Douglas Liandi
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Honestidade psíquica, a arte do improvável.
Quem insiste naquilo de que não precisa, acaba recebendo sempre o que não merece.
Dois benefícios a se fazer com frequência: cuscuz e terapia.
Cuidado com as “autoajudas”! Às vezes, é necessário desistir de muita coisa: relacionamentos abusivos e/ou fadados ao fracasso, amizades que te estagnam, compromissos que te afastam do seu propósito maior etc.
A máxima de que “vencedor nunca desiste” não se aplica para tudo.
Às vezes, é desistindo que se vence.
Sucesso se mede na esfera do ordinário.
Papo bom é aquele que tira várias “certezas” e te enche de questionamentos.
A dura tarefa de ser “normal” aparentado com o Id.
Dei descarga num monte de certezas.
A pior forma de se viver é seguindo “convicções” alheias, não suas.
Se eu preciso me esforçar em demasia para defender uma convicção diante do contraditório, talvez necessite rever o quanto acredito de fato.
Sempre irão exigir que sejamos perfeitos, mas a maior proximidade possível é uma mente que não se reprova naquilo que valida.
Muitos riem daquilo que os atemorizam, não como uma forma de diminuir o medo, apenas como resposta inconsciente.
O que te sobra além de angústias?
Verdade é sempre o que defendemos. Apenas ao bel-prazer do animus.
Quanto mais você se conhece, aumenta seu desconhecimento acerca de si.
Toda verdade "libertadora" traz consigo sua algema. Toda!
Cuidado, você pode estar criticando um erro pontual alheio que já virou crônico em ti!
Onde estão as relevâncias de uma vida bem vivida?
Não há vitória em qualquer batalha, portanto, lute primeiro para escolhê-la bem!
Não há demérito em abandonar velhos conceitos. Siga em sua promoção!
Outrora pontes, hoje muros. Relacionamentos humanos não são estáticos.
Quem é quem depois da verdade?
Vejo vivos andando como mortos, não querendo esquecer os mortos de sua vida.
Não sobre estar certo, sim, sobre manter sua sanidade.