Celso Roberto Nadilo
o demônio queima seus olhos...
com ideias que mundo te devora,
te diga que o amor é infinito,
prepotência que faz sua alma queimar...
para o desconhecido vai desejar sangrar...
enorme meus sonhos pesares
que lhe passo por mero desejo,
para onde se dirigi se no clamor
da batalha que lhe diga formosa...
solidão espaço profundo entre
as vórtices de ilusão, desejo
por assim então, compreende
o mundo nos deixou por pouco,
as estrelas foram desaparecendo
momento a momento sem questionar,
sombras de sobras de outras eras...
veja tudo pode ser magico...
quando acordo vejo no teus olhos
a fome da vida...
todos falam de um paraíso
tantos sonhos, somos abandonados...
e todos olham com desprezo
parece tenho uma doença
eles olham para suas vidas vazias.
num beijo negro de minha alma
viajo na tempestade...
e quando a vejo está chorando...
estou no seu deleite...
ate que a morte nos perdoe por viver
momentos tão intenso...
sobre momentos alienados,
defiro os desejos que minha alma,
se deferi as delirações do silencio,
que ser derruba com com olhar frio,
tudo perde se com alças do tempo,
que vigente em de repente o vazio,
trama, entre pensamentos espaçados
então tudo está em chamas,
até a escuridão parece convidativa...
pelas sobras dessa vida exclamo,
porque o nada é expressivo,
pois abrange a harmonia que espairece
em tons de cinza, parece esboçar
valores que desaparecem num momento,
sua voz ecoa no fundo da mente.
Sou vento sussurra entre desejos impuros da alma,
que se desespera eternamente em tua busca...
desejo lhe mais que nunca será apse da minha vida.
entre as nuvens
tentei olhar seu coração,
todo parecia tão normal...
quando a gravidade foi desafiada
por seu corpo nu...
até os espíritos ficaram nas rochas
que escondi seu espírito
ninguém compreende...
o quanto desejei te amar...
entre as luzes da noite,
vou gritar pois ninguém pode ouvir uma maquina,
nessas vidas que deixei lhe encontrei...
nos escombros de mundo devastado...
pelas origens da vida dei meu coração
que sangrava em abundantemente ouvi
os sons do teu coração perdido...
a noite cai sob seus pés,
ao longe ser que desdem
as sombras lhe desejam...
meu beijos são apenas
mortalhas que se desfaz com tempo...
seja tudo o passado profundo
entre outras fases o luar
te banha com uma beleza singular...
Está noite quero teu ser
nos devaneios da minha alma
meu ser se arrasta pela madrugadas,
sendo ausente meu extremo ser,
vagante sinto pairar sua alma
sobre meus flagelos
se dão por momentos que a morte
lhe beijou num silencio eterno,
em que foi unica nesta vida,
cálida como boa ventura,
de outros momentos passa
como uma nuvem no meu céu,
seja teu mel entre murmúrios,
seus desejos que são transpostos
no desejo alma...
Dias quentes sobre o seu desejo sonhos que domina a alma. Desvaira... Desvairada.
soltos sussurros beira da loucura,
palavras voam ao vento desejando
o teor que se depara em tua voz,
passa algoz, seresteiro,
bem querer maldiz sobre uros
dos ventos beijos profundos...
vespertino linda
sóbrio momento que a luz...
depara fontes que estão
defronte ao horizonte
desejo minha morte,
de longe reparo que tudo passou
ao nada desdenho...
Adorável, sentimentos
Paixão. Dominante
Dor de amor que com a primavera
Deixa a paixão com desejo
O desespero e coração.
Se abate a emoção.
Em dias de verão se faz amor
Diante a luz do luar
Se dormi ao sol...
Se deixa se levar pela a maré
Ate baixa a balada da conspiração...
Que se investe com uma dose de sedução
Até que tudo seja mais uma madrugada.
Num sonho de verão.
pensamentos tardes
sob o amor...
semelhante voz do além
madrugada...
aos lugares longes
pesares no passado
a luz que vaguei no meu desejo...
mesmo na cegueira não temerei a escuridão...
entre tantos momentos esperei te ver...
mesmo nas minhas angustias,
estaria sempre entre tua companhai...
nos céus tento olhar, mesmo sem poder,
espero tua grandeza,
e assim sinto tua presença...
nessa vida...
sem destino te amo,
por um momento sinto sua presença...
diante todos estou vivo,
nas mortes que tanto abracei,
por melhores de anos...
tens tudo a perder
sobre tudo os pensares
pesares pois nunca sentiu
o desejo do amor...
pobre anjo...
que acreditou no teu amor...
caindo para morte...
aos laços da noite,
sobre o sangue,
a paixão que tanto desejou,
em devaneios de sangue,
tudo é um paradigma,
no parador do dogma...
o paraíso dos céus,
até o luar dominou
tuas ultimas palavras,
em teus olhos escuros,
a vida terminou...
A liberta afoga há alma na mais pura
sedução que dilacera a cede,
mais não pode chover o tempo todo.
pois as correntes que prisona
alma mas, nunca vão domar o espírito.
em tantos momentos são dados por perdidos,
e reatam o fatos que ainda amamos.
entre as margens da solidão,
vejo primor dos sentimentos
que ardem ate queimar o coração...
sobre os intervalos dessa vida
vejo escuridão que abraça
minha vida num caos tão brilhante
e convidativo todos parecem
meros figurantes sobre um luar.
devore meu coração,
beba meu sangue...
seja meu desejo
se alimente da minha vida...
sinto seu coração bater,
estou com fome...
me dei seu corpo...
vou beber sua vida...
deixa te amar ate morrer,
vou devorar seu coração...
olhe para os céus, ninguém vai te ajudar...
quando perceber, tudo será um sonho que morreu...
enquanto seu coração sangra
ninguém vai olhar para os seus sentimentos.
Ar que me falta...
entre o mundo triste passagem...
amor doce teor,
quando então estão em teu coração,
extremo pois ao fundo do poço,
astros, que desdem as mortalhas
dos estantes que se passou
um dia no passado seria a paixão.
Dores de mundo ausente disperso...
Pelo o ador reluzente do tenso terror.
Que se expande passivamente
Entre entrelinhas da escuridão.
Claramente desejo o destino.
Ausente de tudo para todos.
Revolto sentimentos por sua vez é única...
Barreira que pretende desejo puro do amor.
tudo que nos lembramos é hora do café...
mais um gole sabor do teu corpo nu,
na beira da loucura pensamentos são como o ventos,
um gole de insanidade... um gole do momento puro,
que prazer único... temperança do fervor do teu corpo,
uma lagrima, gole doce, revolta de sua natureza,
num copo o infinito do espirito...
