Julio Aukay
Você pode me ter em seus pensamentos ou até mesmo em teu coração, mas você nunca podera me ter nas suas mãos;
Celebraremos nossa hipocrisia, nossa falta de amor no coração
Todo nosso ato de covardia, julgamento e falta de compreensão
Toda malandragem, toda violência em um país sem educação
Celebremos os impostos e ao medo de carta marcada jogada ao chão;
Podemos celebrar o rombo financeiro de um estado quebrado
Celebrar a nossa justiça que aos condenados são beneficiados
Celebremos de sermos vistos como um povo desorganizado;
Não fales pelo silêncio da boca
Balbucie na inquietação da alma
Seja a mudança que queira
Com o coração no que sinta falta
Leia-me, mas não me compreenda
Sinta o que tenho a dizer
Admire os meus versos
Busque ser e viver;
Estava a comer com a imaginação as impróprias sensações que rodeiam a minha consciência;
No qual me fazem intitulado, doente por amor;
E sabemos que quão grande é os desejos impróprios que se alojam em mim que canto em palavras poéticas para em um tanto sonhar;
O tempo não espera por ninguém, tanto que ninguém consegue acompanhar;
Máscara nenhuma suporta a astúcia do tempo, o que havia perdido logo vem a encontrar;
O cinismo não é verdade, e o amor falado não pesa... Só o olhar se faz sincero para quem sabe viver da espera;
Sou lúcido nas minhas responsabilidades, mas sou insano nas minhas loucuras;
Ou insano nas responsabilidades e lúcido nas minhas próprias loucuras;
Eu me conheço como ninguém, pois a minha paz se encontra em meu silêncio e o meu coração como um refém;
Não se engane com a beleza exterior, pois a verdadeira beleza está imensurável mente em seu interior;
Não quero um amor faz de contas, não irei me conformar com um relacionamento passivo... Quero um amor selvagem daqueles que se faz quase impossível;
O sentimento que há em mim não é fácil de entender... Não é amor ultrapassado, não tem nome ainda, mas sei que vai ter;
Todos os meus erros foram necessariamente adequados ao meu caminho, pois se não houvesse errado... Não teria aprendido;
