Ausencia William Shakespeare Amor
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A gente sabe que o amor existe graças aos crimes passionais que a imprensa regista diariamente.
No amor, a economia dos sentimentos e dos prazeres é a única metafísica apreciável.
Somente através do amor o homem se pode libertar de si mesmo.
Quem não sente qualquer amor, tem de aprender a lisonjear, senão não se arranja.
Não há baliza racional para as belas, nem para as horrorosas ilusões, quando o amor as inventa.
O ódio não cessa com o ódio em tempo algum, o ódio cessa com o amor: esta é a lei eterna.
O amor agrada mais que o casamento, pelo mesmo motivo que os romances divertem mais que a História.
Um verdadeiro amor é segunda inocência.
O último amor que desampara o homem é o combinado com o orgulho.
De que pode servir ter lido três mil livros,/Quando já velho se é indigno do amor do povo?
O amor deve considerar-se como um grande poema, cujo primeiro canto é o casamento.
Há mulheres com quem fazemos amor, outras com quem falamos.
Diante do amor existem três tipos de mulher: aquelas com as quais nos casamos, aquelas que amamos e aquelas que pagamos. Todas essas podem muito bem estar numa só. Começamos por pagá-la, depois a amá-la e, por fim, casamo-nos com ela.
Com o amor dá-se o mesmo que com o vinho. Perdoem-me as leitoras o pouco delicado da confrontação; mas bem vêem que ambos embriagam.
Considera como maior infâmia preferir a vida à honra / e por amor àquela, perder a razão de viver.
O amor é o maior prazer acessível ao homem.
À medida que os sentidos avançam e se desencadeiam numa direcção, o amor verdadeiro exaure e retira-se. Quanto mais os sentidos se tornam pródigos e fáceis, mais o amor se contém, empobrece ou se torna avaro.
O amor tem momentos realmente exaltantes: são as rupturas.
Ninguém é mais adulado que os tiranos: o medo faz mais lisonjeiros que o amor.
O prazer do amor dura apenas um instante, os desgostos do amor duram toda a vida.
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