Gilson BIttencourt

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No fim do dia você anda lentamente para casa
Com um sorriso no rosto e o íntimo de um milhão de olhos chorosos
Você segura a lâmina com as mãos trêmulas
Preparado para não errar o corte final
Eu nunca consegui fazer o que era preciso

Inserida por gilson_bittencourt

Era amizade ?
E eu troquei por paixão ?
Ou era amor de verdade ?
E ela que fez confusão ?

Inserida por gilson_bittencourt

Talvez seja muito melhor você não se importar
Então poderão lhe machucar e não haverá problema algum

Inserida por gilson_bittencourt

O único risco que represento
É o risco da ponta da minha caneta

Inserida por gilson_bittencourt

É da natureza humana sofrer mutação
É da minha natureza questionar os porquês
Quem sou ?
Não sei...
Um dia sou apenas o vazio que resta
Em outro brinco de felicidade e a roda da vida gira
Sou um transeunte a procura de algo

Inserida por gilson_bittencourt

Não sei como é o mundo sem o amor, o mundo do amor é o unico que eu conheço e as pessoas amorosas são as únicas que conheço.
Até o momento não conheço outro mundo ou outras pessoas.

Por acaso elas existem ?

Inserida por gilson_bittencourt

Tem palavras que são ditas e esquecidas
Tem palavras que são ouvidas e incompreendidas
Tem palavras que são ditas pelo pensamento a qualquer momento
Tem palavras que são ditas pelo olhar para julgar
Tem palavras que são ditas pelo tempo a cada ausento
Mas quem sou eu para julgar ?
Se me sinto mal levanto e dou tchau

Inserida por gilson_bittencourt

⁠Voando no Mundo Azul

Ainda lembro as nossas conversas
Tão tarde da noite assim
Eu te chamava dizendo seu nome
Você ficava assim
Com aquele sorriso
Aquele olhar
Tão linda quanto a madrugada
E um sorriso escapando de mim
Eu não queria mais nada

A gente no mundo azul
Voando no mundo azul

Ainda lembro aquele fim de tarde
Tão perto do pôr do sol
Eu conhecia a menina mais linda
Você era assim
Tudo o que eu
Sempre imaginei
Tão linda quanto o fim da tarde
Naquele dia junto as escadas
Eu não queria mais nada

A gente no mundo azul
Voando no mundo azul

Inserida por gilson_bittencourt

⁠Se não houver tempo,
Não temos nada.

Demorei para entender que algumas portas não se abrem;
Não são caminhos para trilhar...

Ele viu todos os espelhos do mundo
Mas nenhum refletiu sua imagem
Ele pode contar todos os segundos
Mas nenhum minuto muda sua coragem
Por que será?
Por que será?


Olhe novamente, olhe novamente...
Parece estar tão diferente.

Em cada canto um olhar
Em cada olhar um canto
Um novo sorriso pede passagem
Uma passagem pede um novo sorriso


É a saudade pedindo bênção para voltar.

Flor sem espinho para os momentos de dor...

A serenidade é um mar de ilusões
O mar é um misto de tempestade e brisa
A natureza do silêncio habita a vaidade e a modéstia
O abismo entre eles se difere não pelas palavras, mas pelos resultados.

A serenidade é um mar de ilusões,
reflete calmaria, mas guarda abismos.
O mar é um misto de tempestade e brisa,
um sopro de paz que se desfaz em fúria.
No silêncio repousa a natureza dupla:
ora vaidade, ora modéstia.
É nele que se escondem intenções,
não ditas, mas reveladas em atos.
O abismo entre elas não se mede em palavras,
mas nos frutos que cada gesto deixa.
A vaidade ergue muralhas invisíveis,
a modéstia abre caminhos de encontro.
E assim seguimos, navegantes incertos,
entre ilusões e verdades,
entre tempestades e calmarias,
buscando no silêncio o eco daquilo que somos.

No jardim que o silêncio cultiva,
a mão que acolhe não fere a haste.
Se a dor é maré que nos deriva,
que o afeto seja o que nos baste.
Pois na areia de cada destino,
entre a fúria e o manso carinho,
o gesto humano, puro e divino,
é, enfim, a flor sem espinho.