Entre o clichê e o clássico,qualquer um vale,se nem um clichê estou conseguindo.
Cada um tem seu jardim secreto,e vez ou outra faz visitações,na tentativa de sentir aromas,de lembranças e segredos guardados.
Repare bem,nos detalhes,eles revelam o que as palavras e as atitudes omitem.
Para onde vão os amores depois que as flores murcham, as lágrimas brotem e os sentimentos viram lagos de dores?
Eu sou meu próprio jardim,e cuido bem de mim,mesmo quando a primavera chega ao fim.
Pare!
De aprisionar fantasmas e domesticá-los.
Teus olhos,
Minha vista preferida,
De frente pro mar.
A água que passa por baixo da ponte,não transforma apenas a ponte,mas também o rio.
A ave de rapina segue matando um a um, mas também percebe quando sua vez chega.
Ainda que seja feito um pacto na selva,ninguém entra em morada de cobras,nem em toca de leões.
Passarinho que se acha ave de rapina,vira baquete de formigas sem perceber.
Pássaros engaiolados,
Não sabem o poder que tem suas asas.
Fazer o que te deixa feliz
nunca será uma perda de tempo.
Foi um instante por nós dois,
Quando o por do sol se reuniu com o mar.
O observador é um sniper desarmado,
Ainda assim,muito perigoso.
Não cobrar aquilo que deveria ser devolvido na reciprocidade,
do caráter,
personalidade,e consideração.
Faz direito,
Eu tenho um grande buraco no peito,e dentro dele vários amores perfeitos jogados,não queira ser mais um entre eles.
No meu olhar de varanda,tem você dentro dele olhando o futuro.
O covarde que fala por trás,nunca terá a coragem de falar na frente,olhando nos olhos.
Quem terceiriza amor próprio, negligencia a felicidade.
A reciprocidade é via de mão dupla,
onde ninguém se perde,
nem perde ninguém.
Se quer algo de verdade tente,
A tentativa é a chave,
que pode abrir a porta desejada.
É um grande perigo para um pássaro,
Achar que a gaiola é sua casa.
Nenhum coração foi treinado,pra normalizar decepções.
Entre aqui e alí,
Existe o álibi e o libido.
O consentido e o proibido.
Existe nós dois.