Celso Roberto Nadilo
Retratos de traços fundamentais
tirados sonhos prováveis...tiranos
vadios opositores a que cultiva,
sombras inóspitas de tantos valores,
retiro que acho pois o achismo...
mera coincidência, centelhas perdidas,
tantas memorias, para que se lembrar?
se cada fato poço imenso vazio,
tantas pessoas tão pouco valor,
se diz se faz nunca mesmo,
ate mesmo é obsoleto,
virtudes massada pelo menos,
atrativos desperdiçados,
Tantas verdades e mentiras
observo os mortais,
nessa insanidade da vida,
as tramas são profundas,
sem maldade entre eles...
sinto as profundezas do inferno,
não busco por clemencia nem piedade,
apenas cumpro minha sentença.
por mais que tente compreende los,
são mesmas sedentas fontes de dores.
mesma busca por prazer os condenam...
a perdição de suas almas imortais.
são parte do meu que assim seja,
que aqueles que caíram dos céus...
pelo que amaram foram jugados...
pelo eterno amor seja único sentido,
entre as leis dos mortais as tabuas
sejam sagradas e leis dos anjos eternizada
com regras que poucos entenderam,
nenhum mortal ira ver ate chegue sua hora.
por celso roberto nadilo
A morte se torna gloriosa diante meus sonhos,
meu mundo perdido em sonhos reluzentes,
vaidades primitivas no caos dos meus pensamentos,
traições de proposito aderentes a supremacia...
daqueles olhares de falsidade sem conteúdo,
pudor do terror adversos sob zombaria, assim seria,
calado meus adores improprio a encruzilhada, desse,
destino cruel e faceiro sem a dor não a amor...
feitos o direito da submissão acalentos, pela fervura...
da paixão paranoica, deslumbrada, para aqueles desfruta,
o direito opor desejos além do prazer mortal...
insanidade sinos irreais a tua centelha, numa fogueira de paixão,
tantos cálices deixados nos cacos da tua realeza,
zombas por mais atrai teu corpo nu a vareza de muitos,
transpassados sonhos vendidos, ao menos o caos é extremo...
como a magia perdida seja canção teus olhos,
nas profundeza da morte.
A abadia devastadas mera morte,
cálida deslumbrada imposta,
ate seria mais se julgou,
pois ate passou,
diante lagrimas que nunca chorou,
semeados embora um deserto secou...
diante o planto retrucante
não se revelou pois do nada se calou,
sendo muito brilhante doce clarividente...
inóspita felicidade o faria mesmo sentido...
sepultado nessa fronteira de tua vaidade.
entre tantos retratos uma única nota...
diante tua palidez já morta ...
desejo fúnebre eterno, selado,
com tantos pensamentos,
involutórios esses resquícios,
tantos esquecidos esquecidos...
foram meros pingos de um passado...
que nunca se calará diante teu olhar...
o brilho seja um soneto deixado para eternidade.
por celso roberto nadilo
Nossos monstros devoram nossos sentimentos,
nessa vida remota de tantos terremotos...
estamos mortos pelo ador atroz
fora de um mar de desilusões...
marca tão profundas que nunca teve cura,
nos passos tantas virtudes...
bem como transpõem esta vida...
em tantos momentos sejam relevantes...
triste caminho sempre mais um sonho.
por celso roberto nadilo
Lembrança de um sonho antigo que está muito vivo,
aqui dentro não sei como começa,
sinto o céu azul cheio de nuvens,
vejo o chão de terra batida com muitas flores arbustos,
sinto cheiro da lagoa e barulho da cachoeira,
a água corre forte, olho mais uma vez vejo rosto do pai,
refletido no espelho de água, do nada sinto ar.
a gravidade me joga nas profundezas escuras...
vejo um galho que paira pela margem como salva vidas
mas, isso não parte da minha natureza...
nadar pois não se afogar um questão perdida no tempo,
que era aquela dor no peito que queimava como ódio,
ao mesmo a tristeza que se abatia... magoa...
sobre sombra chegar a margem ouvir meu filho,
estranho não foi assim o silencio cobri-o aquele lugar...
... como manto... que nunca revelou verdadeiro sentimento.
tentar ouvir suas ultimas palavras é enigma que carrega...
para eternidade, não busco tal resposta ou tal sentimento.
apenas guardo muitas lembranças dos quais passaram
como um sonho nessa minha vida, mesmo ar que sinto daquele dia.
por celso roberto nadilo
Muitas vezes não me sinto mais humano,
a premunição acho normal nos humanos,
mas isso em mim muitas imagens de futuro
que não conheço ou ate mesmo atos das pessoas,
não pedi isso nem sei como controlar isso,
o poder mover objetos para mi natural com...
minha ira... mais sei mundo esta mudando a todo momento,
parte da evolução humana, ou, acho ou coisa não sei...
seres com poderes somem sem deixar rastros da sua existência...
anjos ou demônios caminhamos por está terra...
dita terra de ninguém outras horas.
nossas lagrimas são perdidas no tempo,
tudo parece ser um jogo de fantoches,
sentenças amargas como fel perdido,
servos mortos por apenas um amor,
que mundo nunca deixou tocar... minha flores...
sempre te espinhos marcados de dor.
o equilíbrio da dor entre o prazer...
o profundo sentido da alma...
entre as marcas do tempo...
o amor é imortal nas trevas da dor.
A alma de anjo toca profundo...
tantas guerras por amor a Ele,
nunca tocamos a mesma canção...
profanamos muitas juras pois eles...
são imperfeitos incapazes de ver a grandeza...
dos céus, mesmo amor nos condena,
a cair dos céus, e aprender a viver entre eles.
Tantas coisas passei magoas se passaram,
neste momentos devotei meus maiores sonhos,
foram - se, bem com tudo que tive tudo passageiro,
momentaneamente puro sentido,
naqueles momentos perdidos,
ate me pergunto horizonte perdido,
tantos momentos tão pouca felicidade...
que tudo se foi como um sonho...
partido por tudo tenha tido como á vida...
tão passageira e atroz no sentimento...
dispersa como fumaça de um cigarro...
nos lábios de um meretiz, coadjuvante de submundo,
abandonado pelos humano e querido pelos anjos...
do apogeu, de onde suas almas são frias...
como o mármore gelado e estático.
por celso roberto nadilo
obscuro teor afio,
sem muitos ou poucos
sentimento meros atos da escuridão.
tudo numa sombra gloriosa num manto...
preludio virtuoso espaço vazio,
entre palavras espaços,
nada tem sentido,
apenas vulgaridades,
seladas ponta luxuria,
musica que cantares,
triste notas que murmuro,
nunca foi um canção...
ate fundo a proliferação...
a ti aberração fardo...
que nunca se arrepende
ser obtuso ato fedonho....
suja o amor com tantos apegues.
virtuosa pranto ardi-o...
como uma febre sois a perdição.
tom fugas de meias tonalidades,
entre meios partida que floresce...
murmuro entre luzes sem sentido.
dizeres que sois um sucesso.
apenas vulgares o teor aubrito
seria um marco apenas então...
um martilho da cultura falada
como musica que tocada
em tuas cavas mais profundas
atrativo deixado por tais
nunca é feito por artista...
é murmurado entre frestas,
de um mente que busca...
essa ostentação tão falada
praticada por pequenos...
sonhadores relapsos...
puro murmuro.
por celso roberto nadilo
Escravizado por tentar amar,
Sem fronteiras
encontrei minha liberdade...
mais nunca fui o mesmo
sem meu coração...
abandonado, foi custo da liberdade.
cinzas foram se
parte do corpo...
não tenha medo
não tenha vergonha
o corpo tem necessidades
entregue se pois o corpo tem fome
ninguém é estranho
sinta o desejo
morda os lábios sinta prazer
se delicie mexendo seu corpo
tudo um prazer sem fim
não tenha vergonha
sinta a fome do desejo
te queimando por dentro
te delicia de varia formas
deseje o prazer tem fome.
Se ela te ama, demonstre o amor, se é amor a um futuro se é mero prazer reate te coração pois amor tem tuas facetas.
A sepultura de meu espírito, nunca descasarei.
Entre as farpas do silencio, sinto as balburdias.
Sob teus dizeres compreendo, desatino, sonho purpura.
Es meus sonhos e também meus pesadelos,
Informais monumentos, tão cegos e bêbados.
Os templos de amor, que cultiva nesse mundo distante.
Apenas palavras sobre um tumulo, que sentido...
fazem ate que nossos corações se toquem.
A dor pode transcender no breve prelúdio,
nunca seja um pacto de solidão, verazmente atroz,
Me pergunto com clarividência, que nunca será.
Entretanto sublime ate metamorfose.
celso roberto nadilo
Trevas trazem desejos, inexplicáveis.
desejos da carne, febre da alma.
como corvos que devoram o espírito,
virtude morta de tantos direitos,
sendo infinito para sempre,
de muito vidas nessa existência,
sinto teu coração no profundo...
mesmo assim me aventuro...
nas abas da morte estou,
este fato me deixei uma posição
além do conhecimento...
nessa solitude dos meus pensamentos
atravessam as amplitudes...
o prazer é uma dor profunda ainda assim
através do amor, ador tem infinito proposito.
O sangue é gosto da vida dos mortais...
O sangue é sentido da saudade...
O sangue é silencio de tantas atitudes...
O sangue é passado de tantas ilusões...
O sangue é o alimento da alma...
O sangue é a vida nessa morte,
O sangue é gosto perdido de nossos sonhos,
Ferozmente o desejo clama faminto por valores,
que nunca foram apenas passaram de fronteiras
aonde estiver o proposito da fome infinita...
diga que nunca foi faminto pelo desejo?
diga nunca sentiu vontade de beber a vida?
sendo assassino de tuas vontades...mortas,
como as verdades que consome a alma.
O demônio na minha alma consome minha virtudes.
meus segredos são impuros sentimentos,
caminho entre os mortos e sorriso pois posso mata los
meus sonhos são trevas em um impuro desejo.
Minhas magoas são parte do destino
como as enchentes nas planícies
tudo se transforma em solitude
entre o silencio as simplesmente singular,
as batidas do coração se calam na imensidão.
como as nuvens passeiam pelo céu azul...
que nunca se acabou diante um sonho bom.
mas as magoas são o fel da decepção...num pesadelo
o vento que passou deixa marcas profundas,
que nunca passou...
nesse manto do qual nos perdemos tudo que passou.
