Inventaram relógios e calendários,
e ainda criticam nossa forma de liberdade.
Você tem mania de sujar o canto da boca com brigadeiro, sabendo do meu vício por chocolate.
Depois de tantos naufrágios,você aprende a flutuar,ou mergulhar.
Há partidas que não olho pra trás,
para não deixar partes,
e partir incompleto.
No meio desse entulho todo,
eu procuro um amor, cuidado,eu posso achar.
Algunas atitudes são tomadas com desaforos,e surgem bons efeitos.
É destimulante,
o desinteressante se fazer de difícil.
A gente entra em cada situação,que no meio delas se pergunta,a placa de saída de emergência não estava alí?
O mercado de conteúdos é vasto,
só não tem conteúdos.
A causa foi cara quebrada,
duvidou demais,
por conta e risco, mergulhou no raso.
Viva os pontos finais,
Que nós levam aos novos pontos de partidas.
Se for para proteger sua paz,
Demarque as fronteiras.
O caos é a vida em movimento,
Organizando as coisas, em seus devidos lugares.
A vida segue,
Acompanhada de sorriso ou não,
Mas segue.
O desejo tem urgências,
Que só o querer sente.
Lambuze-se,
Com a farta fatia que a vida te reservou,
Lamba os dedos,
e os beiços.
O erro foi,
Medir as palavras,
Para um amor sem limites.
E nem se trata de unidades da matemática.
Sobre as críticas que me lançam,
Não absorvo nenhuma importância.
Ninguém joga pedras,
em colmeia sem mel.
Parece contraversão.
O tempo inteiro,
Para sentirmos inteiro,
Buscamos uma metade.
Tenho me interessado em mudar as coisas,
Não pessoas.
Pra quem já caiu de um trapézio,
Alguns tropeços não é nada.
Quando fui casulo, passei despercebido.
As vezes a crítica vem,
não por serem melhores,
ou exemplos,
apenas por não conseguirem ser sua melhor versão,
no máximo uma esdrúxula imitação.
A vida tem me ensinado tanto,
Não abrir guarda da minha paz,por quem vive em guerra consigo mesmo.
Querer mudar o mundo,
ou os outros,
sem mudar a si antes.
É catastrófico.