Edna Frigato
Um sorriso sincero, um abraço apertado, um olhar carinhoso e uma xícara de café quente logo pela manhã melhora o astral e faz qualquer dia mais bonito.
Novo dia, novas cores, novos sonhos e novas esperanças colhidas logo ali junto aos primeiros raios de sol, na aquarela do infinito.
Gratidão pelo carinho diário, pela atenção, pela companhia, pela leveza das palavras, pelas vibrações afetuosas e por essa energia bonita que emana da sua alma.
Coisa de mulher
Quero colo, cafuné, abraço apertado, chamego.
Quero xero e muito dengo; andar de mãos dadas na praça.
Quero beijo demorado e sms de amor.
Quero dormir agarradinha depois de um beijo na testa e um dorme com Deus meu amor.
Quero teus olhos nos meus, cinema e uma música nossa.
Netflix com pipoca no travesseiro do teu peito.
Quero flores, chocolate e todas aquelas coisinhas gostosas que homem jura ser bobeira, mas que mulher não vive sem.
Palavras são pesadas demais para integrarem à leveza desse cenário mágico. Elas podem romper a harmonia do riso que com tanta suavidade se espalha pelo ar.
Entre confete e serpentina chega Fevereiro sorrindo, e no ritmo da bateria mais uma vez abre alas para os foliões mascarados, para a alegria e a fantasia das festas de carnaval.
Todos os dias somos bombardeados por tantos comentários infelizes que pra ser feliz só nos resta ignorá-los.
Às vezes basta um sorriso tímido, um olhar de gratidão em direção ao infinito e até mesmo o som de uma lágrima caindo no solo deserto de nossa alma para que seja recebida no céu como prece.
(...) Bendita seja essa bagunça que nos vira do avesso só pra mostrar que a vida tem outros ângulos, outros odores, outras texturas, outros sabores, e outros cenários incrivelmente belos.
Mulheres sentem duas vezes a dor do parto: o dia que o filho nasce e o dia que ele parte de casa para viver a própria vida.
A felicidade é uma menina simples. Anda por aí sorridente com seu vestidinho de flores, pés descalços e laço de fita no cabelo. Chega sem fazer alarde e da mesma forma se vai sem que ninguém a veja.
Perdemos tempo demais procurando nas pessoas virtudes que não têm, ao invés, de desfrutar das que possuem.
