Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
Para o dia de hoje!
Que seja sempre nós, juntos. De coração colado e olhos que falam muito até mesmo em silêncio. Que sejamos um alicerce do outro, que não te falte o meu amor pra encarar os problemas diários. Que o meu sorriso seja um belo motivo pra sorrir quando os problemas pesarem os seus ombros. Que seja sempre eu, o seu melhor amigo, seu protetor, sua melhor escolha e o seu parceiro para todas as horas. Que a gente possa preencher o que ainda falta em nós, e que nada e nem ninguém separe o que a gente faz tão bem nessa vida, que é cuidar um ao outro, de um jeito que ninguém jamais viu igual e que seja sempre assim.
Amores, paixões, “namoricos”, “ficantes”, relacionamentos e até mesmo verdadeiras amizades, não importa em que fase esteja, é fundamental ter coerência, sensatez, bom senso em respeitar individualidades, controlar desconfianças, ciúmes. Enfim, saber respeitar e entender que a pessoa com quem você se relaciona não é exatamente como você imaginou, criou ou deseja mas certamente é alguém que te faz muito feliz.
Veja como o céu é bom de notas tristes vêm e insiste até eu mudar o tom. Veja como o céu é bom, do meu silêncio fez dele um lindo som...
No mundo da poesia tudo é possível; o amor é encantado; as fantasias são realizadas, até as tristezas são traduzidas em belas palavras.
CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.
O homem sábio é comedido no falar e ele tem espírito sereno. Até o tolo se passará por sábio se ficar em silêncio e se mantiver os seus lábios celados parecerá aos outros que ele possui discernimento
Não poderemos dizer "Te amo" até não superarmos a etapa do "Te quero"... porque querer se quer para um mesmo, e amar se ama para o outro.
"Perceba cada detalhe, desde a unha pintada de azul até o cabelo cacheado dela. Ela não é qual quer menina, disso tenho certeza e ela luta para ser quem ele é de verdade sem precisar importar-se com a opinião dos outros. Ela é livre e moderna, e alguns estranha. Mas eu não, pois eu sei amar o castanho dos teus olhos, a delicadeza das tuas mãos e a pureza da tua alma..."
ESSÊNCIA SÓCRATES
Eu não era eu,
até saber quem eu sou.
Eu não tinha vida,
até saber que a sabedoria é imortal.
Eu não era nada,
até saber que sou aprendiz da vida.
Eu não sabia nada,
até saber da minha ignorância.
Minha falta de saber,
apreciou meu único conhecer.
A enigmática existência,
enricou a alegria de meu aprender.
Não saberei, sabendo de tudo;
não conhecerei se não refletir;
não sei, contudo quero pensar
E pensando eu aprendo que não sei.
Sendo apenas abundante do universo;
sendo apenas resto de ideias;
sendo apenas eu, na ignorância do mundo todo.
Deus,só te peço proteção e paz no coração
para aqueles que me amam
e até por aqueles que não sentem nada por mim.
Sei que a vida não é fácil,
tudo bem, aceito meus caminhos.
Mas se eu olhar pro céu
deixe que passe por suas asas um avião,
que me mostre que está longe do fim.
Não precisa me dá eternidade,
perfeição,riqueza e nem pretensão.
Volto a dizer meu tão bondoso Deus,
só te peço proteção e paz no coração."
Até que tenho alguns bons amigos humanos! Embora eles não saibam latir! Nem miar, nem rugir, nem coaxar, nem relinchar, nem mugir...
Dá nó até em pingo d'água pra ir numa balada! Enfrenta qualquer coisa por outra bandida! Caí e se levanta mais forte! Abaixar a cabeça? NUNCA! JAMAIS! Se diverte com os “bebezinhos”, se entedia com os bonzinhos, canta os bonitões, pega os mais gatos e se apaixona pelos Bandidos . Sempre tem uma próxima vítima em mente... Tem “Memória Seletiva” Pega mas ñ se apega. Não pratica esporte, mas tem sempre um jogador ao lado! Nunca passa despercebida! Adora Cerveja, Balada e Beijo na Boca. Odeia as “Inhas”, as bonitinhas, sem gracinhas, certinhas, boazinhas, perfeitinhas, chatinhas... Tem sempre alguém que é seu sonho de consumo e pode demorar o tempo que for, ela consegue "consumi-lo"! Bandida não chora! Tem TPM! Inimiga de uma Bandida é inimiga da quadrilha inteira! Bandidas Causam sempre! Bandida é sinônimo de ser 'amiga'!
Até logo
Você me diz que é breve e talvez as coisas não mudem tanto assim enquanto você não estiver aqui. Talvez as coisas estacionem e congelem num tempo indeterminado que me faça parar de reparar nas faixas pintadas no chão que se desgastam. Você vai e eu fico nessa dependência irritante de quem espera, de quem não sabe se faz alguma coisa porque a consequência pode atropelar o que tá por vir, mesmo que você nunca mais venha. E eu vivo preso num milésimo de segundo de saudade, elaborado pra avançar aos poucos.
Você embala as caixas e eu observo atentamente, quase como um vício panóptico, só pra ter certeza de que você me leva, de que você me carrega com você pra algum lugar que não seja uma estante distante da cama. Me leva contigo e não me esquece num canto empilhado com cartas e e-mail e caixas de entrada lotadas de inboxes que você nunca mais vai ler? Leva e diz que se lembra de mim numa noite qualquer, numa terça-feira, por favor. Porque nas terças a gente não tem nada de importante pra fazer e se lembrar de mim num dia qualquer é garantir a minha sobrevivência na memória. Sem necessidade de grandes feitos ou noticiários brasileiros, é só lembrança que vem enquanto você lê numa poltrona qualquer. Lembra de mim por acaso e me ganha de longe com um sorriso na cara por não ter sido esquecido.
Te perco no sono depois da despedida. Já aprendi que me agarrar a escombros ou destinos fatídicos resulta em dor. Dor lancinante, daquelas dores que a gente aprende a evitar porque sentir é demais pra aguentar quando não tem alguém pra dividir. Te perco e te reencontro nos cochilos de domingo, na esperança da correspondência da caixa 45 do meu prédio, da campainha que toca inesperada e recrio você a partir de memórias. Quem não recria um sonho bom que se perde durante o dia em memórias? Do meu violino só saem as notas compatíveis com a tua voz e daí eu ouço diálogos que cortam, risadas que já não têm mais graça e me guardo em você.
Me transporto com o tempo pra todo lugar que me lembra você pra tentar, eu só tento, tento o tempo todo, pra tentar me retomar em você a partir de sorvetes, a partir de livros, a partir de pedidos num café estranho que toca o seu tipo de música favorita. Vivo uma saudade de quem já foi e promete voltar. É da promessa que eu me alimento e moça, se você for ficar pra sempre, me manda uma carta de despedida bonita? Me promete que me despacha numa carta e não me prende na sua estante se não for pra sentir saudade também.
E eu sinto falta. Falta é toda a companhia que eu aceito porque ela não me pergunta sobre você. Não me pergunta e não me repreende pelo desespero que era precipitado e agora se confirma. Na caixa postal vazia, na falta de conexão e na vida de quem eu não faço mais parte e vai muito bem, obrigado. Você vai e eu fiquei. Fiquei e não vi o tempo passando que tanto me esqueci de mudar o tempo verbal das coisas todas do meu dia a dia. Você foi e eu que. Jurava, jurava tanto, jurava dias e mais dias no pé do meu ouvido que só dói quando eu ouço a sua voz numa rua vazia em dias de chuva em que me esqueço do guarda-chuva e passo em frente ao seu número. Cê me disse um até logo, meu bem. Com solidão compartilhada com um fantasma, eu ouço ainda mais alto: eu nunca vou me esquecer de você. Até que os ponteiros descongelam e eu não ouço mais promessa.
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Se eu não tivesse você
Se eu não tivesse você pra me lembrar de limpar as mãos, os braços, o queixo e o lábio no seu, eu sairia por aí cheio de molhos, doces, sorvetes e de todas as coisas que lambuzam a gente quando a gente se permite lambuzar. Talvez eu tivesse mais dinheiro guardado na poupança e nada, nadinha, nada mesmo na agenda e fora dela por seus convites fora de hora e fora de padrão e você gosta de ver as estrelas? Só gosto delas quando aponto pra algumas e você toca no meu braço me mandando baixar a mão. Sem isso seriam só umas estrelas salpicadas num céu-azul-escuro-sem-graça-nenhuma-e-sem-você.
Se eu não me embaraçasse em você pra achar alguma posição confortável na cama, talvez eu caísse no chão fugindo de um sonho ruim em todas as noites frias. E tenho certeza de que engordaria menos, mas olha pra mim e diz se você se importa tanto com isso ou se prefere que a gente divida a sobremesa e divida os momentos e divida a nossa vida numa estranha divisão que não diminui e nem deixa cada um com só um pouquinho do outro. Se eu não tivesse você eu teria reprovado em álgebra porque não saberia somar. Não saberia daquelas coisas que você me ensina e nem me encantaria com facilidade quando você pega no volante e diz que vai me levar pra algum lugar bacana que eu ainda não conheço. Bobagem, meu bem, você é meu lugar-comum-especial-pra-vida-toda nessa noite.
Se você não tivesse esbarrado, me olhado, insistido em não parecer invisível e me dado aquela puxada sensível no braço eu nunca, nunca, nem mesmo hoje em dia, acreditaria que tem coisas erradas que precisam acontecer pra gente se encontrar lá na frente porque o nosso clichê foi assim. Foi no jeito com que eu paro subitamente de falar pra te ouvir disparando sentenças e se pegar constrangida, me olhando e se perguntando o que é que eu tô olhando. Eu tô olhando a sua forma desordenada, fora do tom, um tanto quanto desafinada de gesticular e me fazer rir no meio da praça de alimentação do shopping por ser você.
Se eu não tivesse você, eu ia ter aquele vazio que eu tinha faz tanto tempo e tanta chuva e tanta gente que passava e esbarrava e nunca ficava como você ficou. Você ficou e ficou mais um pouco, fica mais um pouco, vai ficando e não se acomoda, viu? Me incomoda, me acorda quando eu dormir no seu banco de carona e te deixar sozinha, me atordoa com a saudade que nem dura uns três dias direito e me diz que a noite só foi boa porque eu desejei que fosse, porque eu deitei com você do outro lado da linha. Me diz que não importa quão brega-apaixonado-bobo-despreocupado eu possa parecer, que importa é que dá pra ver como eu fico feliz e me faço feliz por ter você. Diz que me odeia, mas diz com aquela forma meio irritada pra si mesma porque você sabe que é uma daquelas mentiras mal contadas, daquelas que faria o seu nariz crescer e que nem entonação de atriz faria mudar. Diz que se eu não tivesse você, você daria um jeito de me acordar com voz de sono só pra eu virar pro lado e sonhar em ter você mais uma vez.
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Amor é pros fracos
Amor nunca foi recomendado pra gente grande que narra a vida com controle absoluto. Ele foi feito pra gente descontrolada, mal planejada, que deixa o tempo fugir pelas frestas dos dedos, e escorrega. Foi feito pra gente que desdenha do tempo e se permite convencer do contrário, não pra gente orgulhosa dos seus feitos metódicos e superiores.
Amor é de gente pequena, frágil, que fica quase sempre à mercê de um caçador. Gente essa que se defende como pode e perde de vez em quando, descobrindo que perda também é um jeito de levar a vida. Esses que ganham o tempo todo, ah… amor não é pra eles. Pra viver um pouco de amor é mais do que preciso aprender com a perda.
Amor é sentimento de gente que cansa, que recua, que chora e borra a maquiagem, que deixa cair pela barba pra contrariar o ditado, não de gente que põe um escudo na frente e se impõe como gladiador. É pra gente que sofre, sim, e continua sofrendo no dia a dia. Pra gente que aprendeu a desistir no meio da luta. Essa gente toda, altiva e com os sentimentos musculosos, não sabe sentir as agulhadas que ele dá no percurso.
amor
Amor é coisa de sonhador, sabia? De gente que flutua e tira os pés do chão o tempo todo, de gente que imagina, e imagina demais com um sorriso na cara, como se tivesse dormindo acordado. Gente boba, tola, com um quê infantil que deixa a coisa tomar conta e não se esvai. Não serve pra quem domina as situações e se mostra inflexivelmente adulto, formal, sério demais pra admitir uma brincadeira no meio de uma semana útil.
É pra gente que não sabe combinar cor e gente que já perdeu na queda de braço. Gente que só soube nadar depois de quase ter morrido afogado, e que ainda dá risadas disso, como se reprovar na vida não tivesse importância, sabe? É pra quem se importa, sim, com o que dizem, com o que pensam, com a ligação do dia seguinte.
Amor é daquela galera que vai mal, obrigado, quer me ouvir? É pra quem cria laços nas filas, na rua, no mundo. Pra quem sorri, mesmo que falte um dente da frente, e contagia o outro. Amor é de gente simples que enfrenta desafios todos os dias desde a hora que acorda e, mesmo assim, firma um compromisso consigo mesmo de que vai chegar até o fim do dia bem. É de gente que pergunta, mesmo podendo nunca ser respondida, se você quer ficar aqui ou ir embora pra sempre. Gente que depende, sim, um pouco que seja do outro – e que pode deixar de depender porque já aprendeu que pessoas vão na mesma velocidade em que chegam. Quem é forte demais não entende de amor. Não entende de fragilidade, perseverança, chuva molhando o terno, falta de proteção e abrigo, nem de imprevisibilidade. Quem é forte não sabe ser fraco, frágil, pequeno e, ainda assim, continuar. Não, isso não pertence a eles. É de gente que tem medo de escuro e passa os dias convivendo com medo e insegurança, nem sempre se dando bem. Gente que vai parar num canto e chorar até desabar pra acordar melhor no dia seguinte. Gente fraca (mesmo) que aprendeu a ser forte por causa do amor.
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Televisão pode até ser uma boa diversão, só não pode ocupar o tempo no qual eu poderia dedicar-me aos meus filhos ou ao meu marido.
Espero poder te encher até o topo com entusiasmo e boa energia porque você é muito especial, então não se sinta vazio, por favor.
O Amor não é matemática exata, não se pode definir contas de até quando se deve insistir ou qual a equação correta para dar certo.
Amor é uma chama invisível que se deve deixar queimar enquanto houver calor.
Apenas não permita que seu fogo se apague, como também não permiti-lo se acender...
Amar é viver, viva!
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