor
Se tu visses amar-me o vosso amor
O dulçor há de amar o vosso encanto.
Se tu visses sentir-me o vosso amor,
A aurora do vosso coração sem vida
Vejo-te o teu ser à vida lânguida
És um doce carinho ao vosso ardor.
A feição vos sente aos teus carinhos,
Sou o poeta do teu fogo abrasador
Ama-me o vosso leito ao teu fulgor!
Quero-te a bonina do vosso beijo,
Ama-me o vosso langor mui lânguido
Se eu fosse o teu doce leito fúlgido.
Soneto do amigo (Verso alexandrino)
Tinindo o nosso coração como o bom amigo,
Dize-me o doce carinho ao meu coração
Reza-me o vosso ser vivido à oração;
O fulgor glorioso sem vida ao teu abrigo.
Queres ser o meu grande amigo sem loucura,
Adoro a ti como o bom vate dos amores
Gosto de ti perfeitamente aos teus ardores,
Escrevo-te os bons poemas à tua leitura.
Amigo! Hás de abraçar-me o vosso viver,
A vós,inda hão de volver os lindos poemas
Sabei,como és meu doce amigo ao teu ser.
Amigo! Hás de volver-me o belo poema,
O vosso amor senti-me os teus abraços
Os seus poemas hão de tornar-me aos amigos.
A flor poética
A tua flor é um casto amor,
Ardo o teu doce coração...
A noite bem-amada à flor
Ardo o teu ser perfumado.
Amo a tua flor primorosa,
O primor és um doce langor
Amo o teu doce coração;
O ser bem-amado sem vida.
A tua flor é um doce fulgor,
Colhi o teu doce perfume...
O ser dócil ao teu coração.
Amo o teu beijo formoso,
Florirás o meu divino beijo
Amo o teu doce coração.
Nem sempre nós, seres humanos alvo do amor, damos a real importância para uma pessoa que demonstra um carinho além do normal por nós. Mas sempre demonstramos carinho pela pessoa que nem ao menos nota a nossa existência. Desprezamos um amor sem pena, assim como somos desprezados por quem amamos. O ato de que somos insignificantes chega, exatamente, no momento em que estamos presos completamente na pessoa imperfeita amada. Pois sempre amamos o defeito achando que é a perfeição: porém, nem sempre desejamos a pessoa por uma noite, por um beijo ou, até mesmo, pelo toque compulsivo da mão quente em sua nuca arrepiada; desejamos a pessoa amada apenas com um sutil olhar de bondade, com um sutil gesto gracioso do brilho dos olhos latejando as lágrimas nas pálpebras translúcidas. A dor flama do amor é a mesma dor da renegação frígida.
