Julio Aukay
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Não desejo um amor vil que no qual, faça-me cético a vida;
Mas sim um amor eloquente que dê asas para voar, sonhar e realizar;
Que outrem tenha certo júbilo pela vida e não pelo interesse escasso;
O meu ápice está ligado aos sorrisos sinceros, perdidos em qualquer lugar;
A lógica do coração temeroso, porém gostoso sentimento de amar... às vezes justa, às vezes injusta!
Faz-nos forte, fraco... faz humano como somos;
Canto em júbilo ao vosso ventre, a glória da felicidade;
A arte é o milagre rigoroso da mais branda composição;
A ousadia dos indelicados é a ausência dos suspiros docemente concertados;
Confesso-me-ei tão imenso o amor nascente por ti;
No entanto, quero um acidente sentimental que no qual, entrelace os nossos corações;
Sejamos agradecidos pela vida e pelo que temos;
Não julgue pela intenção se não certificar-se da ação;
Sei que ainda existe homens apaixonados pela vida, mas não apaixonado com o caráter verdadeiro;
O que seria da vida se todos nós fôssemos Caxias, precisamos de um pouco de rebeldia;
A qualquer distância o coração bate embalando os devidos sentimentos;
Reconhecer o próprio pesar é ter virtude no coração;
Quase me perdi em acreditar na ilusão da falsidade;
Sei que devo resistir, superar e insistir;
Mesmo tropeçando, não posso desistir;
Preciso amar sem me destruir;
Eu que sou um pecador sem a mínima inocência, quero salvar o meu injusto destino;
A cautela escondida ainda se pode esquecer;
O amor é uma faca de dois gumes, um lado corta e feri;
A outra corta e completa, veja o que mais vale à pena!
É abominável saber que o amor é baseado no interesse;
Na minha vida sentimental, o que ficou! Não foi eu! Quem errou, mas sim eu fui o único que amou;
E é provendo certas situações de quê a vida se é mais duradoura;
Frases sem concordâncias ou sem conjunturas são palpites de caminhos imaginários;
Mas também pode ser o ideal ainda não idealizado!
A vida começa a fazer sentido quando se aproxima do fim;
Absolutamente não há mentiras sinceras! Assim como nunca haverá verdades inventadas.
Minha força não procede do que o meu corpo demonstra, mas sim o que minha alma não deixa transparecer;
Admito o quão pequeno sou e dependente de Deus;