Carlos Alberto Hang
Seja em que posição de poder esteja o ser humano, só os tolos esquecem o quanto são limitados diante daquele que É, e deixam de praticar a humildade perante Ele, e a ele render graças e submissão.
Ao ajudarmos o próximo, somos os maiores beneficiados, e nós que devemos nos sentir gratos pela oportunidade.
O conhecimento de que somos detentores, mais atrapalha do que nos ajuda, se não tivermos inteligência para empregá-lo na práxis diária.
O senso de justiça, em cada um de nós, esta para além de posições sociais e econômicas, de nível educacional e injustiças sofridas ou não, é comandado através da empatia e pelo respeito por si mesmo.
Em todo e qualquer obstáculo que enfrentamos, somos presenteados com oportunidades ímpares de crescermos e de sermos muito mais fortes.
Indiferente superarmos os obstáculos da vida, o enfrentamento sobre eles nos provoca desenvolvimento de diversas ordens, que até podem nos desviar da conquista do momento, mas nos preparam para conquistas maiores que estão porvir.
A justiça a ser defendida e estabelecida como tal, para alguns, é aquela que diz respeito aos seus próprios interesses, mesmo que estiverem em detrimento dos direitos dos demais.
Quanto menos erudição um povo é detentor, inversamente proporcional é sua inclinação, dependência e apego ao campo misterioso e sobrenatural.
Quanto maior e mais rápido for nosso potencial de adaptação, maior e mais rápida será nossa conquista de sucesso na vida.
Acreditarmos que as pessoas queiram ser quem somos ou terem o que temos, geralmente não passa de um mecanismo de suporte de nosso angustiante complexo de inferioridade.
Diante de problemas, não basta que tenhamos as melhores ferramentas existentes para solucioná-los, pois se faz necessário que saibamos manipulá-las.
Os pilares da educação sofreram uma esquizofrênica transformação resultando numa escola sem conceito de liceu de fato, desinteresse e descrédito do corpo discente e resultados antagônicos diante da arte de formação acadêmica.
É preciso conhecer o sistema político reinante no país para saber a quem se deve cobrar, de fato, por promovidas ações contrárias aos interesses da polis, caso se queira realmente obter bons resultados.
Permanecermos estagnados diante do sucesso desejado, aguardando que ele chegue até nós, é declararmos nosso próprio malogro.
É preferível prestarmos atenção ao rumoroso mundo de nossa mente agitada, do que ficarmos ouvindo o turbulento som da fala provinda de pessoas com paupérrimo e degradante conteúdo.
Assim como o cérebro direciona as metas a serem alcançadas pelas pernas, adequadas para tal, e não caminha por elas diretamente, assim é a postura de um líder diante dos seus liderados.
Diante de situações conflituosas, pessoas incompetentes tendem a se tornarem intolerantes e prepotentes, devido à não estarem cientes de seus limites intelectuais, enfatizando as expectativas do chamado Efeito Dunning-Kruger.
Dentro de um viés cognitivo que pessoas inexperientes tendem a superestimar, julgando suas habilidades como acima da média, pois lhes carece da capacidade nomeada de metacognição, a qual permite analisar o nível das suas habilidades.
O papel do líder é designar metas alcançáveis e apontar possibilidades de caminhos, mas não levar seus liderados nas costas.
É preciso visão de sabedoria diante das escolhas de amizades e tomada de decisões que tomamos na vida, para que, mais tarde, não sejamos devorados por elas.
