Julio Aukay
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O meu cataclisma não é minha vida, mas a escolhas que o meu coração faz;
O meu amor é o principal advento da minha vida;
Não queira ser intitulado por uma paz que não existe;
A minha proporção é imensurável naquilo que o meu coração deseja;
Não dizime os meus sentimentos só por vaidade;
Não desejo apenas ser necessário
Desejo ser amado e está onde eu realmente mereço;
Peço misericórdia a deus por pessoas
Que acreditam que me conhecem
Pelo balbuciar dos outros;
Eu só me enxergo pelo impossível de entender;
Vamos saudar os mortos
Porque os vivos nada valem;
O meu medo não é pela multidão
Mas entrar pela solidão;
Não entendo o amor próprio meu
Amo minha esquisitice e espanto-me
Quando nem sei quem sou;
A minha inquietação está fora do meu alcance
Onde não encontro os meus benefícios
Nem sei por onde ando;
Se o meu coração deseja mudar
Então que assim seja;
Às vezes eu penso que não tenho espaço nesse mundo
Que minha residência é longínqua daqui
A cada passo em meu caminho
Percebo que o reconhecimento próprio
Acaba sendo irreconhecível;
Sei bem... Não sou importante e o que escrevo
É inspiração, sendo que a inspiração
Nada mais é o que os outros escrevem;
Se devo ser visto como uma criança
Então que seja Uma criança rebelde;
O amor verdadeiro é impenetrável
Não desgasta, não desata
Não dá desculpa, não é ciumento
É simplesmente amor;
O coração enxerga o que os olhos não entendem;
Suas responsabilidades dependerão de suas atitudes;
Mede-se a própria força pela paciência;
A desordem não cria desorganiza;
A minha fatalidade é interior, minhas respostas
São intensamente vulneráveis, mas principalmente
A minha força de vontade é superável;
Amar é olhar com o coração;
Reconhecer não é uma obrigação
Mas sim um padrão de admitir
O espaço entre o limite e a perfeição;
Os escravos construíram a história
E a história escreve a luta do trabalhador;