Celso Roberto Nadilo
a dor me fez ver quanto te amo...
quando dia amanheceu
senti que ia morrer com o peito em chamas,
nunca foi um sonho...
sempre foi real...
num momento mais feliz de todos,
tocou minha alma em profunda tristeza,
tudo pode satisfazer quando é lindo...
o amor perto do infinito é nada num imenso vazio.
Alienação dos alienados são piores ou melhores que os alienígenas... que estão atônitos com a evolução humana.
as horas passam
de maneira que a dor no peito seja apenas a pena que escreve,
o manuscrito que de certo não importa a ninguém,
com tantas virtudes oriundas de um mundo de oportunidades.
a imensidão de uma nova fronteira.
reciproco sentimento que vaga pelo tempo.
a pena foi para sendo marco do tempo
o escrito se desfez com o descaso...
o fogo consumiu.
o autor imortal se tornou pó...
dentro de tantas autorias seu vulgo
abrupto se desretratou no ato da opera
um mar desatino...
furtivamente as palavras torna se poeira ao vento,
sem destino ou origem
no desastre somente o que necessário.
para continuar a existir num contexto
estando palavras lindas momentaneamente
é um relato junto ao momento da certeza
a separação se denota o lapso do tempo...
as lagrimas que escorreram as facetas que foram encoberta
por um instante que a história se apagou num incêndio de descaso.
a solidão ganha formas num abito que uma calça torna se uma obra de arte,
bem com redenção momentos são descritos...
no desatino operas são a destreza de viver.
nesse âmbito o ressarci torna se desculpas...
tudo que acontece torna se parte do perdão,
dando versos repercussões atos de esquecimento,
puramente o espaço da ausência é devido ao mundo desconexo.
escrever uma redação e ser observado e avaliado
por mérito por uma questão de ser, de que aprendi...
nada mais que se foi um termo que tempo levou.
a formação torna se obsoleta nesse descaso.
desato meus pensamentos neste mundo digital,
diferentemente se encaro o futuro como o passado.
um grito parece o nada, correr e mais nada.
então uma folha de papel em branco.
uma vida depende outras vidas, se ainda nem nasceu ainda uma vida,
desastre para um único encontro da realidade da tristeza em objetivo.
palavras reeditadas e somadas em alguma parte e tal vez seja o passado
que esteja sendo escrito nas distorcidas sintonias que descrevo,
em situações de pequenos textos na maresia da teima.
reluto os sentidos para bebedeira e a ressaca se perde na solidão,
tudo que é feito em momentos de sobriedade,
as correções do espaço a falta de dinheiro. e o tempo perdido
a falta de saúde se renovam com falta de amor.
debulho o caos da mente,
entre absurdos
respiro os momentos...
buscar um sentido é inútil,
tudo será assimilado,
entre discordâncias seria apenas o causo...
perturbo as sentenças da solidão
sendo um ponto na imensidão.
de propósitos se tem compartilhamentos,
comentários na derradeira síntese da evolução...
e dai síntese esta relaciona com ciência,
se contexto retrata a metamorfose,
somente aplico num sentido de configuração...
então te causa confusão pense em algo mais profundo ,
sinta se a vontade... se penso de uma forma
vivo numa caverna e tenho observar sombras
ser conduzido estranho a caverna tem fogo,
e ar condicionado e assim se passam quatro anos
revolta, consumismo é uma tradição...
voltando ao passado descrevo estantes
quem vai entender?
se sou um ícone no absurdo de pensamentos.
passar numa rua com alto falante expressar olha o ovo,
seria ridículo tentar entender a sobrevivência,
pedaço de pão ou salgado mata quem te mata,
então por isso se morre de fome.
se contexto retrata a metamorfose, tema,
mais pouco de café.
a temática e verdadeira,
numa pauta de viver para viver,
tudo pode ser somente por hoje, mais um dia sóbrio,
me esqueço que fui e lembro, que uma salvação,
entre linhas a escuridão tem muitos momentos claros,
são julgados e arquivados.
sinta a escuridão
tuas opções são dominadas...
seja uma boa serva
e trabalhe ainda cante parabéns...
bata o cartão vamos mais um dia...
o trabalho enobreci o homem.
e a mulher fica no fogão,
em sonhos e pesadelos...
a mais valia se retrata um mundo sem noção...
basicamente se escraviza se ter correntes,
apenas um momento entre tantos dias atrasado..
aposentadoria artigo de luxo... para tais tem uma serventia...
escolha da classe social. mero traficante. pode sentir isso...
um prato de comida vazio, fome zero... um plano social...
esta desperto o em dia começa para quem trabalha....
quem trabalha não tem tempo para ganhar dinheiro,
nem tem a sabedoria para gastar pois tem trabalhar,
para quem pensa no democratas sociais se vê na reciclagem
impera o imperado de outras eras dono senhor de tantas terras.
sejam abolidas que venha sem terra sem tetos mais uma tragedia no momento estamos fora do ar...
uma facada um golpe social quem vai pagar por isso,
temos a certeza de um amanhã cheio de esperança.
anos se passa e uma nova crise politica influi na sua vida.
viver de sonhos é muito bonito mais não paga as contas...
falta água tudo mais caro avisam que tudo é relativo.
quando estamos nas ruas somos baderneiros e desocupados.
dizem falta de cultura um dos males sociedade e que termos alguns dias melhores.
Horas atrás falava em amor agora está morta...
está entregue aos problemas...
tudo se tinha era um sonho que acabou,
acorde veja que tudo está como pode sentir,
envie estrelas com pedidos pode ser que se realize...
seu desespero denota harmonia...
vamos lembrar dela com carinho era tão boa...
vamos se entregue mais momento de loucura,
nesta ilusão que retrata os sentimentos,
afetados por sonhos perfeitos.
tem o que para comer não fiz não deu tempo,
esta bem vou para o bar comer...
madrugada se passa a o que aconteceu....
estava ocupado pois não tinha rede...
mais uma tragedia anunciada em rede nacional...
tantos segredos se desvenda na madrugadas quando todos dormem,
seus gemidos contrastam com a escuridão, meus lábios tocam tantas partes,
numa devastadora pratica desvenda uma musica bem baixinha...
retruca as mordidas que desdem as sobras das sombras,
machas de batom reatam teu murmurio... num ato interrupto...
derrama uma entre tantas mais uma a volúpia ri
sobre a mesa se lambuza... tudo bem delicia
o dia amanhece em intervalos...
noite desperta o sangue e o luar o desejo...
minha vida é sua...
venha uivar para lua
somos filhos da noite,
crianças com sede da vida...
venha meu irmão
vamos comemorar o luar
venha minha irmã vamos beber o sangue
daqueles que ainda respiraram...
sobre a pedra vermelhar repousa seu coração negro...
tenha a certeza que somos filhos da perdição...
caminhamos no reino dos mortos,
e estamos vivos...
121 homicídios são comenditos com prazer....
escorpiões morrem pelo amor que tem...
víboras dançam ate morrer
seu veneno escorre por teus lábios,
ninguém é bom o bastante,
trair mais uma opção que acabou em homicídio...
que contabiliza tantos mortos pelo desejo de justiça.
tudo está certo era de menor...!
Imagine com liberação do armamentos...
veneno de escorpião,
sem traduções aparentes
resumo clássico de quem morreu,
dentro de sonhos as ilusões
pairam sob mármore frio
gratificações....
paisagens que não tem definição.
são apenas blasfêmias,
dentro da raiva que forma teu coração.
não sei mentir
a verdade doe mais,
o que te faz bem
não faz sentir bem.
mundo pode ser de ilusões...
o que importa...!
veja que tudo levou a ser...
o que te levou tomar essa decisão,
a vontade irrelevante,
só mais ida ao mercado.
sentimento que distorce a realidade,
e o faz definhar o coração,
uma parada cárdica ou respiratória,
ou a falta do que sentir...
para mais uma relação afetiva,
tem se alegria a tristeza ate morte os separe,
no fato crescente opinião não importa,
apenas aponta a falta de amor.
ou consumismo de uma clara vida de erros e acertos.
quando termina o dia um gole de bebida parece uma boa opção.
sinta sua escuridão
chore quando ninguém vê...
sinta como uma pedra
pode transformar seu coração...
nas correntes que te prende nessa terra...
estão tantos sentimentos,
as drogas fazer dar imaginação as ilusões
todo pode ser perfeito,
mais ninguém fala que emoções fazem com você...
espírito da alma,
sentimento que nunca se cala
entre rios dos morto
descansam reis e rainhas,
para atravessar te pagar o porteiro.
em partes a vida eterna.
consumida em atos que vida terminou,
nos atos de sacerdote,
crianças foram morta
seus corpos consumidos pelo fogo eterno,
deuses dão poderes para pertencer
a um grupos celestial
como deuses que vieram a terra deram a vida
a meros bonecos de terra
como fruto de eras questionam o poder,
se passam como um tolo que busca um causa sem frutos...
os descendentes perecem quando luxuria se o põem
num marco indefinido o campos elísios é um sonho
para poucos que tem a riqueza para sustentar
o desejos mais poderosos de um deus perdido em suas crenças
falsos profetas que dizem outros ou ouvem...
surdos meramente implorando por sua...vidas
passando tempo com mero momentos,
sendo o espirito perdido num pesadelo pagão, forja seus sentimentos e ganhos se esquece do derradeiros....
futuro tenso momento da perdição...
para aonde foi a inocência,
clandestino sem rumo,
temperes de algoz,
impio sentimento
que se atreveu demonstra se
autonomia de tantas vezes te amei.
flores mortas
frutos da solidão
sensações mortas
em palavras tão vivas,
sentimento que mata...
mas, ainda floresce em dias que chove,
nas planícies detalhes que se desdem
meramente num pesadelo,
o resquício parece o amor,
denota se um monstro asqueroso
que vem te consome aos poucos,
sorri e tudo que tem basta se...
mais nunca é o bastante,
para viver tem se que comer,
quem disse de amor se vive,
dano se e recebendo mesmo dia a dia
na doença e na alegria até morte os separe,
bem voz digo um dia para toda a vida.
crescer sem ninguém para compartilhar os sentimentos
apenas a televisão e suas programações ...
falta de amor e afeto...
coloco uma musica sexy para dançar,
tantos anjos dançam comigo
sinto que posso flutuar,
tantos momentos nessa madrugada...
me faça companhia...
vamos fazer uma chamada de vídeo,
ache a loucura que estamos vivendo,
neste apartamento está vazio
e meu coração esta cheio de escorpiões,
minha cabeça está cheia de teorias a parte,
senti seu corpo em breve tom de cinza despertou,
as janelas estão abertas seu corpo inerte
na imensidão da tua nudez te beijo...
tanta coisas são coniventes num quarto
a chuva cai e ninguém percebe suas lagrimas,
no meio da mesa dança esquecendo que todos podem
querer cada gota que escorre do teu corpo.
mais ninguém compreende o veneno que escorre do do coração...
dance comigo veja dia amanhecer em alguns segundos
tenha acesso a lugares que sua imaginação acha nem existe...
deixe seu corpo viajar por ondas que propagaram seus sentimentos,
cante nos momentos que teu corpo esteja pronto para me abraçar...
aumente o volume quem se importa com tantos desejos aparentes...
corpo esmagado na cozinha era um escorpião que caiu quando nos beijamos...
a musica morre no silencio de nossas mentes,
um copo com gelo da frutos para imaginação...
e uma pedra viaja entre seus seios... rebola
e diz nunca amou apenas curtiu a madrugada que passou...
sento vontade de rasgar minha pele...
mais uma madrugada venha dançar comigo. seus lábios estão secos,
mais um gole de veneno e escorpiões são pelo caminho.
tentei me controlar com seu coração em minha mãos...
desvende meus sentimentos estou sem sono... para que você vai dormir.
aumenta a musica vamos dançar...
Teorias que te fazem chorar,
está chovendo tantas propagandas
para apenas ter decepções.
e imagina ter ódio mais apenas sorri,
igual quando em altas horas que um sorvete
nada está aberto, olha no espelho
ainda pode ser melhor...
alguém pergunta ainda não bebeu...
tantas estrelas sangram no peito,
tentei sentir teu amor,
seus jogos me deixaram na loucura,
criei tantas ilusões...
a noite caiu ninguém sabe...
o quanto desejei ter seus desejos.
navegue pela madruga
perca sua inocência,
descobrindo que o amor foi uma noite,
mergulhe tão fundo que pode esquecer da vida.
Estou perdido em mundo de drogas que tanto sinto por você...
tento me encontrar dentro de teus pensamentos,
até agora não tenho vontade de me levantar dessa cama...
nos maiores erros foi tentar viver sem você...
Tento despertar mais não sei sair do coma...
estou dentro de mundo vazio sem você...
sei que tem outra vida, em outro mundo,
sou reciproco nos teoremas de um sonho,
bem que quis ter teu amor a para um além,
o que tenho é paraíso sem você...
imagens que repetem em memorias quase perdidas.
angustia de viver num pós morte,
a eternidade se arrasta no teu amor.
turno da noite...
perpetuo sintonia do terror
eterno expressão
que perde se nos entreveiros da alma
resisti no calor infinito,
o braço sutil
num mar de demonstra,
os passos que se funde,
no amor profundo,
seus olhos surgi nas chamas,
pensamentos cruéis se despedem
nos ares de um anjo corvos
são deliberadamente uma parte
do desejo que cobre seu corpo,
num sonho eterno,
curti imensamente o amor
que indefinidamente esteve entre as entrelinhas do acaso,
vitima de tantas vezes te amo,
queimaram todos os corpos,
em momento incerto e insensato
sua vida se perdeu na imensidão,
tanto queriam teu amor,
insípidos sentimentos,
deduzindo que a voz da eternidade
seja apenas a poeira de tumulo se nome,
mais tempestades apagaram o mais querer
de tuas vidas num espaço de tempo,
será consequência no terror do silencio
seu desejo muito longe de você.
marcada por mentiras desilusões,
o domínio fracassou com tua morte,
numa questão de tempo sinto seu calor
na fumaça se espalha entre as luzes do caminho,
realidade, se enfraquece dos desejo que expressa sua face,
por quantas vezes aparece na escuridão...
seus lábios tremulam quando desejei seus sonhos.
quando recebemos o que merecemos o resultado se queima em paixões...
ninguém pede por isso apenas aconteceu,
como inocência perdida...
estamos condenados a permanecer num mundo que se comparece no momentos que as sombras parecem ter sua forma...
certamente terá compaixão de verdade,
nos aprofundamos num sentimento sem perdão.
e compadecemos do amor que nas profundezas sentimos.
distintamente os sentimentos abrocham se
no estante que a evolução do teu amor,
se afogou num mar que esperei navegar,
sob o silencio do luar tem olhar máximo,
em uma brutal escala de ador em teu intimo,
tenta se despedir, mais é necessário,
nos laços da noite repete o ato inúmeras vezes ate seu corpo parece fundir com cenário.
declare seu amor eterno.
com tantos de repente surgi na profundezas
a verdade nunca se calará diante a emoção
seus corpos reluzem sobre o luar que desvenda a ultima hora da madrugada.
Ousadia...
transições...
desejos sons da madruga,
visões entre as alucinações,
desato mero momento num beijo,
falas num texto se exprime
nas maiores expressões do teu corpo,
em questões tão ausentes.
supremacia bem com desejo ardente,
busca nas profundezas da alma o prazer.
tantas extensões que desabrocham
quando espera obter redenção,
nos ínfimos destino
seu corpo desempenha a ultima fronteira...
sobre sumos da qualidade de vida,
são operas esquecida pelo poder publico...
desastres, opiniões que se destinam a iludir,
sempre mais como extensão do destino
num futuro inesquecível...
somos culpados por quem seremos...
por escolher um caminho que já foi escolhido,
num tempo que foi determinado,
magicamente planos sem um futuro definido.
apenas um começo sem fim...
um desejo de projeção astral morre no momento.
_Obstáculos surreais.
meros síntese da sujeira,
momentos que impera na inundações,
se resumindo os respeito ao próximo,
comprime se culpados enquanto se vive o caos...
poupar água ser realista num mundo nos deixa viver.
