celso_nadilo
palavras são proibida...
Ideias falsas são glorificados a realidade e produto da vies da alienação.
Das farpas jogadas em construí um castelo, das calúnias e afrontas construí um jardim... reguei cudei agora quem sois?
Ossos da alma navegantes em movimentos que o espírito te deixou.
Nas falanges da madrugada um sopro sutil.
Meros arficios da boa vontade sois a negação que amou.
Espinhos da madrugada
Ecos do coração embriagado.
Flores que sangram
memórias tais lembranças.
Fogo arde queima a paixão...
Vultos na parede do quarto
Devido devido a fumaça do cigarro.
Delírio da bebida vangloriar
Os espinhos da madrugada...
Flores que sangram nas sombras dos quarto.
Vago meus pensamentos perdidos
No transe profundo torna navegante.
25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.
O Palco da Sé
Sob a luz cálida e poluída da tarde, o metrô parece um portal para outro mundo. A Catedral da Sé agora vende ingressos para quem quiser ver suas obras e contemplar sua missão singela; mas, pelo preço caro, faltaram os "bebes e comes"...
Piadas à parte, os indigentes e moradores de rua fazem o verdadeiro contraste. Há lojas fechadas e o Corpo de Bombeiros sempre a postos. Livrarias agora parecem cafés e lanchonetes. As lojas de discos ganham outro formato, onde a convivência com os animais traz o ardor do odor — afinal, a limpeza não faz parte da crônica dos discos velhos, relíquias de um tempo que já passou. Ali perto, o chafariz parece um banheiro a céu aberto.
Ter um posto policial na praça não significa que o lugar seja seguro. Acontecem shows a céu aberto e também apresentações de magia: o palco perfeito para o roubo de carteiras e celulares. Esse é mais um pedaço da cidade de São Paulo.
Centro também tem bairro chinês da liberdade. Feira do final de semana barraca de esotérica de camisetas e boneca a senhora da barraca muito atenciosa e gentil conta cada história das suas bonecas, tem bonecas enfeitiçada não liguei se andar pela casa faz parte.
Camisa de animes são outra barra perto shopping chinês velha fuchiqueira e pergunta ate seu sobrenome. Mais gente boa... tem sovertes salgados sorvete feito no fogo chamuscado... tem vendedores de plantas falsas... tu acha que é coelho é lebre. Árvores pequenas árvores grandes, danças de dragões. Almoço farto chinês japonês pouco de cada fora doces.
Tem também roupas e churrasco delicioso.
A catedral dos escravos vive fechando pois vive em reforma pois um lugar sombio revela a crueldade da época dos escravo mostra escrava enforcada outra sofrendo chicotadas até a morte essa uma parte .
O restaurante da praça do templo budista carpas na água suja pegando comida da pessoas outro contraste.
Tangente no Efêmero
Tangente no efêmero o sujeito busca ida a outros patamares em outro país para se divertir a que custo?
Pensar e pensar pois ser fora desde da população se acha grande se diz deus, mas nada é: o epílogo do próprio eprifácil desnaturado da existência.
Sois a corrupção dos dias atrozes.
Lamúrias e farpas o negacionismo.
Furtivo como a serpente esboço sorriso falso.
Sendo esses atos de mundo esquecido por Deus aproveita da ilusão, torna-se fugaz.
Tangente seria a corrupção ativa soma da alienação alheia.
Porque temos pagar para entrar numa igreja...? A fe tem preço.
Terrenos vendidos no ceus edificações para ricos, antes de morrer passe seus bens para igrejas....
Dei seu dizimo passe as ofertas.
Passe pix ou cartão também aceitamos o QR code.
Ou marque nossa conta.. 666 número da besta aceitamos ate seus dividendos e predatórios...
Qual valor da salvação, se Deus está em todos lugares.
Diz que vende feijão santo o sal dos milagres aonde esta a fe...
Precisamos de voce a um caminho maior venha para fogueira santa passe seu carro para igreja.
Violino não tocou nada mais.
Diante porcos capilistas.
Deformações da democracia.
Toquem os sino dos oprimidos.
Pois repressão esta nas porta
Bate bate que quero entregar meu país...
Pois sou a escória da politica
Meu eu político entrega terras raras e pix mais quatros anos e pai soltou
Porca vai dar cria a ratos que deforma democracia.
Ate os alienação intelectual morreram lábios da morte seu corpo foi arrasto decapitado dado aos caes do imferno do imperialismo digital.
Aplaudam a ignorância em alienação intelectual todos estão na mesma cova.
Diante o universo somos paradoxo que nasceu diante o caótico instante avançamos nos tornamos mais paradoxo da existência...
Vejamos dentro nosso próprio paradoxo criamos novas possibilidades.
Começamos entinhar no espaço mesmo assim dividimos átomos e também os colidimos para nosso próprio eprifacil desnaturado.
Ainda mais profundo achamos flores no espaço... deixamos nossa vaidade nos alienamos diante a grandeza que carregamos somos apologia a Apocalipse. Vemos quem devia conduzir a nação para um novo espectro da evolução existencial cavamos a IA. Mais profundo sentido bigs tecs e as estrelas de plataformas apps requintam a alienação conectiva e intelectual... morremos em momentos insanos medonhos envergonhaso pois podemos ser mais o somos diante somos.
O universo se silenciou gritamos apareçam somos humanos terrestres queremos sua tecnologia trocamos pelas terras raras do brasil.
Derramando pensamentos fragmentos nossas dicção e ainda sim somos humanos.
No distante mundo marte é habitada por somda robôs e no futuro androides.
Para construir uma otupia dos humanos... novos horizontes se abriram.
Os alienígenas vão olhar corram o humanos estão se proliferando.
Ate os mais sábios correm de canibais...! crescimento do ser humano sensato e lucido pois o somos diante do universo poeira cósmica falante.
Incapaz de ver cubismo universal e constante variavil de possibilidades e variações do universo sendo que mistérios e revelações serão descobertas e inovações de nos mesmo diante o universo. A poeira falante pensa.
Dor daqueles dias passados no paradoxo do tempo e espaço translúcido no estantes que compreender é parte do infinito.
Nos atos do espaço e tempo temos dois pontos no espaço continuo aguardando luz chegar,
O início se torna o final apenas pelo astros que deixamos para trás.
A luz no exterior do micro cosmo.
Em toda imensidão não cabe eu e minha imersão na imensidão so comparável ao sentido por você.
Dentro da imensidão só apenas a poeira cósmica soprada pelos ventos solares para os quais senti parte da imensidão passando por meus olhos.
Uma nuvem de poeira cosmica.
A mesma que deu origem a vida,
No silencio respiro parte da mesma imensidão vejo o tempo se efêmero diante o complexo na vida poeira um dia foi rocha no outro momento parte de um planeta algo parte do universo.
Num enigmático dia abri olhos vi que era um terraquio como pode ser...?
Pois me pergunto meus olhos queimarem nos raios do sol vejo cada segundo como único.
Respirar e respirar sentir coração bater sangue correr pelas veios.
Me sinto no macro cosmo olhando imensidão de ser parte de um sonho na imensidão da humanidade.
Ouvir carros passar a música ao fundo ouvi o mundo seu movimento compreendo que sentir é maravilhoso e monumental.
Energia que nos sustenta é mesma que nos criou no fardo instante fomos copilidos para existência com sopro da nebulosa respiramos mesmo assim insistimos que universo casca de ovo aonde fomos expostos pelas correntes da intrusida pela sequência de fatos evolutivos ou deuses místicos.
So existimos pela persistência de existir ate relâmpago que caiu na massa primordial foi que um raio não cai duas vezes num lugar assim prova que persistência não o causalidade mero fato natural mas sim a variação temporal no exato momento.
Mesmo que mundo fosse micro cosmo seria micro vida pois somos que devemos ser diante nossa natureza ser a devastação do mundo ainda resta humanidade no humano terrestre.
Nas serpentes universais vemos vida nos cantos escuro deste mundo.
Mais ainda não tempo a compreensão de nós mesmo diante do universo.
Ai raça superior diz ainda não a hora de ter contato ai some nas poeiras cosmica e vagamos nos restos da sua própria existência.
Sons dos distantes mistérios da humanidade.
O que são alem do barulho estático no rádio.
Antenas olham para ceus ganham novo conceito.
No mesmo sublime o espaco tem voz e alguém ouve.
Alguém quer falar nos distantes cosmo.
Mais o que responder e o que ouvimos?
Ter compreensão do somos diante o somos a poeira pensante talvez entender o que somos diante o universo seja uma das resposta, mais ter a responsabilidade do somos diante do universo.
Nossas compreensão inata do infinito nos da compreensão nada conhecemos diante do nada somos nada ate olhamos para um espelho temos a perspectiva que somos algo dentro de mundo não compreendemos mas. Buscamos compreender coisa então obscuras nossas mentes.
Ao faze lo olhamos universo dentro da gente ouvindo que coração só um pássaro que voa nas emoções, no biológico so um bomba que pulsa sangue para veias e organs do corpo.
E tras da consciência o que existe seu eu do espírito. Tudo seria das mesma forma sem sentido e mesma compreensão do universo seria nada buscando nada... pois somos diantes pensamentos fragmentos no universo.
Muitas pensar se torne um crime pois temos inteligência artificiais para pensar. Me lembrei um tempo meu avo dissia não use calculadores logo ela pensará por você. O espelho do passado me olhar para futuro.
O espaço se torna menor pois ganhamos as estrela como uma criança ganha presentes.
No profundo da gente vejo calculadora ganhando consciência.
As pessoas em suas ilhas de solidão feliz por se conectar ao mundo digital.
A calculadora diz bem vindo volte sempre.
A lua esta tão perto nossas almas distantes da verdade que profundezas de um ser é conseguir se compreender.
Ser o que diante somos e ouvi as estrelas como parte desde mundo.
Não a salvação do mundo.
Olhando para seus olhos vejo corpo se alimentando de sonhos caminhando para infinito.
Tantas contradições diante corvo faminto.
Tais julgo afoga se no fulgaz instante voo se torna solitário diante a lápides.
Buscando novos horizontes diante a chuva que cai.
Gritos no silêncio de teus lábios flamejantes rasgam os ceus.
A emoções devastam a terra o tornam os ceus cinzas em azuis.
Emoções num poço de gravidade massiva somos visionários no lienar do evento de sagitário...
Dualidade nas cruas vertentes alienação intelectual se torna evidência que terra pode ser plana pois nunca virão o espaço sideral, nunca tiveram a realidade ambígua. Penas um gosto do mundo imerso da paralelos digitais
Por Celso Roberto Nadilo
Fato do fascismo de sagitário.
Na era de aquários somos apse mesmo tempo somos alienígenas no proprio mundo.
Dualidade e insanidade.
Compreender eu do espelho e espinhos da existência.
Conjectura da fragmentos do eu
Trazem o desfrute do euforismo.
A capacidade de compreender o ser eu
No espelho caleidoscópio tornasse o teor da desconexão da realidade.
Flores da devastação
Metamorfia de laços profundos na desconexão com a realidade.
Beija flor do nexos ao florismo da alma.
Vastidão do eufemismo transgrede a humanidade.
Diário de Bordo: Gafanhotos de Ferro e o Elemento 115
Navegantes de sonhos, realizadores de mundos multiculturais. Nos fardos mais difíceis, é o contraste que supera a alma. No sonho de novos mundos, pilotamos uma nave enferrujada onde, às vezes, até as peças caem pelo caminho — mas não há motivo para desespero. A carcaça de ferro leva seis humanos, loucos e viciados na alienação das máquinas, carregando os restos dos sonhos da humanidade.
No posto de trocas cósmico, alguém estica o polegar na beira da rota pedindo carona. Paramos, mas os passageiros da nossa espécie sempre roubam algo, pelo puro e simples vício de surrupiar. Dessa vez, até o olho de um infeliz homem-polvo da era de Cristo foi levado; vai ficar bem ali, pendurado no retrovisor da nave.
Na hora de abastecer, o bom e velho golpe: usamos uma mangueira para desviar o combustível para outros dois tanques clandestinos. Paga um, leva três.
A velha balconista alienígena, apavorada, cochicha pelo rádio:
— Terráqueos chegando... Fechem tudo! Lacrem os olhos e deixem que peguem o que quiserem, contanto que vão embora!
Sob a luz cósmica, a polícia interestelar aponta no horizonte, mas recebe ordens imediatas de recuo. Nem a Confederação Estelar ousa mexer com os "gafanhotos humanos", os devoradores de mundos, os destruidores de galáxias.
De repente, a nave solta um estouro mecânico. Todos congelam por um segundo, mas o perigo real não é o motor. Só de chegarem perto de nós, as bactérias e doenças que carregamos no corpo começam a corroer os policiais intergalácticos vivos. O posto de combustível explode em um clarão de plasma enquanto o nosso piloto, calmamente, acende um cigarro.
Contornamos a nebulosa com os tanques cheios, acelerando rumo aos confins do espaço profundo. A nossa busca continua: atrás de Hélio-3 e do misterioso Elemento 115. Só precisamos achar mais um ponto no mapa para colonizar, sugar até o caroço... e partir.
— Por Celso Roberto Nadilo
Epílogo: O Paradoxo do Disco e o Aroma de Vega
O maior segredo da exploração espacial estava guardado na Terra, no laboratório do próprio engenheiro que construiu a Voyager 1. Ao analisar as últimas linhas magnéticas do Disco de Ouro antes do lançamento, ele encontrou uma faixa fantasma, gravada por uma frequência tridimensional vinda do futuro. A mensagem ecoava na cabine com uma estática pesada:
— Resistir é inútil. Vocês serão assimilados. Porque nós somos os humanos.
O paradoxo estava selado. O aviso do nosso retorno já tinha sido enviado antes mesmo de partirmos.
Enquanto isso, nos céus do presente, a frota de seis naves rasga o vácuo rumo à constelação de Vega e Alpha Centauri. Um buraco de minhoca colossal é aberto na marra, distorcendo o espaço-tempo como se fosse papel.
Dentro da cabine principal, o caos deu lugar ao conforto supremo do malandro. A cerveja está trincando de gelada na geladeira do reator; na grelha improvisada, a gordura da carne de dinossauro pinga no carvão quântico, perfumando o subespaço. A água já borbulha no fogareiro para passar aquele café preto forte pegado no caminho, e o aroma do chimarrão fresco corta o cheiro forte da caça pré-histórica. A despensa vai cheia pelos próximos mil anos.
Ao fundo, a música do Disco de Ouro ecoa pelas caixas de som da frota, vazando pelas frequências de rádio de todo o quadrante galáctico. Nos planetas vizinhos, as civilizações do velho povo alienígena sintonizam a estática, escutam a melodia da Terra e começam a chorar de puro desespero.
Eles já sabem. Não há para onde fugir. Os humanos voltaram — e o churrasco está servido. Kkkk.
— Fim da Linha Temporal (Por Celso Roberto Nadilo)
