Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Televisão pode até ser uma boa diversão, só não pode ocupar o tempo no qual eu poderia dedicar-me aos meus filhos ou ao meu marido.

Espero poder te encher até o topo com entusiasmo e boa energia porque você é muito especial, então não se sinta vazio, por favor.

O homem sábio é comedido no falar e ele tem espírito sereno. Até o tolo se passará por sábio se ficar em silêncio e se mantiver os seus lábios celados parecerá aos outros que ele possui discernimento

Até que tenho alguns bons amigos humanos! Embora eles não saibam latir! Nem miar, nem rugir, nem coaxar, nem relinchar, nem mugir...

Busquei em Shakespeare e em Platão todas as ensaiadas palavras que te disse; Até que desiti e perguntei: Sabes dirigir. "FUNCIONOU"... Aconteceu.

Cuidado hein. A carência engana tão bem, que parece até amor.

Não poderemos dizer "Te amo" até não superarmos a etapa do "Te quero"... porque querer se quer para um mesmo, e amar se ama para o outro.

‎Aí fui recebendo tanto carinho que fui ficando, até hoje.

As paixões são tipo música. Você as ouve e não se cansa, até que apareça uma nova capaz de ocupar o seu lugar.

Mulher apaixonada pode até ser meio boba as vezes, aceitar alguns vacilos e perdoar outros. Mas quando ela desencanta, ah cara, não tem ”eu te amo e não vivo sem você” que faça ela se encantar de novo. Valorize enquanto a tem, porque depois que você se tocar que perdeu, tenho certeza que ela já vai tá em outra, com outro. Mulheres quando amam, amam intensamente. Mas quando desencantam, superam mais rápido que os homens.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

Dá nó até em pingo d'água pra ir numa balada! Enfrenta qualquer coisa por outra bandida! Caí e se levanta mais forte! Abaixar a cabeça? NUNCA! JAMAIS! Se diverte com os “bebezinhos”, se entedia com os bonzinhos, canta os bonitões, pega os mais gatos e se apaixona pelos Bandidos . Sempre tem uma próxima vítima em mente... Tem “Memória Seletiva” Pega mas ñ se apega. Não pratica esporte, mas tem sempre um jogador ao lado! Nunca passa despercebida! Adora Cerveja, Balada e Beijo na Boca. Odeia as “Inhas”, as bonitinhas, sem gracinhas, certinhas, boazinhas, perfeitinhas, chatinhas... Tem sempre alguém que é seu sonho de consumo e pode demorar o tempo que for, ela consegue "consumi-lo"! Bandida não chora! Tem TPM! Inimiga de uma Bandida é inimiga da quadrilha inteira! Bandidas Causam sempre! Bandida é sinônimo de ser 'amiga'!

Fiquei até bem sorridente ... em ler esse texto de Cecília Meireles é realista e poético ... e muito siginificativo, mesmo ! ainda tou relendo rsrs
Acho que as nossas mensagens são reciprocas ... rsrs
Entre poesias que admiro ... gosto de outros autores mas encontrei nos sonetos de Bernardo Trancoso uma inspiração interessante. Pretendo te enviar uma poesia escrita por mim mesmo ...


Canto, porém canto

Canto sacia. Vou dizer o quanto.
Por que o espanto? Canto sem porquê.
Canto só por poesia, por encanto,
Quando, no entanto, o pranto ida se vê.

Canto por alegria. Por nem tanto,
Eu canto o desencanto e ninguém crê
Que esperanto do amor é mesmo o canto,
Enquanto o canto não me traz você.

Um santo, um dia, ouviu do passarinho
Cura para os quebrantos da paixão
E se encantou, portanto, fez canção.

Dela, levanto o manto, hoje, sozinho,
Prá que o meu canto caiba num cantinho
Deste recanto seu, seu coração.

‎"Quem te ama pode até não te entender, mas jamais se afastará de você por não compreendê-lo."

Se sentir minha falta, ou até mesmo saudade, lembre-se de que sempre estive aí, mas aquele dia eu nem apareci. Pra quê?
Minha presença já não fazia diferença ali.

O Amor não é matemática exata, não se pode definir contas de até quando se deve insistir ou qual a equação correta para dar certo.
Amor é uma chama invisível que se deve deixar queimar enquanto houver calor.
Apenas não permita que seu fogo se apague, como também não permiti-lo se acender...

Amar é viver, viva!

"Até aqui metade que eu vivi. Metade da minha sorte. Metade da minha morte. Metade dos meus sorrisos. Metade do que não presta. Metade do que me resta. Pra conseguir mais um tanto. Metade de todo pranto. Já escorreu por aí. Já inundou muito sertão. E metade da minha seca. Já rachou. E já partiu meu coração. Metade ainda não. Falta metade de esperança. Metade de alegria. Metade inda é criança. Metade eu nem diria. Não interessa onde é o fim. Mas que a metade que falta seja inteira pra mim."

O verdadeiro ignorante ignora até o fato dele ser ignorante.

A distância pode até conseguir matar o amor...mas não consegue matar uma amizade.

⁠As pessoas parecem realmente legais no início até se sentirem confortáveis com você, e aí descobrimos se elas são mesmo o que parecem.