Atravessar

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Não cheguei pronto, mas fui forjado pela disposição. A vida me obrigou atravessar por tempestades, mas aprendi que meu espírito é o mastro mais forte.

Projetos só florescem quando temos coragem de atravessar os muros invisíveis que nos cercam.

Romper barreiras é mais que atravessar muros invisíveis.
É resiliência que sangra, mas insiste em levantar.
É propósito que lateja como fogo dentro do peito.
É transformar o comum em extraordinário.
Minha missão não é fugir da dor, mas usá-la como ponte.
Cada limite quebrado é um chamado para seguir adiante.
Sou apenas voz, mas voz que não se cala.
Purificação.

“Arrisque-se, pois jamais descobrirá suas próprias potências se não ousar atravessar o desconhecido; é no território da incerteza que o ser humano se revela, aprende e se expande além dos limites do medo.”

Ode a Clarice

Me ensina
a perder-me nas esquinas invisíveis,
atravessar portas que não existem,
explorar mundos
que cabem apenas
no silêncio do meu passo⁠

Hoje é dia 24 de setembro de 2025. Como é difícil atravessar esse mês pelo que ele representa. Não vai passar. Nunca vai passar. Até parece que a vida seguiu. Externamente sim, "porque o tempo não para". Nunca pude me dar o direito de parar. Nunca pude, como algumas pessoas, passar dias e até meses chorando o meu falecido. Não. Eu não sou como os outros. Não posso ser. A mim sempre foi imposto um peso maior diante de tudo, desde a infância. Também prometi me manter de pe´, já que você não conseguiu. Sempre peço a Deus que o traga de volta. São meus momentos de insanidade...ou é de desespero? Não aceito, não me conformo, não esqueço, não aprovo, rejeito do fundo do meu coração ter perdido você meu filho!

Capítulo Quinto — O Caminho que Aprende com os Passos

Depois de atravessar noites densas e conversas silenciosas com a própria alma, o personagem desperta diferente. Não é um despertar triunfal, desses que aparecem em filmes com luz dourada entrando pela janela. É um despertar real — daqueles em que o corpo ainda está cansado, a mente ainda está desconfiada, mas existe uma força discreta puxando o peito pra frente.

Ele percebe que a vida não é uma estrada reta; é uma espiral. A gente passa pelo mesmo ponto várias vezes, mas sempre num nível diferente. Dor antiga volta com cara nova. Medo antigo reaparece com outra roupa. E ainda assim, cada volta deixa o espírito mais atento, mais sensível, mais preparado.

É nesse despertar espiralado que o personagem encontra um tipo estranho de sabedoria: ele não está curado… e, ainda assim, está mais inteiro.
Parece parado… mas, por dentro, está avançando.
Parece frágil… mas aprendeu a usar a vulnerabilidade como bússola.

O mundo ao redor não mudou, mas ele mudou a forma de pisar no mundo.

Existe uma cena forte aqui: ele caminha até um lugar onde sempre ia quando se sentia perdido. Pode ser a beira de um rio, o topo de um morro, um pedaço da cidade onde o vento bate de um jeito que acalma. E ali, sentado, ele percebe que não precisa mais lutar contra tudo o tempo todo.

Ele não precisa vencer o medo.
Só precisa conversar com ele.
O medo é quase um guia — duro, mas honesto.

A espiritualidade começa a aparecer de forma mais madura. Não é mais aquela busca desesperada por salvação, mas uma troca sincera. Ele fala com Deus como quem fala com um velho amigo que entende os silêncios. Ele lembra das palavras de Jesus, não como dogma, mas como direção: “Segue comigo, mesmo que seja mancando.”

E o mais bonito: a fé não vem como luz que expulsa a escuridão, mas como brasa que continua acesa mesmo quando o vento tenta apagar. Uma brasa pequena, discreta, mas persistente. Aquele pouquinho de calor que garante que a noite não vai congelar o coração.

De repente, ele entende uma coisa que muda tudo:
as batalhas que viveu não o diminuíram — ampliaram seus olhos.
Ensinam a perceber o sofrimento dos outros.
Ensinam a reconhecer a solidão escondida nos sorrisos alheios.
Ensinam a dar a mão sem pedir explicação.

Ele se torna alguém capaz de acolher.
E isso não é pouca coisa.

A narrativa desse capítulo fecha com uma imagem simbólica: o personagem observa o próprio caminho — cheio de marcas, curvas e tempestades — e percebe que está caminhando não apesar delas, mas através delas. O caminho não ensina antes do passo; ele ensina durante.

E o personagem, finalmente, entende que está se transformando em algo raro:
uma pessoa que carrega a própria dor como lâmpada para iluminar outras almas perdidas.

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Estamos a atravessar uma época em que a busca pela felicidade assenta essencialmente na riqueza material, numa casa nova, num carro novo, num telemóvel de última geração, no que os outros têm, nas roupas que os outros vestem, no que os outros fazem, no que os outros dizem, no que os outros mostram nas redes sociais, na ilusão efémera dos likes, num amor que não existe, em banalidades vazias ou em coisas que fazem muito barulho, mas na minha maneira de ver, a felicidade é um sentimento tão discreto que as pessoas só reparam na sua presença quando ela está de partida. E apesar de tanto aparato, se a nossa felicidade for pouca, que ao menos seja sempre verdadeira!

A vida é um rio de mistérios, e a sabedoria é a ponte que nos permite atravessar suas águas turbulentas, confiando que há um propósito maior por trás de cada desafio e cada lágrima derramada. O Justo está sempre ali, pronto para revelar o escondido e socorrer o que foi marginalizado pela própria sorte. A nossa esperança se renova na certeza de que há um poder que transcende a injustiça terrena, e que transforma a dor do presente na semente de uma colheita futura de paz. Aguarde com fé, pois o veredito final é sempre de amor e restauração.

A solidão foi um deserto que precisei atravessar, na areia deixei expectativas mortas, no vento encontrei o som da minha própria respiração, e no fim descobri que nunca estive realmente só, eu estava comigo e isso era suficiente.

A fé não evita o fogo, ensina a atravessar.

A fé me fez atravessar pontes que a razão derrubou, caminhei onde a lógica dizia que não dava, acreditar abriu passagens que só a fé vê, atravessei e encontrei terra firme de novo.

👉🏼 Atravessar a Si Mesmo


“A maior aventura de um ser humano não é atravessar o mundo, é atravessar a si mesmo. Encontros, perdas, afetos e silêncios são as estradas dessa viagem. A vida fala conosco o tempo todo e quase sempre através de coisas simples. Ela só se revela de verdade a quem aprende a ouvir o que não foi dito, sentir o que não se vê e enxergar o sentido escondido em cada queda, desvio e recomeço.”

Quanto mais nos julgamos incapazes, mais representados nos sentimos pelos que ousam atravessar os abismos que tememos.

Todo o propósito bom ou ruim esta ao alcance de todos. Mas é preciso atravessar a ponte da Escolha.

Inserida por oseiasareas

Quanto ainda desse deserto arenoso tenho que atravessar até poder descansar na areia em frente ao mar?

Inserida por eduardobechi

A paz interior

A paz interior é esse caminho que queremos todos atravessar. É essa senda onde as culpas ficaram para trás, o sentimento de dever cumprido fica presente e o arco-íris aponta para o infinito. Buscamos todos, com vontade, força, verdadeira luta.
Somos, talvez, um pouco desajeitados nessa nossa busca. Queremos sim, com a força do nosso coração e da nossa alma, mas tropeçamos sempre nesses sentimentos humanos que nos fazem, se não iguais a todo mundo, bem parecidos.
Acumulamos os restos do dia, nos esquecemos de varrer a casa da alma a cada noite para o repouso tranqüilo e reparador para o novo recomeço na manhã seguinte.
Temos dificuldade em perdoar, esquecer, passar por cima e ir em frente. E a alma se inquieta, a paz tarda a chegar porque colocamos, nós mesmos, impedimentos. Achamos que dar o braço a torcer e seguir em frente seria nos curvar e somos por demais orgulhosos para isso. Optamos, então, por buscar a paz de outras maneiras. Outras maneiras... como se existissem..."
Não haverá paz no mundo enquanto ela não começar no coração do homem. Enquanto esse mesmo homem não começar a tirar de si as pedrinhas que incomodam a si e aos outros e não pensar na felicidade alheia como um objetivo tão importante como a felicidade própria.
Não haverá paz interior enquanto o exterior estiver em guerra, enquanto não compreendermos que somos o sal da terra e que se nossa luz não brilhar todos os caminhos serão escuros.
A paz interior não está no alto ou em baixo, nos mares ou nas montanhas e nem mesmo nas maravilhosas flores que tanto nos fascinam.
A paz interior começa onde começa nossa compreensão de que nada somos se de nós não damos. Se não a encontramos, é porque buscamos errado. Ela não começa do lado de fora, ela começa e se termina em nós.

Inserida por Epena

TERMINAL

Chegou a hora de atravessar para o outro lado
Me desprender das coisas daqui e partir
Não sei ao certo pra onde
Se a pé ou de bonde
Só sei que é pra longe

Quando partir pra lá
Posso não mais voltar
Farei quem me ama chorar
Mas o que se pode fazer?
Não é assim que tem que ser?

Inserida por aillondias

Eu , bem queria atravessar o oceano até a Antártida , chegar ao local mais frio do planeta ,talvez eu consiga refrescar as idéias ,ideias que me fazem pensar nas coisas que eu quero , porem naõ devo faze-las .

Inserida por CIBIEN

Estávamos a atravessar a ponte sobre o rio. Repentinamente deixaste as pessoas com quem conversavas e vieste ter comigo. Abraçaste-me com ternura e, num sussurro, disseste: «A vida é tão breve, Flória.»

Inserida por pandavonteese