Julio Aukay
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Se eu tropeço! Não foi por eu ter errado, mas sim por que insisti para dissipar qualquer vertigem de medo;
É intrigante a confiança quebrada;
Com fé! Saibamos que podemos mais, mais do que pensamos que podemos;
Os meus sentimentos podem ser intensos, quando direcionado a quem convém amar;
Venho no contraste da vida, recitando o melhor do meu coração;
Equilibrado por entre a esperança imenso sentimento de paixão;
A minha solidão é conveniada ao imenso desejo de não se sentir só;
Qual seria a palavra que consola o medo de amar?
Milhões de pensamentos vagam por entre o momento de descansar!
Quem foi que disse que amar não é sofrer?
Sentir desejos é apenas um ato humano;
Ó mulher de tão belos olhos de safira, tens um encanto da joia de jade!
Tua graça me convém, como a inspiração do sereno da noite;
Sequestra a minha paz, como se não houvesse coração;
Sustentando ao mesmo tempo... coragem, segurança e paixão;
Eu amo como jamais ninguém amou;
E eu que tanto te amei, busco o sentido de um amor retribuído;
A impunidade é gritante aos desencontros do que seja certo ou errado;
O meu medo real é o dia que eu não consiga expressar com palavras o meu coração;
Felicidade ainda é pouco para com o que quero, com quem amo!
O que almejo vaga pelo infinito figurativo;
Minha imaginação é fértil no qual, define o grau de inspiração verdadeira ou sincera;
O que mais almejo é a sabedoria em abundância e não a condição de poder comprá-la;
Queria falar sobre a minha arte que não é vista como contemporânea!
Mas sim como alguma bobagem sem importância!
O absoluto não é sincero e nem muito menos verdadeiro;
Nosso entendimento tem limites, a grandiosidade de Deus não!
A sabedoria se perde, mas não morre;
A loucura se mata, mas não se perde;
Mas a verdade não se perde e nem morre e sim se revela na hora certa!
Agente sabe que é amor quando gostamos de quem nunca gostou de nós mesmo;
A nossa beleza única de cada dia;
É vaidade em um todo, sentido pela maioria;
O medo faz com que o homem não consiga viver;