Ausencia William Shakespeare Amor

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Em mim tu vês a época do estio
Na qual as folhas pendem, amarelas,
De ramos que se agitam contra o frio,
Coros onde cantaram aves belas.
Tu me vês no ocaso de um tal dia
Depois que o Sol no poente se enterra,
Quando depois que a noite o esvazia,
O outro eu da morte sela a terra.
Em mim tu vês só o brilho da pira
Que nas cinzas de sua juventude
Como em leito de morte agora expira
Comido pelo que lhe deu saúde.
Visto isso, tens mais força para amar
E amar muito o que em breve vais deixar.

Inserida por deysokah

Shall I abide in this dull world which in thy absence is no better than a sty?

Inserida por sbraghin

⁠Há um motivo pelo qual, quando todo autor, de Shakespeare a Salinger, escreve sobre jovens, não se pode evitar a verdade, de que ser jovem é doloroso. São quase sensações demais.

A amizade surge quando aprendemos a
admirar as qualidades de algumas pessoas
que com sua simples presença
conseguem nos fazer felizes...
Quando Deus fez o mundo
espalhou por ele pessoas
maravilhosas e nos deu a missão
de encontrá-las...
Cumpri a minha, te encontrei.....

Pela primeira vez a realidade da sua ausência falou mais alto que a fantasia de anos a sua espera

Para mim, graças a ter olhos só para ver,
Eu vejo ausência de significação em todas as coisas;
Vejo-o e amo-me, porque ser uma coisa é não significar nada.
Ser uma coisa é não ser suscetível de interpretação.

Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia.

Quando ela te faz perder o sono,
quando você adoece em sua ausência,
quando você não consegue concentrar-se
em mais absolutamente nada
só pensando nela,
você precisa tomar esta pessoa para si,
ou esquecê-la de uma vez.

Você, que me acompanha mais com sua ausência serena do que aqueles que me escutam mais ou menos, sempre de olho no relógio.

Faltava-lhe o jeito de se ajeitar. Só vagamente tomava conhecimento da espécie de ausência que tinha de si em si mesma.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Essa criança vivia na ausência de afeição como as ervas daninhas que nascem nas covas.

Eu odeio a ausência quando o que eu preciso é da presença.

E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória, alívio, enquanto agora sou uma planta carnívora exigindo a cada dia uma gota de sangue para manter-se viva.

Eu me preparara para limpar coisas sujas mas lidar com aquela ausência me desnorteava.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Se amor é cego, nunca acerta o alvo.

O amor procura o amor como o estudante que para a escola corre:num instante.Mas,ao se afastar dele,o amor parece que se transforma em colegial refece.

William Blake escreveu:
“Há coisas que são conhecidas
E coisas que são desconhecidas
E entre elas, há portas.”

Meu único amor, nascido de meu único ódio! Cedo demais o vi, ignorando-lhe o nome, e tarde demais fiquei sabendo quem é

É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor.
É preferível suportar os males que temos do que voar para aqueles que não conhecemos.
O verdadeiro nome do amor é cativeiro.
A mágoa altera as estações e as horas de repouso, fazendo da noite dia e do dia noite.

O amor não olha com os olhos, mas com a mente.

William Shakespeare
Sonho de uma Noite de Verão (1605).