Julio Aukay
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Não estou a mercê da tristeza
Na minha escarpada
A felicidade eu quero
Que não me esqueça;
No meu súbito sentimento me restituo sem tristeza e sem tempo;
Tenho de certo uma essência um tanto inocente e cegamente a utilizo;
A prudência é a mãe do resguardo
E o mestre do arrependimento;
Quando o amor adentra em seu próprio ser
Tudo se torna claro, o seu coração começa a viver;
Não consigo pensar em ninguém a não ser você;
Queria amizades sinceras, amizades que não me julgasse pelo que tenho;
Não quero lamentos a me rodear
Preciso ter força para aprender a perdoar;
Acreditar é ter certeza
Lutar é fortaleza
O sentimento é ter bondade
E amar é ter destreza;
Sempre fui carente de carinho
E realmente não me conheço
Nem mesmo sei para onde vou;
Não provoque o que não conheças
Pois o maior mal é renunciar os desejos despertados;
Os meus equívocos pareceram tão equivocados que não me entendi;
O coração que se mostrava sagrado ao final ficou cicatrizado;
A paixão me deu as certezas, longe de mim no prumo das incertezas;
Sei que vivo uma história repetida
Uma história peculiar ainda não vivida;
Omitir com o coração é enganar a si mesmo;
Adentrei a minha loucura cortejando os meus pensamentos;
Dos nossos momentos é que sinto mais falta;
A minha razão fora extraditada a outra dimensão
E os meus sentimentos foram inclusos em meu coração;
E esse é o meu mundo
Os meus excessos nunca serão o suficiente
E a minha escassez nunca será a minha ultima vez;
Ainda que se perdesse tal sentimento dentro de mim
Não deixarei de acreditar que ainda poderei ser feliz;
Se não conheces o meu barulho
Não queira escutar o silêncio dos meus gritos;
Não ficarei pelo avesso por motivo algum;
Não quero me perder no meu vicio que me faz lembrar você
Ou insistir em ter saudade, quando na verdade
É só vontade de viver;
Eu tenho saudades vazias
E inspiração continua
Em um sonho de amor-verdadeiro
Para te encontrar em mim;