Auto Estima texto sobre o Elefante

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Chega uma hora que você tem que mudar
o curso da sua vida e peneirar tudo que
tira o brilho do seu olhar, tudo que anula o
seu sorriso, tudo que te decepciona. E isto
inclui coisas e também pessoas. Não que eu
seja egoista, mas as vezes o nosso coração
necessita de cuidados, e se a gente não se
posicionar quanto a isto , ninguém o fará.
Portanto comecei a peneirar, comecei a tirar
o que tem sido pequeno demais pra mim,
e ficando com o que realmente vale a pena,
tanto em coisas, como em pessoas , como em
sentimentos. Mesmo que seja difícil, mas chega
uma hora que a alma da gente pede socorro,
lugar, espaço , só pra tentar florescer de
novo, mesmo em meio a dor .

Nas curvas existe poder pois é através delas também que carregamos história. Estradas de altos e baixos, de idas e partidas. De nascimentos!
Elas aumentam, elas diminuem e em muito dos casos e pessoas nunca jamais deixam de existir; e com o tempo até se transformam em algo que muitas vezes nós gostamos ainda menos. Com o tempo nosso coração endurece e nossa pele toma o rumo contrário. Até para os homens: o que era terno fica duro e depois a coisa se inverte (literalmente). O tempo é realmente implacável!

Desiderata

Desiderata, do latim "coisas desejadas", é um poema que foi encontrado num livro da igreja de Saint Paul, em Baltimore, nos EUA. Muitos o atribuíram a um autor anônimo, e a data de sua publicação é igualmente considerada por muitos como o ano de 1692. Na realidade, se trata de um poema do escritor americano Max Ehrmann (1872–1945), e que foi escrito em 1927. O motivo da confusão é que em 1956 o poema foi inserido numa compilação de textos devocionais pelo reverendo que na época presidia a igreja de Saint Paul. 1692 é, em realidade, o ano de fundação desta igreja. Isso tudo, entretanto, não retira a grandiosidade do poema:


Vá placidamente por entre o barulho e a pressa e lembre-se da paz que pode haver no silêncio.

Tanto quanto possível, sem sacrificar seus princípios, conviva bem com todas as pessoas.

Diga a sua verdade calma e claramente e ouça os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes, pois eles também têm sua história. Evite as pessoas vulgares e agressivas, elas são um tormento para o espírito.

Se você se comparar aos outros, pode tornar-se vaidoso ou amargo, porque sempre existirão pessoas superiores e inferiores a você.

Usufrua suas conquistas, assim como seus planos. Manter-se interessado em sua própria carreira, mesmo que humilde, é um bem verdadeiro na sorte incerta dos tempos.

Tenha cautela em seus negócios, pois o mundo é cheio de artifícios, mas não deixe isso te cegar à virtude que existe. Muitos lutam por ideais nobres e por toda parte a vida é cheia de heroísmo.

Seja você mesmo. Sobretudo, não finja afeições.

Não seja cínico sobre o amor, porque, apesar de toda aridez e desencantamento, ele é tão perene quanto a relva.

Aceite gentilmente o conselho dos anos, renunciando com benevolência às coisas da juventude.

Alimente a força do espírito para ter proteção em um súbito infortúnio. Mas não se torture com temores imaginários. Muitos medos nascem da solidão e do cansaço.

Adote uma disciplina sadia, mas não seja exigente demais. Seja gentil consigo mesmo.

Você é filho do Universo, assim como as árvores e as estrelas
Você é filho do Universo, assim como as árvores e as estrelas. Você tem o direito de estar aqui.

E mesmo que não lhe pareça claro, o Universo, com certeza, está evoluindo como deveria.

Portanto, esteja em paz com Deus, não importa como você O conceba.

E, quaisquer que sejam as suas lutas e aspirações no ruidoso tumulto da vida, mantenha a paz em sua alma.

Apesar de todas as falsidades, maldades e sonhos desfeitos, este ainda é um belo mundo. Alegre-se. Empenhe-se em ser feliz!

***

Não sou influenciável, tampouco quero influenciar alguém.
Não sou impressionável, tampouco quero impressionar alguém.
Tenho convicções que a idade e o estudo trouxeram-me.
Em um país em que o costume é esperar soluções vindas de terceiros, tenho auto estima suficiente para não esperar nada de ninguém.
O único compromisso que tenho é ser coerente comigo mesmo.

A fonte de baixa autoestima é a falta de controle que você sente que tem sobre sua vida. Se você passar a vida competindo com os outros, tentando que reparem as injustiças cometidas contra você, ou perdendo seu tempo olhando para os lados, você nunca vai conseguir contentamento e equilíbrio emocional. Pessoas que você encontra na vida não podem ser controladas por você. Você só tem controle de si mesmo.
Construa a sua vida em torno de um relacionamento com um poder superior e alcance o que você está buscando. Quando você desapegar do que você não pode controlar, a verdadeira paz pode, então, entrar em sua vida. Este é o caminho para alcançar o equilíbrio emocional.

"Não namoro porque sou feio". Quantos de vocês já disseram isso para si mesmo?

É muito difícil lidar com a baixo auto-estima de não se achar perfeitamente bonito para pessoa em que se está afim.

Porém acredite, beleza é importante sim, afinal, se cuidar irá fazer bem a ti próprio, mas não é fundamental para outra pessoa além de você mesmo. Porque o que atrai o verdadeiro amor são as atitudes, a personalidade e o caráter que você tem.

Então não tenha medo de amar, acreditar, fazer e principalmente viver.

“Grande parte das pessoas abrem

mão do amor próprio (geralmente

não tem) para amar alguém. Amor

de verdade não vem com

sacrifício e nem sofrimento. Pois

se você lutou, tem alguma coisa

errada, amor não é luta, não é

uma conquista barata é um

encontro de alma. Se você entrou

nesta loucura, não reclame pois

este será o caminho para o eterno

sofrimento!”

AUTOESTIMA.

Autoestima
vulgo amor-próprio.

Amor-próprio
é propriamente
amor?

Poderia deixar em aberto
E assim o faço
de forma parcial.
Abusando da rima
"Espiritual"
tem algum cabimento
neste momento.

Deixo assim que pensem
Que meditem
Amor:
Para que é que ele serve?
E amor-próprio
tem o mesmo fim.

Enfim está dito.
Que se espere a colheita
Que ela seja feita
pelo vento
Meu eleito.

⁠Não importa se você é negro(a), branco(a), amarelo(a), azul, rosa ou laranja;
Não importa sua religião;
Não importa se é baixo(a) ou alto(a), gordo(a) ou magro(a), rico(a) ou pobre;
Se teu cabelo é afro, cacheado, liso, na escova ou na chapinha... NÃO IMPORTA!
Não importa se tem ou não celulite e estrias; se a barriguinha está ou não saliente, de verdade, NÃO IMPORTA!
Não importa se teu corpo está completo ou se por algum motivo te falta alguma parte dele; que não te falte o coração, a humanidade, a essência da alma, o resto... NÃO IMPORTA!

O que importa mesmo é você!
Você se importa?

A VERDADEIRA BELEZA está na essência, vem da alma...
Tá no brilho do olhar, no sorriso ou gargalhada;
Está naquele abraço apertado, naquele beijo esquentado;
Naquela prosa gostosa;
No cantorolar daquela canção que você tanto gosta...
Isso é o que importa...
Importa amar-se intensamente!
E isso SÓ DEPENDE DE VOCÊ e INDEPENDE da opinião dos outros. 😘

À uma amiga que amo muito...Você importa!

Michelle Faustino da Silva

Quando um elefante é domesticado, o treinador faz ele acreditar que não é forte. O elefante passa a não acreditar na enorme força que tem, tanto que se amarrá-lo e uma bananeira, ele ali permanece, quando na verdade, ele é capaz de muito mais, de derrubar vigas de concreto, mas, acredita que a bananeira é mais forte que ele. E você? Tem deixado de crer na sua força também? Está amarrado (a) na bananeira e deixando que ela lhe segure? Você pode mais, você é mais, Deus acredita em você, faça o mesmo!

As 6 leis para a conquista da Auto-responsabilidade.

1 Se é para criticar (os outros), cale-se.

2 Se é para reclamar, dê sugestão.

3 Se é para buscar culpados, busque solução.

4 Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor.

5 Se é para justificar seus erros, aprenda com eles.

6 Se é para julgar as pessoas, julgue suas atitudes.


Limites Essenciais: A Jornada do Auto-respeito

A vida me ensinou que havia limites para tudo e que eu não podia ultrapassá-los.
Assim segui, extremamente cautelosa e obediente.

Mas nunca me disseram que meus próprios limites também precisavam ser respeitados.
Que dizer “não” ao outro seria, na verdade, honrar o limite mais importante de todos: o meu.
Que meu limite de tolerância precisava existir.
E que ser permissiva demais seria permitir que me invadissem constantemente.

Desrespeitar meus limites me custou um acúmulo de exaustão emocional, ressentimento e ansiedade,
além de uma perda gradual da minha identidade.
Ao ignorar minhas próprias necessidades, acabei me diluindo e perdendo o equilíbrio que tanto precisava para cuidar de mim.

Aprendi tarde, mas aprendi: meu limite não é um convite para ser testado.

Como é bom, fazer e cultivar amizades.
O coração canta, sorri e se enche de alegria.
A auto-estima chega a um nível máximo.
A Vida se torna colorida.
Os amigos são os melhores psicólogos
Que a vida pode oferecer. ( é de graça ;)
Um sopro na ferida do coração.
Um palavra de conforto quando um alguem diz não.
Uma piada sem graça só para arrancar sorrisos num dia triste.
Uma mensagem inesperada.
Um ligação só pra dizer ' oi ' .
- São pequenos gestos que se eternizam na memória.

A Namorada Perfeita. (cuidado ao ler, poderá sofrer auto contágio de drama)

Ela é linda, está sempre bem vestida
Ela é alegre, sempre ri das suas piadas
Ela concorda com tudo que você fala
Ela vai a todos os lugares que você quer
Ela é incrível, sempre quer o que você quer
Ela não te critica em nada
Ela nunca comenta dos seus defeitos
Ela nunca dá opiniões contrárias
Ela não liga se você sai com qualquer pessoa que seja
Ela não tem ciúmes
Ela não faz drama
Ela não te liga, não manda mensagem para te perturbar
Ela acha tudo que você faz lindo
Ela não liga para o que você faz
Ela não se importa com você
Ela é indiferente a qualquer coisa que te envolva
Ela quer mais viver a vida dela
Ela se acomoda com você
Ela presta mais atenção nas coisas dela e nas outras pessoas e te esquece.
Ela só tem você por ter, por capricho
Ela faz o que ela quer, certo ou errado
Ela não liga para sua opinião
Ela não liga para os seus sentimentos
Ela até existe, mas
Ela não te ama.

Cansei de ser a namorada perfeita, com relacionamentos "perfeitos" que duram anos "perfeitos".
Se eu reajo a minha intuição e aos meus sentimentos é porque me importo, é porque eu quero cuidar, cultivar para que não se perca.

Agora não posso invadir o teu querer nem o teu espaço, muito menos a sua vontade própria, posso até confiar se for o caso, porém certas atitudes partem dos dois lados e se um lado não toma para si dá direitos ao outro lado para o que bem interpretar, sempre funcionou assim.
Ainda haverão os exemplos dos casos que colocam uma venda na mente, mas ainda assim enxerga , só não ama o suficiente para ignorar, afinal se acabar não faz diferença.
Não quero gerar discussões, muito menos é a minha intenção te proibir de algo, seja o que for. Posso até me conformar com as suas vontades, mas não espere vendas, nem indiferença e nem a falta de opinião. Pela primeira vez eu me importo!

Mas eu posso não demonstrar, se for mais confortável eu posso sorrir, eu posso te abraçar a noite como se nada me incomodasse, eu consigo sufocar bem as coisas, só não espere que eu seja a namorada perfeita que eu sempre fui.

A você eu dediquei as minhas imperfeições todos os meus lados, todas as minhas cores, todos os meus perfumes e todas as minhas essências, porém se eu sentir que você não está preparada ou não consegue conviver com elas, vou guardá-las em qualquer lugar em que você não alcance e vou visitá-las fora do seu perceber, mas elas continuarão bem vivas lá no outro lado do brilho dos meus olhos, preenchendo o vazio do tão falado fundo oco da minha retina.



(to de tpm, mim dexa)


PS: Te amo, muito!

Da auto-observação:

Nunca gostei de quebra-cabeças, acho estúpido. Desde os tempos de criança, nunca me atraíra a fastiosa e insuficiente tarefa de juntar pedaços de uma imagem que já existia e fora vista e fotografada ou criada por outrem. A tarefa, de montar um quebra-cabeças, é de tal cretinice que oferece apenas uma lenta e torturante busca e encaixes de peças...
Por óbvio, nunca fui bom em montar quebra-cabeças e isso vez ou outra me rendeu uma crítica ácida e até cruel...

Eu também não sei pintar, mal consigo controlar, finamente, uma caneta para desenhar simples letras, por isso nem me atrevi a aderir a onda de pintar esse livrinhos de colorir, tão em evidência na atualidade. Preencher espaços delimitados, colorir a realidade criada por outrem ? Não, não é para mim, desprezo, recuso !

E ainda assim, quando escancaro que a solidão é dor terrível, que por vezes me toma de assalto, quando digo que a vida insuficiente não me basta e grito por paixão, romanticamente, me oferecem pedaços de pessoas destruídas, dilaceradas, para que eu os junte, a fim de realizar algum amor medíocre...

O óbvio mais uma vez se põe, não me permito tamanha indignidade.

O que mais importa é o caráter e o auto-conhecimento associados à uma ligação com a divindade que cada um possui e precisa aprender a dar ouvidos. Tendo em vista isto tudo, pode-se resumir que importância é o que torna concreto nosso mundo e o que vivenciamos e com quem vivenciamos.
Se afirmamos para nós mesmos e para o exterior que nos importamos com algo, devemos honrar isto até mesmo se for necessário limpar os arredores e quebrar laços internos e principalmente com aqueles que divergem a fala da prática.
Não acredito nem jamais acreditarei em meias verdades e incapacidade em gerir e encontrar tempo para o que é de fato importante, pois uma coisa anula a outra. Tão pouco acredito em bajuladores, relações pautadas no interesse, intenção sem esforço, fala sem atitude e pessoas que ignoram e ironizam, sobretudo sem terem sido antes disto agredidas. Pessoas assim se fazem descartáveis por si só pois são incoerentes.

(Auto)Biografia Não Autorizada

Escrever uma (auto)biografia já é uma árdua tarefa por si só. Viver é biográfico. Por mais público e notório que se seja, a distinção entre o público e o privado é ou será sempre a distância elementar entre a cozinha da casa e sua latrina.

Os cômodos de uma casa são praticamente a realização da vida de uma pessoa. E é nela, esse pequeno feudo chamado lar, em que escrevemos com sangue, suor e lágrimas os momentos significativos e significantes de nossa estúpida e singular existência.

Talvez por isto, essa distância tão hegemônica à tantos mundos, em que quartos e salas, áreas distintas entre o lazer e o serviço, sejam tão pouco comensais. Um olhar sobre si mesmo recai muito mais sobre nossas mentiras do que sobre nossas imprudentes verdades.

Ao certo e para tanto: verdades não nos interessam. Por si mesmas já desencantam. Desmistificam. Desmitificam. E isto é trágico.

Ser sincero é ser sozinho: egoísta demais para conviver com a fragilidade da existência e sua incompletude.

Caso não queira ser contrariado, por favor: não nasça! Desejas ser perfeito? Morra!! Somente a morte nos torna, retorna, reflete em si, o que por ventura ou desventura é perfeito.

Há quem diga da perfeição divina. Nem nela, aos 120 anos de idade, um homem de bom senso crê.

Não por sua latente companhia. Aliás, de ambos: Eros e Tanatos. Juventude e decrepitude sempre andam juntas. É como saber e ignorância: como necessitamos de justificativas para nos dizermos sãos. Como precisamos tanto da palavra igualdade para nos afirmarmos únicos e tão únicos, tão donos de nós próprios: livres. Encarcerados em uma bolha de ares não respiráveis, mas livres!

E nada como afirmar: o amor é azul! A terra é azul. O mar é azul. O ouro é azul. A morte azul. A chama da vida: o fogo é azul!!

É... A lua, no entanto, é cor de burro quando foge! Ou algo meio insonso, insípido. A lua é sem sal. E tudo sem sal é, na modernidade de nossos pré-tumulares, bom. É preciso iodo. Não etos, atos. Sei lá mais... Em um mundo formatado em óides, úricos e ídricos, apenas os hídricos e hesitantes são totalmente descartáveis para o bem maior da integridade econômica (reciclável) glocal.

O êxito é uma palavra sagrada. Secreta. Guardiã da eternidade. Mãe da sobriedade. Talvez natimorta. Já que o que se revela no hoje o é em sua totalidade. E há que fale sobre sustentabilidade. Vá entender lá o que é isso!? Na antiguidade, e nunca sequer saímos de lá (se é que lá estivemos ou chegamos!?), era a legalidade da escravidão! O que não está longe, mas bem presente! Enfim, nada como ser troglodita.

Outro dia estava lá, debruçado sobre os escombros de si mesmo e solicitando piedades aos transeuntes, o meu precursor: algo de resto entre o preto, o branco e o qualquer coisa chamado de índio. E rio-me quando afirmam-nos cinza. Acaso trate-se da cor: ainda há como escolher entre escuro ou claro; mas tratando-se de ou da existência, resistência, força, qualidade, propriedade, serve ao menos para salgar a caça que sobrar. Acaso sobre.

Falava-se outro dia sobre a fome. Não a conheço. O que conheço possui outro nome. Chama-se estupidez. E nada é tão farta no mundo quanto a estupidez. Estupidez e ignorância são sinônimos da igualdade que se busca e da sustentabilidade que se conquista no “por ora” das horas extras não pagas.

E cobrá-las acaba por ser direito, porém, incoerente. Afinal, a previdência é a previdência. E para ela hora extra não existe. Não conta como tempo de serviço. Ou se conta, onde estão os dez, quinze anos nelas embutidos e consagrados à vã gloria do proletário. Assiduidade. Nada como ser assíduo. Nada como a mais profunda competência. Relevância. Excelência. É bom também! É ser sustentável... No mínimo: auto-sustentável, ainda que imóvel.

Imóvel. Creio bem mais nesta palavra do que na liberdade ou esperança. Um dia foi-se criança. E hoje é-se velho, arcaico, deprimente, descartável – principalmente se não possuir renda ou recursos. E tem-se apenas vinte anos... O que dizer de quem chegou – sobrevivente – aos sessenta, setenta, oitenta, cem...

E sem é uma palavra derradeira. Porém cada vez mais comum. Assim como imóvel. É... O latifúndio venceu: a cova rasa é um direito legal, porém, distante, bem distante do lugar comum. É um imóvel. Como cada vez mais nos tornamos...

O pedágio está nas ruas, nas vielas, nos becos e avenidas, está nas praças, nos concretos e congressos, nas concretudes constituídas no pânico e no medo nosso de cada dia.

É o patrimônio que somos. O legado que deixamos. A biografia. A historiografia real e ampla de nossas palavras, atos e omissões. E tudo é trabalho. Tudo se resume ao servir, ao prestar, ao eficiente e eficaz. Aos meios e recursos recebidos. Às habilidades e competências adquiridas. Ao uso. Usufruto, talvez!? Usucapião, sempre.

Memórias são assim: fragmentos de nossas conveniências.

E como somos tão determinados por nossas inconveniências. Como somos julgados segundo nossas misérias. Como nos espelhamos tanto em dependências.

O mundo não é um mundo de luzes. Ele é constituído e consagrado através da escuridão. O obscuro e o oblíquo são as forças motrizes da existência. Precisamos muito mais dos vícios do que das virtudes... Pessoas virtuosas não nos são úteis.

E no fim desta, assim como as demais, pouco nos importa ser Dante ou Cervantes: de nada ou pouco a prata abasta. Tanto faz perguntar sobre o caminho: “as aves do passado não repousam no mesmo ninho do agora”.

Ter um Deus apenas, não é algo de bom senso.

Falar de amor não é bom. Amar faz bem, só isso. Saber amar é que é difícil: tanto de aprender, quanto mais, ensinar...

Perdão?! Não conheço! Mas esquecer vale a pena.

Vou viajar. É comum ao tempo fazer-se espaço. Na bagagem quase nada levo. O suficiente para uma semana, ainda que a jornada leve décadas. Esteja onde estiver, lá estarei completamente nu. E isto me é bom e sagaz: ser sempre incompleto. Satisfatoriamente, incompleto...

Para o estudante sério, 'ciência' é o nome de um conjunto de métodos e estratégias em constante auto-revisão e aperfeiçoamento, para o conhecimento da realidade.
Para o típico pseudo-intelectual que as universidades produzem, é um conjunto de crenças inabaláveis, garantidas pelo consenso dos doutores.

Há por aí pessoas que se auto-intitulam de chocadas com o que lêem, fazem criticas vertiginosas.
Dizem que o que aqui digo é claramente usado contra mim.
Mas…quantas dessas pessoas acreditam realmente serem capazes de usar algo contra mim, ainda mais palavras que são digitadas pelos meus dedos? Algumas pensam que sim, eu sei.
Mas só eu sei o número exacto de pessoas que consegue realmente fazê-lo.
E o numero exacto é… zero!

O auto-ego é o que contamina a forma de liderança ineficaz.

Desejar obter um grande resultado requer delegar mais funções e confiar mais na equipe subordinada.

Lembrar que você está trabalhando com pessoas diferentes de você e que cada uma delas tem um pensamento que não é o seu é o mínimo que você precisa saber; seja flexível, ouça mais as opiniões dos outros.

Seu ego e orgulho podem até dizer que você é bom demais, mas isso só demonstra quão imaturo você é.

Líderes são empaticos, líderes sabem o que é relacionamento interpessoal, líderes não precisam impor nada, mas com apenas um olhar consegue comunicar seu interesse para a equipe.

A liderança eficaz não serve para pessoas egocêntricas e orgulhosas.

Reconheça seu orgulho, ainda tempo de mudar e seja um líder de qualidade e não um chefe medíocre que se irrita quando alguém quer algo além da mediocridade.