Celso Roberto Nadilo
...Meu espírito...
Dentro do mais profundo beijo a morte...
Hospitais cheios...
Tento controlar minha mente perturba...
Só tenho remédios que me farão mau...
No simbolismo do atendimento às horas passam apenas palavras no engano...
Finalmente depois de muitos tempo vejo um médico...
Lamentável não há o que fazer pois não temos mais uma vaga...
Somente restou a farmácia ou boteco...
Sinto os sintomas de uma doença que me fez me apaixonar por você...
Seus olhos vermelhos me faz lembrar somos animais...
Minha língua deslisa nas minhas obsessões...
Desejo rasgar suas carnes...
E a noite denuncia nosso amor proibido...
Deseja me beber e provar e me provoca no seu status...
Tantas vezes disse que nunca mais o faria isso....
Lambi suas lágrimas que escorre pelas suas coxas...
Sou um fantasma em mundo esquecido no seu corpo...
Gemidos e rastejar de correntes assumem os desejos do seu coração...
Quem se cala consente e assume o risco da perdição eterna...
Suas mentiras são parte da nossa história...
Divulga suas lindas fotos num mundo vazio...
Perfil fake... Suas palavras são suficiente...
Viajei na suas ilusões....
A vida continua até que enfim morremos por amor...
Sinto muito mais não presto...
Seus lábios me enganam quando estamos na cama....
Minha alma sombria e imortal
Me faz viajar por eras...
Em tantos dramas senti em seus olhos se perderem na imensidão...
Corro atrás da vida...
E meu coração partido...
Sua vida escorria por minhas mãos.
O feitiço que vibra por minhas células...
Faz sentir o deslumbre dessa vida...
Tentei mudar mesmo... Juro que tentei...
Ainda me embriagado pela vida...
Desejando seus corpos sem almas...
Amor idólatra...
Condiz com a ausência...
Amor perpétua.
Fugaz no teor do desapego...
Mero poema que queimou o espírito...
Nas brasas acesas da ternura...
Envolto no suicídio... Da paixão paranóica.
Término da vida perdida para sempre...
Sou divergente espírito errante...
Nas sombras julgo meus medos...
Sendo minha alma sombria...
Sentimentos foragidos...
No remanso do amor...
Debulho em tantas vidas...
Ciladas do destino...
Mero desejo profundo...
Laços de ternura...
Assombroso temor de minha paixão...
Alma singular no meu pior ainda assim faz parte do meu passado...
Experimente...
Deliciosa da vontade...
Suculentas...
Uma mordida...
O sabor mexendo e saindo
Muito gostoso...
Com jeitinho de selvagem...
Mantendo o movimento...
Jeito maroto...
Doces e travessuras ...
Para cima revira olhos...
Espera o momento certinho.
Encontra o equilíbrio das coxas.
Se mexe com gracinhas...
Mantendo ritmos rebola...
Hum hum achei chuva esbraveja
Mordidas gosta disso...
Está rindo... Hum hum...
Se delícia mexendo gostoso.
Incluindo, sabe o que é bom...
Senti pode fazer de tudo, sacanagem...
Nas sombras do olhar...
Sombras que dão o desatino...
Sendo sincero vivemos apenas até amanhã...
A morte se torna roubada...
Num sonho profundo...
Mero desejo que a vida deixou...
Desejo que rasga o peito e se entranha na pele.
O perfume do teu corpo embriagado...
Nós antros sombrios sinto saudades...
Não é fogo nem o castigo da condenação...
As lembranças de uma história bonita que terminou...
E as visões e imagens são o maior atributo do sofrimento...
Pois a solidão te faz feliz,
Depois se cai no esquecimento...
Os anos tornasse realidade das décadas...
O fruto do amor está amar a cada instante que passou...
Mesmo sendo amor platônico...
A tanto tempo perdido pois nunca mais amou...
Um anjo tocou seu corpo inerte diante o brilho esplendoroso da luz que abandonou....
Suas lágrimas cobriram rios secos e almas sedentas...
No sepultamento do querer foste tudo que amou....
Nem sofrimento se comparou após a perfeição dessa existência...
Até o apogeu se dá o infinito do amor...
Assassinos da natureza...
No aspecto mundial um dia não haverá mais Árvores animais...
O que vão destruir?
O que será feito de suas vidas vazias?
Será tem vergonha na cara?
Nos abraços acordos?
Vendeu alma ainda coloca uma de ovelha...!
Será que futuro plantamos...
Árvores são queimadas ou cortadas
Depois o lugar era lindo cheio de magia.
Aonde vai viver os indígenas...?
Aonde vamos perpetuar as nossas herança cultural...
No submundo trabalhamos...?
A esperança da sub existência é mais dia!
O que animais vão esperar do amanhã..?
Rios poluídos na busca do ouro...
Pedras preciosas.
Traficantes de animais tristeza do mundo.
O valor do mundo se perdeu...
Vamos viver em outros planetas e fazer o mesmo que planeta sofrerá.
Será que é verdade de nossas vidas perdidas
Será o legado da humanidade?
Tristeza lembrar a beleza que se perde dia a dia...
Espírito melancólico...
Doente por coração partido...
Patologia do desatino...
Sendo o ápice da apologia do amor...
Tragédia que consome alma...
Prólogo dos céus no sentimento errante...
Mero desejo de amar....
Profundezas do querer o resquício,
Sentença da paixão que termina no final de três anos... O que restou pode se dizer que é o amor.
Espinhos da madrugada...
Espinhos que tanto amei...
Ferida aberta que faz desejar...
Gemidos que encanta as horas que se passaram...
Momentos bons até em sonhos...
Ao derramar o desejo encanto entre sua vastidão...
Nós frutos do asfalto...
No ápice do simbolismo...
Bêbados dirigem...
No momento que ciências divulgam seus avanços...
Ouço rio poluído correndo antes tinha vida abundantemente agora tem vida sobrevivente.
No final de tudo pense e plante árvores...
Pinte seus telhados de branco a atmosfera será um pouco melhor.
O alívio que passa nos dias atrizes...
Parecemos atores...
Num paradigma superficial...
Abraçados um apogeu de pandemia mundial...
Festas felicidades são top...
No demais a doença se expande na poliferação desmedida.
Natureza se recupera do ser humano...
Mais queimadas e desmatamento são contínuos...
como salvar a vida?
se esvaindo recursos ambientais...
Nas sombras penso nas linhas tortas da humanidade.
A floresta será queimada a família inteira tem fome!
Os fazendeiros precisam de riqueza...
A natureza devastada precisa de vida!
Transgênica
Transgênero
Transposto.
Alucinações
Genética
Anjos...
Extraterrestre.
Alteração molecular.
Experiência extra corporal...
Objetivos corporal
Acessão intelectual...
Transgênicos...
Fato do consumo...
Operação da base do livre arbítrio...
Disfunções neurológicas.
Reações programada...
Evolução trans humana...
Fatos ocultos...
Sentimentos ocultos
Transposto a iluminação...
Fato todavia consumismo.
Introdução do contexto...
O propósito sempre é um clássico...
Nas maiores virtudes as grandezas fundamentais são ilusões num instante da escolha.
O fato todavia iluminado nunca vê o contrato por completo.
O controle é o fato não pode ser transmitido
No sentido homogêneo.
Sendo transverso ilusão imposta Pela paredolia.
No ser mais profundo se tem divergente.
O espírito livre transmuta a sua vontade.
Anjos caídos
Amor que sentimos...
Desejo nos define...
Amor perfeito...
Luz que evolui...
Desejo rasgar alma...
Sentido nos sonhos...
Virtude que amor seduz...
Vida continua nas linhas do infinito...
No momento mais profundo que vida lhe devorou...
Vazante da madrugada..
Sussurros em murmúrios
Lamentações de desejos.
Desenhados no teu corpo
Atos que deixam espinhos
Tais máquinas corporais
São transpostas nas sombras...
Para as quais desejos são o maior atributo...
Corpo que se esvaindo...
Corpos amontoados...
Corpos sem vida
Sem medidas...
Nos trens despojos de nossas vidas...
Somos empurrados e separados...
Números nossos corpos...
Somos definidos por nossas vidas...
Somos envolvidos pelas que somos...
Mesmo assim continuamos...
Fornalhas queima os corpos...
Somos envolvidos pelo vírus...
Parece dias negros sem luz do sol...
Mesmo condenados pela existência...
Arcamos com a esperança no futuro...
As sombras rostos mascarados...
Atributos de uma proteção...
O sonho de igualdade...
Tantas pessoas se foram para eternidade...
E a aglomeração urbana transmigra em tempos da segunda grande guerra...
Nos guetos era separados e a rotina de medo...
Dava desgaste da sobrevivência...
Ausência da compaixão...
A crise denuncia o holocausto...
A arte seria ideal para descrever cada homicídio... Cada vida perdida.
Agora no mais profundo dos sentimentos.
A obrigação agrada o espírito até que esteja contaminado.
A quem culpar?
Vidas ceifadas...!
Serão lembranças confinadas...
Sobreviventes com sequelas que se difunde...
Sem meias palavras como gados bovinos...
Assim respirar fundo e agradecer aos céus...
As sombras parecem nas restrições...
Lembranças e marcas de um tempo só mais velhos lembraram...
Tão breve quando o recado escrito num pedaço de papel ou de madeira.
Talvez nunca seja lido ou visto...
Meus sentimentos no descanso da minha alma sombria nunca vai se calar pois meu espírito está livre.
Diante da morte o espírito luta por liberdade.
Mesmo que esteja condenado...
Sinto muito por não poder dizer o tanto que te amo.
Do Trevor as trevas da alma..
Do terror enorme amor.
Dialeto da alma perdida...
Nas sombras definições....
Para os quais a paixão eleva no extremo da alma.
Atributos da alma...
Sentimentos que flui sem querer...
Se titubeia ao se tentar amar.
Nos braços do destino...
Tão breve quando morte...
Se deseja viver...
Nos guetos negros do coração...
Sublime sedução...
Telespectadores...
Amantes são singulares e julgados...
Pelo crime de amar...
Selando seus lábios mais vez antes da morre...
No entanto o que dizer de uma fuga...
Nos instantes dizer que te amo
E pouco e pequeno diante da imensidão...
O que faria? No momento linear...
Pois é uma vez que poderia amar...
Qual é sua escolha, difícil de descrever...
Pois é tudo que temos para os céus sejamos únicos num reino de estrelas...
Tudo poderia ser fatídico aceitaria...
Pois tragédia é um ato insano.
Bem e...
Quando atos poéticos seria.
Em suas mãos a mesma sensação trêmula...
A cabeça que a tempos atrás a beijaria...
Lhe devorou num paradigma...
Pergunta lhe que destino?
Quais desejos deixou meus lábios...
Seria perfeito como a constelação que me deu!
Púrpura como a visão de outro mundo...
Da quais abracei no teu leito...
Os jeito impossíveis de declamar...
Idem a poeira estelar destes a vida um sonho...
Diante as cordas da imensidão a larguei a sorte...
Tão pouco a simplicidade tentei voltar...
Nas dobras do tempo minhas lágrimas se perderam...
Sendo o fruto do seu conhecimento abracei forte com a gravidade...
Sussurrei aos ventos embora seja uma lembrança é tão quente que inspira a realidade.
Sonhos doces ao luar que se perde entre as nuvens...
Imagino as paisagens inúmeras vezes para ter a certeza que ainda a tempo apreciar a noite antes de amanhecer...
Sendo os fragmentados de uma outra vida...
Imagino vivenciar o continuo momento...
Reconheço teus lábios frios na noite serena...
No meu algoz o olhar distante no outro amanhecer...
Sendo distinção do orvalho uma lágrima em seus olhos que viajam por mares mortos...
Planícies secas pela sua vida desregrada...
Abrange os sintomas de um novo mundo...
Inóspito clamor que no profundo silêncio arrebata alma com a origem da vida.
No doce rio manso ainda existe a voz te encanta...
Nas sombras das estrelas te encontro...
Beijando as sobras do seu amor.
A velas dos barco se enche de esperança..
Pois é terra a vista do novo continente...
Doces poesia dos sonhadores...
Contemplação de tais sentimentos floresce com amor...
Na narrativa minha verdade que morre em cada palavra...
No sentimento de cada sílabas engasgada na garganta...
Retruco o que sinto ninguém percebe que bom.
As horas são obras do acaso...
Tentando se debater no fel do ador...
Porque existo sem o amor e porquê existe...
Dentro a aspiração remonto a meados de um amor.
O que é o amor?
Diante aos pesadelos...
Me apego muito no estranho desejo.
Replico a paixão...
Uma teoria que verte na certeza que nós abala.
Utopia de outras auroras...
Enfatizo o momento propício...
A união perfeita... Juntos para sempre...
O julgo inesperado parece ser único.
Muitas felicidades, afeição
Um ignorante sempre arranja um jeito de acreditar nos absurdos imposto por um demente...
Diante e a vista de uma nova crise...
E anteriormente seria ideal mas provavelmente seria oculto por conteúdo inapropriado...
Ainda assim estaria assistindo...
Suas loucuras são avisos de um novo capítulo...
Nas definições digitais....
Avisos de publicações implícitas....
No aflorar da divulgação ao vivo...
Seu alto ego espairece em pleno ar...
Ressonância do sentido ambíguo...
Se debate no mais profundo do seu ser.
Ilustre...
O desejo encarnado pelo prazer...
Mero poema que morre em teus lábios.
As sombras parecem dançar..
Nas mãos do sentido ambíguo.
Sois a melodia que toca na vitrola...
Entre o canto mais lindo do rouxinol sois minha vida...
Sois amanhecer de todos os dias...
A febre que envolve seu corpo no meu braços...
Até que horas seja tarde para qualquer um...
Entre as velas do candelabro tem luz do seu olhar..
Mesmo no fogo da lamparina sinto o mel de lábios...
Devassos instantes que dizer de um rádio velho ouvia suas novelas.
Como canto do sabia fechava as portas de casa....
Via as crianças brincando com dois copos e um barbante... Se tinha fofocas como comadres das esquina...
Fogão a lenha era luxo na cidade se falava de modernidade...
De linda palavras pronunciadas com requinte...
Assim era a felicidade num estado de sonhos.
No início da luzes no horizonte ....
Silêncio absoluto...
Sendo virtude um sonho.
Bem breve quando a vida que passa...
O silêncio a tomou...
Seja feliz ou triste a chuva te faz sonhar...
A chuva projeta a vida...
No simbolismo eterno da vida.
Podemos marcar nossas almas
Como marcamos nossos corpos...
Em meros fetiches vividos...
E essas marcas sobrepõe aos nossos sentimentos...
Profundas como suas vidas...
Expressões que dão ao devaneios alegrias...
E essas felicidades cobrem o destino.
Ressurge a luz...
Sentir e sentir porquê ainda viver...
Nas sombras do regaço acolhedor... sonho..
Da se quiser a conversar sobre as lágrimas.
No momento que aspecto de tuas mortalhas...
Assoberbada... Glamorosa... Lábios que me faz calar.
Ainda teria a felicidade até sentir seu corpo frio.
