José Coutinho
Há coisas que o brasileiro ainda faz bem: jejum, jogar futebol, fé na mega sena. Entretanto, há uma coisa, que muito brasileiro não faz: sentido.
Quando me atrevo a escrever sobre o amor receio ser acusado de plágio, mas se minha frase expressar um sentimento verdadeiro ele é único, não pode ser cópia.
A causa da demissão da maioria dos treinadores de futebol no Brasil é o aumento de impostos. Quanto mais atletas impostos pela diretoria, menos tempo ele fica.
O ideal é que numa equipe de futebol todos tenham os pés no chão. O grande empecilho são os zagueiros adversários acostumados a suspender os atacantes habilidosos.
Num jogo decisivo de futebol, destinar 10% dos ingressos pros torcedores visitantes é uma cota de sacrifício.
O gol é o momento sublime do futebol quando a bola atinge as redes do adversário num lance de cabeça ou num toque de mágica.
Para ganhar o Brasileirão não basta um estalo, é preciso planejar e executar seu plano. Não se ganha um campeonato desse porte com um simples estalar de dedos.
Tamanho não é documento. Caso contrário, dinossauros não estariam extintos há milênios, baleias não correriam risco de extinção e ratos não estariam se multiplicando tão facilmente em tantos setores.
Se um velhinho diabético casar com um doce de coco de morena, a própria virgem dos lábios de mel, pode ser fatal.
À medida que as eleições presidenciais decisivas se aproximam, verificamos que há eleitores mais no ar do que poluição.
O brasileiro comum já se acostumou a pegar o touro à unha. Afinal, a única saída pra quem nunca recebeu nada de mão beijada é dar a cara a tapa.
Antes de comer um sanduíche natural, verifique de onde é natural a alface, o tomate, o pão, a maionese...
O craque de um time de futebol que dá passes milimétricos poderia jogar até no meio de campo de time de botão.
