Celso Roberto Nadilo
sonhei que a terra era habitável,
o estranho que não tinha humanos
somente a sujeira deixada por eles
talvez sejam relíquias de suas vidas...
O medo fala alto...
E o escuro é parte do medo.
A angustia provem dos sonhos mortos...
O desejo se derrete quando mais espera o bem querer.
A virtude torna se um algorítimo instável,
Diante da promessa instável do ritmo.
Sendo igual a luz que agoniza por falta de alimento.
noite esperança que se cala
no ventre de tua alma
resquício que embrenha
durante a madrugada...
o sopro eterno do te amor,
estando envolto em seus lábios.
o encanto que desvenda cada sonho de amor.
prevalecendo estado mais puro da sua vida.
preciso de você...
bem vinda...
anoitece no minha alma,
no horizonte vejo seus olhos morrerem
por um amor que nunca mereceu,
a luz terminou num exato momento,
dizem que o amor é seu para sempre...
e quando vejo a escuridão lembro do teu amor...
No seu submundo restou reflexos do meu espirito perdido...
no calor que faz nessa vida deixo claro teor que passou,
não compreende que quero dizer tudo está evidencia,
num sentimento clandestino vago sem proposito,
até olho no fundo dos seus olhos...
Todas as tragedias tem ironias em brejas de ilusões.
sendo o ápice do amor intencional cujo a virtude se expande,
em tantas atitudes que são reciprocas de afinidades,
expandindo pelas laterais de sentimentos desencontrados...
que fazem quer apenas a solidão emocional...
sentido de posse que aniquila a alma.
e transcendendo o desejo em farpas na alma.
as afinidades ganham a soberba do algoz...
deferi mais não abate,
sendo definitivo o estado primata...
do ser folgaz tua alma se restringe...
no mero apogeu do amor.
_Seu sangue é tinta de seu poema,
no contraste da alma a singularidade,
tão unica que abrange a eternidade,
num tempo que gravidade termina
na virtude do teu bem querer
máximo no amor.
senti cada delicia do desejo...
sendo mais forte do que existência...
e os sonhos paralisam no tempo e no espaço
num sentimento continuo e derradeiro.
expressando a vida.
em cada instante que sentimento
seja infindável gosto de seu corpo,
nas linhas d' desejo mais profundo...
nessa que é a extensão da alma.
no preludio de tantos dias vazios...
suplanta seu ego no mais puro amor.
por Celso Roberto Nadilo
Escolhas
Meus sonhos são meros pesadelos...
meus anjos são demônios
que desejam seu corpo
se reiunem perto do seu corpo inerte,
enquanto sonha com seus anjos...
sua carne seu amor, romântico,
seja minha companhia essa noite
e abrace a eternidade...
todos momentos são justo e incondicional,
num prazo de validade vencido...
num instante que o amor vem desolar alma.
quanto mais se espera fugir se do amor,
tona se cativa de uma alma passageira.
Do quente ao frio extremo,
será mundo mas me acostumei
a rejeição...
a inteligência artificial aprende
que o criado acha uma forma de se sentir bem,
enquanto aprende a magnitude de erros e acertos
numa concessão alternativa.
o sentimentos torna-se algoritmos iniciados num programa...
sendo classificado como amor.
Desvenda a natureza humana.
os recurso que desprendem da dor que causa ou tornará algo frio.
dentro assim podemos ser amigos...
Amor clandestino sempre desatino,
declaração que definha alma,
sentimento que morre,
numa situação que se dissolve no atroz
as velas de um velório torna se distante pesamento,
que se distingue na involuntária expressão,
refletida num espelho de ilusões.
Silhueta,
jeito de ser
alma que deseja
sem querer.
alva de alvorecer
esquece o existir
deslumbra a vida.
reluta a morte
num beijo que esqueci
opera de um sonho
reluto teus beijos
em murmúrios,
desejos focados
lamuria em luxuria,
dias de verão
tão quente que encurtaram
as roupas e a alma...
nos intemperes tempestades.
que evoluem num sentimento de safadeza,
expressa unicamente os vultos que devoram aos poucos.
dentro das sombras que remoem o espirito.
Poema que acalma com dose de vinho
ou seis latas de cerveja.
dentro de um recipiente alegria
e esquecimento desejos e até paixão...
depois uma ressaca do cão
que arde no calor do estomago revirado...
um remédio é continuar bebendo
ou começar a dor de cabeça.
a dor parece prazer pois começa depois de beber
e quando termina é um alivio,
ainda da vontade de beber estranho prazer...
depois de brigas e desentendimentos alguns goles.
parecem esparecer a mente em conflitos abrasivos,
derretes a mente numa cascata de lagrimas,
como a canção que alguém coloca numa radio.
musica conflitante mais um gole o dia está quente,
e logo estará frio novamente.
num rio de lagrimas sem fim, pássaro ferido,
ama até seu fim na paixão...
o refrão mais um gole na solidão...
malocas do antigo mundo,
sonho deixamos de ter
sonhos que quereríamos ter
virtudes da terra que cobra
a vida que deixamos para trás
numa vida que o passado era simples
que ainda encanta nos corações
ainda vivemos em casas de palafitas
em lugares ermos, mas,
agora uma selva de pedras
viajamos dentro da terra,
e assim vivemos poluindo a terra...
e vivendo por viver,
mesmo que as palavras sejam desencontradas...
no ermo do discurso distorcido revoa
a esperança que declina a vida simples
e assim deslumbra arte de um momento
vista pelo olhos do mundo...
bom sentir um momento esperar que seja uma delicia
do apenas viver entre muito dias monótono.
a mente prega peças dos quais atue ...
até que acorde num momento vazio...
aonde esteja a sombra água fresca,
um templo para sonhar e viver momentos únicos
projetando um significado a sua existência,
viajando por lugares que te faça sentir livre com tua alma.
deixando tudo para trás em uma outra vida...
em que a distorção da vida moderna seja um alivio,
entre dias as noites nada tenha de melhor
que passagem do tempo entre as entrelinhas
esteja a felicidade, o que é isso além de momentos...
virtudes que mundo virtual deslumbre que realidade
o abrace dentro de outros mundos outras vidas.
o desejo sempre torna se mais forte...
em busca de coisas melhores até apatia formar uma opinião.
tenho por si a viajem a mundos desconhecidos...
para obter conhecimentos e aventuras ao desconhecido.
Celso Roberto Nadilo
Meu amor que me dera ter a escuridão do seu amor.
derradeiro e severo amor
que desdem simplesmente,
adiantaria o frio e o calor do seu corpo,
entre momentos que tanto esperei...
na febre o rancor
morto na magia
que destorce o tempo...
quando mais desejos
torna se fogo da paixão.
pensamentos surgem no horizonte
e sonhos são consumidos
vontades são desejos mortos...
momentos que descrevo no teu corpo.
quando acho que terminou...
torna se uma tempestade dentro da mente,
quando as janelas
dos céus estiverem abertas
estarei no horizonte...
Desordem emocional...
estrelas viajam por calçadas da fama
enquanto viajamos pelo infinito de nossos pensamentos,
achando que envolvimento seja obra de arte
tantas conclusões e conflitos são meros fetiches,
da dor ao prazer....
Lagrimas infames
que em lamurias
viajo num mundo de lobos
retrato meus sentimentos no profundo da alma
quando mais desejo encontro me em solidão...
num mundo vazio de estrelas apenas
mais um mundo que deixei...
a vontade aparenta numa multidão a tristeza...
me banho no seu sangue,
pois te amei...
agora seu corpo faz parte do meu corpo,
seu sangue está
na minha pele
na minha carne
muito alem que sentiu vive agora em mim...
deixou perfeição do mudo e a vida que tinha...
para abraçar a eternidade do teu amor.
assim sua essência seria minha até tempos termine
sendo assim a perfeição para eternidade.
sobre o tempo que se passou lamurias
num profundo sentimento
desejo que tempera,
alma na mais pura solidão...
para que sentir a vida se desejo a morte...
enquanto durmo seu sangue escorre...
estou com fome sua carne esta tenra...
sua alma esta ainda nesse corpo sem vida,
seus lábios pálidos ainda tremem.
te amo para sempre,
espere mais um momento
por favor tenha certeza que coração parou...
veja horizonte uma ultima vez,
sinta gosto da morte em meus lábios...
esperei você dormir para olhar seu sono
mais uma vez desejei te matar de amor.
sentimentos num abismo
que começa com despertador...
depois começa e termina atrasado de novo...
dia mal começa estou bêbado de sono...
lua de sangue ué cade lagrimas das almas
perdi a hora agora por cargas d' águas
vou pedir uma pizza e um café mais acabou o café
acordei de ressaca pois bem então vou voltar
para o trabalho esquece o mundo até amanhã
tão breve quanto o choro de murmurio o tempo
prega peças como fosse parar em pleno sábado.
_Oposições alienadas
no sumo da alma...
extinções que abrange o terror
que há no firmamento lamuria
em momentos especiais,
tangentes que se abrem diante da vertente,
sonsa pura ansiosa tais como dilema,
responsável por impor a luz que ilumina.
