Se o vínculo é confuso,
A entrega é uma fraude.
Quem está acostumando com migalhas,
Nunca irá te aceitar inteiro.
Não tenho interesse de voltar em lugares,
que o passado já demoliu.
Tem gente que vai te oferecer um copo dágua,
Só pra saber sobre teus desertos.
Comporte-se
como ser humano,
Traumas,
não é álibi.
Há pessoas que são pontes,
Outras são lares,
Escolha bem,
onde quer morar.
Na verdade nunca estive pronto,
Fiz uma mistura de coragem e loucura,
Tomei e fui.
Eu gosto de te ouvir gritar no ponto alto,
E de ver as caras dos vizinhos bocejando no elevador.
O papo com o sapo sobre oceano,
é certo que não irá fluir,
Ele gosta é de brejo.
Luxo é afeto,
em dias cheios e corridos.
Minha gargalhada sobe um tom.
Quando olho para o passado, da pessoa que me julga.
Quem se contenta com migalhas,
Qualquer coisa servida,
vira banquete.
Rasgue o papel de algumas pessoas na sua vida,
E veja o que vai sobrar.
Não chame de reciprocidade,
Aquilo que só acontece,
Porque você insiste.
Atenção é uma moeda de alta cotação,
Não troque milhões por centavos.
Tem gente que vive repetindo.
Não deixeis cair em tentação,
Mas adora pisar em falso.
Quando fores em busca de um amor,
Se arrume,
Também por dentro.
Comigo o que funciona são atitudes.
Palavras, por palavras,
eu ouço podcast.
Obrigado.
Quem aceita ser o de vez em quando de alguém,
Perde seu direito de reclamar de ausências.
Não espere sinais claros de pessoas confusas.
Elas não sabem nem quem são.
Ou você demarca seus limites,
Ou aceita a colônia invasora.
Me acusam de incendiário,
Só porque ateei fogo no meu passado,
E lá vivia algumas pessoas .
O extraordinário é merecido,
Pra quem suporta o passo a passo.
Se na minha rebeldia,
eu quebrei meu próprio molde,
Imagina os padrões.
Banque quem você é,
E o que você quer.
Sobre as rupturas,
pouco importa o que ficará de pé.