Celso Roberto Nadilo
num mar de ilusões somos pequenos barcos sem destino...
cobrimos uma grande distancia dentro de um coração...
tudo está dentro de um tempestade de sonhos
que caminha num sono profundo como a morte
nas margens sujas somente a morte,
de toda tristeza não tem pingo de esperança,
no estados não tem água ou peixe,
somente lamentos de uma lama sem fim,
dos prólogos existentes o vasto imponente
Rio tão doce cheio de magia e historias,
agora vive num diluvio de sujeira...
perdido num mar morto,
pela despedração,
todo rejeito dessa impressa,
pura ambição deixa um rio de lagrimas,
dos quais somos punidos nos ares de um futuro
incerto a crueldade da ganancia revela se,
as orbitas da vida se transformou,
repentinamente, tudo desapareceu como...
mistério da vida do Rio doce
cidades morreram montes sumiram
lar doce lar desemborca num mar azul de esperança,
no amor latente nas somas do do coração afio,
os disparates do ser humano,
para onde foi a vida dos animais e daquelas pessoas?
a conquista de uma mulher...
sempre será uma fronteira de aventuras
num coração cheio de amor
nas maiores musica seria tudo pelo teu amor,
como um dos maiores sonhos do meu coração.
num beijo sinto teu amor
como num trovão sinto teu coração,
tudo pode estar em chamas.
e seus olhos puros no imenso vazio,
grito que te amo,
todos olham assustados nos braços da morte,
a simplicidade da musica toca notas do teu coração...
espalho meus sentimentos pelas estrelas,
tudo pode ser uma suposta surpresa
os sonhos torna se tão reais poucos segundos,
desdenho toda forma de amar tão distante da realidade.
olho para os laços da solidão.
cobrindo minha face gelada num estado eterno,
dos quais sobrevivi com a ilusão da sua voz...
coisas fantásticas acontece quanto ainda vivemos.
nas latitudes da alma.
se dispersa no horizonte,
um mar de ilusões
tão pequenas flores
reluzentes que deixei nessa vida
de detalhes obscuros
na solidão do coração
inflamações, dos quais abito os céus.
Vou te amar para sempre...
Se o para sempre for uma gota
num oceano quero navegar,
nas sombras do luar meu amor.
Embora soa como laços da eternidade...
Somos fruto do pecado que desejo a cada momento e segundo respiro o seu amor.
Lamentável seja a frieza imposta pela corredeiras do amor... Simbolismo...
Sendo após está apologia do romantismo.
Que o digo meu algoz frio e sonolento...
Esquecido por seu amor... Infeliz decadente.
Sou mais sofredor de uma paixão...
Entretanto desmerecedor infeliz meu coração..
Unicamente amor gosto puro solidão...
Em cálice cálida minha vida sois sol e a lua...
Entre esses deixei um mar entre minha vida.
O sentido flui para o sentimento puro e eterno...
Vago simplesmente por amor até a paixão...
Conseguir o abraço meu amor um pouquinho
Mais adiante me deslumbro com a felicidade...
Ilusões medianas ate relapsas do compasso
Deslumbre teu amor, perdida minha voz em silêncio.
seja uma flor no coração...
seja despedida tanto adiei
torne se a unica da minha e espirito
viva um dia de cada vez
enumeras vezes até que dia sinta
a vontade que a vida seja simples
como um beija flor unido a sua alma...
em tantas mais te beijei com carinho e amor
numa sintonia sem fim,
o amor que tanto amor e desejo a cada momento,
até nos espaços em branco da minha vida,
está sempre numa expressão tão bela,
que na memoria a marcadores de texto,
como pode ser?
pois sim não por acaso que meu coração ainda bate
mesmo latente e velho escolhi parte da vida para te ter,
em cão da mente em muitos pensamentos perdidos
está sempre muito viva na minha alma meu amor.
O luar paira sobre a morte...
Nas suas mãos a vida se foi
Não tentei chorar
Sobre o silêncio ainda sonho...
Imaginei um segundo depois
Que bebi último gole de vinho.
Estamos mortos enterrados em segredos...
Olhe para os céus anjos estão morrendo
Sem o perdão dos céus.
Tão agonizante
Porque viver se amar ainda morrer.
No que se amarrar porquê é amar.
O pequeno coração que se detêm,
Em meados sorrateiros dessa vida,
Glamour de um olhar ,
Seja néctar dos deuses,
Ou até mesmo a perdição dos homens,
Derradeira fonte da vida meu amor,
Repleto de felicidades apenas um sonho,
Menos que um gole de uma bebida...
Mais que porre sempre sem cura te amo.
Caindo pelas esquinas da vida me declaro,
E dai o não importa parece sou tolo
Talvez por mais uma vez vou te amar para sempre.
Os anos se passam o amor é mesmo e dai
Que importância tem isso...
Meu amor sempre será puro e sincero...
E ainda que perdure pela eternidade...
Continuarei amando mesmo que o para sempre acabe.
Gritos na escuridão...
Momentos aflitos...
Que tanto se repete...
Dentro da solidão...
Marcos de luz e tristeza...
Monumentais a discrepâncias...
Do amor sendo sentinela...
Desta vida de desencontros...
O retiro para o qual deixei...
Meu coração habitar sua alma...
Que paira sobre os paradigmas
De uma paixão sem dono ou tempo...
Apenas o amor que corre em nossas veias...
Flutuante sobre o abismo de tantas vidas....
Passamos momentos tão curtos...
Ao mesmo felizes num breve estante...
A vida passou outra começou,
e ainda temos o amor.
As cores perderam o sentido nessa vida,
Tristeza vinculada nos maiores sonhos,
Obscuros nos caminhos,
Desnudo sentimento glorificado no teu amor,
Recorro tais ilusões para que solitude seja amena
Mas, virtude recita formosas palavras nuas,
No estante que caiu numa chuva de amor,
Sendo infinito a grandeza que ilumina nossas vidas,
Igualmente a relatos de nossos corações perdidos
Em plena perfeição do teu coração.
sua voz ouvi claramente,
seu coração chova com amor,
seu sentido era luz do meu amor,
sempre o brilho do sorriso
encantando meu amor,
tão livre para voar
sobre asas da paixão,
que carrego no coração,
me diga meu amor porquê,
doe essa paixão,
só quando não te beijo meu amor,
simplesmente meu amor está lá fora
em algum lugar pensando no meu coração.
se rebelo não quer mais ir embora...
de minha vida,
apenas a paixão comprimida,
nas madrugadas sinto meu chorar.
luar do meu amor singular
a tua alma no meu destino.
seja glorioso doces famintos
sentimentos passados por...
entre tantos o destino...
meu amor um ponto na escuridão
de um universo aonde minha paixão
é apenas você meu amor.
abraçamos a noite com gosto da morte,
as sombras recaem nas ondas do luar,
abito suas frases com doce amor...
sendo mais uma madruga de agonia e paixão
a espero com desespero de uma vida inteira,
em desatino descubro teu corpo nu
para vida de amor e prazeres,
abraçamos os maiores sonhos
de uma paixão de vulgo...
seu nome para meus sonhos.
selado em um ícone do meu amor.
Somos muitos e nenhum
Do alem do ser distorcido...
Em muitas vezes jogados
Entre pesadelos da realidade.
O fonemas de palavras jogada ao vento
Suas lagrimas devoram meu Amor
Em linha singela... Doce de minha vida.
a ceiva do medo
sempre está enraizadas
nos dogmas da alma
que resplandece a cada alvorecer,
iluminado sua alma até luar nascer
de vontades e desejos em pleno ar,
docemente pura tristeza de minha alma
Docemente meu amor
Puramente minha vida
Meus desejos viajam pela eternidade.
Somos cúmplices de um crime de paixão...
Reluto de fantasias e fetiches...
Numa cama até o amanhecer de nossas vidas.
na arvore da vida eterna paixão,
sentimento sempre brota em superfícies sem vida.
no qual debulho infindáveis desejos do seu amor.
No horizonte da minha dor...
Neste momento que mente é um hospício...
De tantas indagação de doses repetitivas...
Afastado as dores de uma paixão.
Anoitece em minha alma,
E as correntes do meu amor
Ardem meu espirito...
Em uma fronteira de dissabores,
Devoto o enxame da vaidade,
O sangue deixa tão faminto por sua alma,
Devoro muitos sonhos em uma noite sem sono...
Vanglorio sua vida até limite do sabor do teu amor,
Mesmo entre as lapides de todos que conheceu...
Na eternidade foi passada nas entre linhas...
Das profundezas nada muito novo apenas...
As extensões do caos e solitude...
Que se abate nos confins da alma,
Os tenores da escuridão repassam...
Todas virtudes que assolam os maiores pesadelos.
Reluto as sombras da solidão em marcas pesadas,
Sendo o máximo ao extremo das grandezas dessa vida.
v--v
Nada pode ser real
tantas mentiras fazem sangrar,
minhas memorias são feridas em baixo da pele,
e entre seus lábios queimam...
desejos que deliciam
moldando, docemente,
invadindo suas profundezas,
de prazeres imagináveis...
a dor é sempre da prazeres
mais que o alem...
as correntes fazem sombras do tempo
serem pequenas gostas de gostosuras
que sobre impõem desejos extremos do amor.
