Julio Aukay
Emociono-me em virtudes, pois meus excessos ditados por natureza em meu caminho... Talvez coragem... Talvez medo, o importante mesmo é viver um amor verdadeiro;
Eu só quero amar e ser amado com a mesma intensidade que possuo em mim... Não preciso de ostentações para provar o meu valor...
Perdoai o meu olhar fatigado, um olhar desiludido que sintetiza um ser frustrado... Na tristeza de não ter sido capaz, no meu coração em guerra ainda não entende a paz...
A minha vida um tanto fragmentado deu-se tamanha sensibilidade na segunda fase do meu romantismo, mas sim me apego ao meu próprio conhecimento...
Quero ainda dar uma virada, pois mais vasto que seja ainda sim não cabe a minha dor... Dor de amor como em um mundo caduco, cantarei os meus versos um dia a ti mulher... Eu lhe juro...
O que é o amor?... Minha reflexão entende que é uma face neutra que explora sentimentos que toca o coração com sentimentos pouco conhecido;
A tradição resgata o modernismo seja feminino ou musicado certo místico para remeter o abstrato com o sensibilizar...
Ei que a voracidade da inconfidência medieval se prende ao épico sem o tempo perdido, porém a arte que transita o romantismo;
De todo coração ao meu amor! Rendo-me, me curvo sendo atento zeloso para com todo sempre e todo tempo que com a própria face dou-me a bater com maior encanto...
Quero vê-la, Quero amá-la em certo eu ei de cortejá-la para viver a tua alegria e sorrir a tua vida;
O meu descontentamento é que não seja imortal assim como não sou, mas que dure o tempo que for;
Ao mesmo valor que o homem tem a violência... A mulher tem ao amor... Tem a rosa e a feminilidade incumbindo à serenidade buscada pela paz...
Ó homens que pensam em ferir! Dar-ser o momento hereditário para que não tenha o tempo inválido sem sorrisos ou arrependimento...
Ah mulher és a esperança com o teu cheiro, teu perfume... Carregando em teu ventre a esperança da paz... Do amor para tanto acabar com a dor...
Compreenda o meu silêncio para entender o meu coração porque se não será em vão sentir-se atraída por minhas palavras...
Falo-te através da minha guitarra com sentimentos sonoros dando-lhe o entendimento em uma escala cromática...
Em alto e bom som explico-me em um compasso com duração de nota pontuada, sem pausas concretas tornando a minha ligadura convencional a você...
Pois eu também amo em bemol e sustenido sem transposição de tonalidade ou tempo... Não me altero com momentos agudos, pois o meu Bend duplo é a técnica de acalentar as minhas ansiedades;
Não demonstre medo mesmo por que o meu tapping consiste na combinação de hammer nos e pull offs para completar a minha harmonia;
Percebo que da minha vida eu adquiri certezas da qual me fizesse pensar que sou capaz de gritar... Não me rendo enquanto viver a esperança de alcançar a felicidade!
Mais vale uma atitude verdadeira e consistente do que palavras nobres que relatam o sentimento financeiro;
Não tem como dar conta de um harém, mas se pode e se deve dar carinho e atenção em proporção igual a toda mulher;
Tendo as devidas certezas de que nunca houve amor ou até mesmo paixão, ainda sim acreditava em algo bom;
Ah... Perguntas-me se ainda acredito no amor? Acredito na sensibilidade que paira sobre o meu coração e em tudo que consiste na palavra amar...
Entendo o encantar de uma mulher... Seu sorriso, o brilho do olhar... Não promete só faz nós amarmos;
E se desejarmos intensamente o amor, expressando de forma imensa para o nosso coração?
Pensarmos principalmente um no outro e ainda sim lutarmos com a coragem pela felicidade?
Será que se instalaria tal sentimento que nos fizéssemos àquilo que sonhamos?
Vivemos a saudade pela distância, mas ainda nos amamos... Desperdiçamos momentos da felicidade, contudo o coração ainda bate...
