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Susatel

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E se não fomos feitos para compreender o universo, mas para senti-lo como parte do nosso próprio corpo cósmico?

Talvez a realidade seja apenas o limite da nossa percepção, e não da existência em si.

Há mais verdade na intuição de uma criança do que em mil equações perfeitamente resolvidas.

A humanidade busca vida fora da Terra, sem perceber que talvez sejamos os alienígenas originais.

Na metafísica, não buscamos respostas — buscamos o lugar certo onde elas podem acontecer.

O tempo é apenas um disfarce do eterno, e a metafísica é o primeiro passo para desmascará-lo.

A matéria é apenas a sombra projetada por algo muito mais essencial.

Quem ignora a metafísica aceita os limites do mundo como verdades absolutas.

O silêncio interior é o início de toda descoberta verdadeira.

Só quem mergulha dentro de si entende a profundidade do outro.

O mundo lá fora é barulhento, mas as respostas moram no silêncio interior.

O "feitiço" nos afastou;
Penetrou tão fundo na nossa relação como negritude...
Os idosos são, em sua maior parte, as grandes vítimas.
Ah! E como o feitiço pegou-nos de jeito — de um jeito tão belo que sustenta as igrejas.
A negritude dança ao som do colono, finge — ou, por ignorância, finge demência — e afirma que é coisa de casa.
Filhos culpam os pais pela suposta "má sorte".
O feitiço chegou mansinho, como quem veio fazer amizade, mas apenas para plantar discórdia e destruir.


Irmãos acusam uns aos outros... por conta do feitiço.
Poxa vida! A coisa se enraizou tanto no ADN africano, que os pretos declararam guerra uns aos outros.
Que invasor sagaz, voraz, impiedoso!
Uma máquina muito bem projetada, uma artimanha para enriquecer as igrejas.
O oportunista que vive e se robustece às custas da ignorância daqueles como eu e tu — que confiamos o nosso futuro ao colonizador.


Ah, preto ignorante...
E quando fazes as tuas preces, em que língua as fazes?
E a quem são dirigidas?
E as coisas que tu mesmo fazes para a queda de Alkebulan, tua terra-mãe — por que não as consideras feitiço?


Viraste-te contra a tua árvore ancestral e a maldisseste,
Em nome da branquitude que hoje te convence de que os teus bisavós, avós, pais e irmãos são feiticeiros...
A razão pela qual tu não prosperas.
Andas atrapalhado e confuso desde que desmamaste da lei dos teus ancestrais;
Maldizes os conhecimentos que te foram confiados;
Profanas e deixas que estuprem a terra que te viu nascer e crescer.
Ó, muitos se intitulam "sonhozinhos", novos senhores da plantação — os que seguram o chicote em nome do seu Deus branco.


A mediocridade e a falta de consciência andam de mãos dadas contigo.
O que seria, de facto, separar a semente que gerará uma grande e frutífera árvore, daquela que, para sempre, será semeadora de discórdia?
Ora, é entendermos que, dentre nós, há aqueles que não mais fazem parte da pretude — embora tenham a cor e características iguais às nossas — são empregados do Ocidente;
Uma praga mortífera;
Uma árvore cujo odor exala a morte.


Então, meu caro preto, você é apenas mais uma pequena engrenagem que se acha a própria máquina.
Eles nunca te olharão da mesma forma.
Você quer realmente saber como eles pensam de nós, até nas suas filosofias?
Ora, leia Kant, David Hume, leia Tocqueville — todos aqueles que você considera deuses do saber.


Procura saber o que pensavam sobre os pretos.
Sob circunstância nenhuma eles te olharão como um deles, mas sim como uma mera coisa insignificante.


Continua...
Quem és tu?

Na morte, tudo perde o peso —
menos o que fomos em essência.

Quem compreende a vida,
deixa de temer a morte.

A morte é a única certeza
que nunca mente.

A vida é um sopro,
a morte, o ruído que fica.

Morrer é apenas voltar ao lugar
de onde viemos:
o nada pleno de paz.

A morte não é o fim,
é apenas o silêncio
que finalmente compreende tudo.

Morrer é despir-se do corpo
e vestir-se de eternidade.

A morte não é o fim,
Mas sim o início.
HOJE É Um belo dia para abraçá-la.

A vida mente, a morte liberta.
Abraçá-la é um acto de coragem, não de fim.

Fim? Não.
A morte é só o primeiro passo longe desta farsa chamada vida.

A vida engana com promessas.
A morte cumpre tudo o que promete.

A morte não falha.
É a única coisa que trata todos com igualdade.

Gloriosa é a morte,
que cala egos, apaga vaidades e recicla idiotas.