Julio Aukay
Chama-me de safado! Mas não acreditam quando digo o quanto você provoca o meu juízo
Desatinando a inocência das mais puras intenções... Infligindo a razão
Mas, contudo sua indecência desenvolve a minha imaginação...
Tua língua tanto me tenta em um pecado carnal;
Domina o meu eu e me faça o seu amor
Deita seu corpo nu sobre o meu
Para amenizar o que você chama de dor;
Me aprisiona e me conserta
Eu quero o seu afago
Me ame com toda presa;
Digo o que não quero quando a raiva me consome
Por ciúmes me desespero tenho medo por um instante
Instante de perder! Perder o teu olhar de admirar o meu prazer...
Te amo sem juízo na verdade nem sei por quê!
Só sei que não consigo viver sem o teu querer
Percorro o meu caminho para feliz poder te fazer
Tenho sonho de dar-te o mundo por isso escrevo para você;
Tenho tantas mãos para te satisfazer
Com o meu toque indecente te faço enlouquecer
Enlouquecer com as minhas safadezas
Que são intensas para você;
No interior da minha alma há um poder verdadeiro
De querer... Poder e pegar para fazer de algum jeito
Jeito de mudar e até mesmo transformar
Pois nem um mal vai me atingir ou me fazer parar;
Será! Será que algum mal tentará me atingir?
Se tentares será uma pena por que
Cairá antes de conseguires;
Se os meus pecados são os desejos dos teus pensamentos
Farei das minhas saliências é realidade dos teus sonhos;
As verdades têm seus lados para quem quer ou não enxergar
Tendo um ponto continuativo ou não para quem deseja ganhar;
Mais sinceridade e menos arrogância
Menos hipocrisia e mais amor à vida
Mais atitude e menos presunção
Menos dedução por quê sem prova não temos paz no coração;
Caminharei contra o vento pelo que valer a pena
Pois não me importa o que vier só peso que me entenda;
O surpreendente é um risco ao momento
Mas o que se deve admitir: Que é perfeito
Maravilhoso e prazeroso no que faça
Inesquecível ao pensamento;
