Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Dizer que o conservadorismo é o "sentimento da maturidade" é o eufemismo mais canalha da história para camuflar o medo da perda de privilégios. Essa conversa fiada de que 'coisas boas são difíceis de criar' é a desculpa perfeita de quem já está sentado no topo da pirâmide e não quer que ninguém balance a base.


Engraçado como os conservadores tratam as "coisas boas" como se fossem milagres da natureza que brotaram do nada, e não o resultado de séculos de exploração, sangue e suor alheio. Eles chamam de 'preservação' o que, na verdade, é o embalsamamento de instituições moribundas que só servem para manter o status quo respirando por aparelhos.


Maturidade não é abraçar um museu de velharias por medo de que o novo estrague o verniz. Maturidade é entender que o que vocês chamam de "destruição" é, na verdade, o espaço necessário para a construção de algo que não precise de mordaças, dízimos ou porretes para se sustentar. Se a sua 'ordem social' é tão frágil que um pouco de progresso a ameaça, ela não é uma "coisa boa"; é apenas uma estrutura apodrecida que deveria ter caído há décadas.


O conservador não protege a criação; ele protege o seu próprio conforto, fingindo que o mundo vai acabar se ele tiver que dividir a mesa com quem ele sempre chutou para debaixo dela.

"Posso te fazer uma pergunta?" é uma das frases mais imbecis já inventadas: a pessoa já acabou de fazer uma pergunta sem pedir permissão alguma, apenas para perguntar se está autorizada a fazer mais uma. É a burrice pedindo licença para continuar.

A santidade é apenas o tempero que deus usa. Deus é uma velha gulosa que só aceita as almas mais espiritualizadas porque as mundanas dão azia.

E se deus quer destruir todas as religiões? Nesse caso, os ateus seriam apenas os instrumentos mais coerentes dessa vontade divina.

"A coragem mais admirável é aquela usada para desarmar os espíritos e construir pontes onde antes existiam muros."

Nunca mais aceitei gaiolas,
porque aprendi que liberdade
não se pede — se conquista.
Descobriu que algumas mulheres
carregam fogo nos olhos
e tempestades no coração,
não nasceram para esperar resgate
nem viver à sombra de alguém.
Vieram ao mundo para romper correntes,
atravessar os próprios abismos
e transformar cicatrizes em coroas.
Mulheres assim não imploram amor,
não diminuem sua intensidade,
não silenciam sua verdade
para caber em mãos pequenas.
Helaine machado

"Estenda a mão para apoiar, não para ferir. O poder mais nobre do ser humano é a capacidade de acolher."

Minha doce lua, encontrei sua luz mais forte, que se expande do Sul ao Norte.Sempre ao seu lado, sou apernas um pequeno astro, cuja luz forte você tem compartilhado.

RUA DA ESPERANÇA


Todo dia ao acordar
Eu penso em Deus
E por mais que tudo mal me vá
A rua da esperança espera por mim
Eu abro a porta pra com Deus me encontrar
E tu não tens ideia de como me sinto


Eu ainda ouço as velhas vozes
E vejo as ruinas de meu coração
Mas a voz de Deus é como um trovão
A dizer: calma, filho! Tá tudo bem!


E a Rua da Esperança surge em meio aos caos
De árvores mortas
E casas desmembradas
E eu desço as escadas
Arrastando ainda todas as minhas coisas velhas
Que não me deixam por nada


Toda vez que meu coração é quebrado
Minha a alma não senta no escuro a chorar
Eu fecho os olhos e penso em Deus
E Ele sempre vem me encontrar
Me segura pela mão
E pela Rua da Esperança me convida a andar

É mais fácil lidar com o cruel e malvado do que com o equivocado idealista. Pois o mal por si só se destrói. Já o equivocado acredita que o mal que faz, é bem. E por isso continua a "sofrer por seu ideal". Esse só para quando geralmente já é tarde.

Antes de sentir-se injustiçado, considere a hipótese de que a forma como você foi tratado tenha mais haver com reciprocidade do que com indelicadeza.

Confesso: Sou mais fã das oportunidades que do planejamento. Expectativas costumam ser decepcionantes e oportunidades surpreendentes. E com Deus no comando são surpreendente boas.

A espécie humana esta mais inclinada a acreditar em narrativas, do que em fatos concretos.

Quanto mais poética a linguagem espiritual, maior deve ser o cuidado bíblico.

Das profundezas deste deserto de homens, onde o Tempo rói a alma e o Silêncio grita mais alto que a multidão, eu jamais creria que este meu coração — já tão gasto, tão miserável e habitado por assombrações — pudesse render-se à magia de uma criatura tão soberana. Tu surges, ó Beleza, não como o sol da manhã, mas como uma noite estrelada e balsâmica: um porto de paz mística plantado no centro exato da minha tempestade interior. És o meu ópio sagrado, o turbilhão onde a realidade resplandece e purifica o fogo dessa paixão que me devora. Tu és o anjo que arrebata meu coração. Tu és minha Eva: única, possível, desejável, arguciosa, amada, minha inspiração poética.

Você mexeu com as minhas certezas, e foi embora.
Porque a ausência grita mais que a presença?
Porque anda no meu pensamento, se não me quis na sua vida. E ainda assim.
I miss you.

O amanhã
é o hoje
que já não mais é
e sim será
num pretérito imperfeito
do futuro
é o infinito
numa tentativa limitada
de
explicar o infinito

"É mais fácil se perder olhando para trás do que olhando para frente."

Não temo mais a dor como antes. O que me assusta é o vazio que ela deixa. Esse lugar sem cor, sem eco, sem direção. Um espaço onde até a saudade parece distante. Como se eu tivesse me desligado de mim mesmo por um instante.

Podia




Podia ser uma aventura boa
Deixar de estar numa vida atoa
Ser algo mais
Que alguém
Um simples ser
Ser dois
Não fosse o deixar isso pra depois


Um ser e poesia
Podia
Deixar que o coração
Siga essa disritmia
Pra paixão a emoção de amar
Nunca é coisa tardia

Até podia ser
Talves até
Mas o vento levou
O acaso foi
Levado evidenciado pela maré

Podia
Se a atitude reinasse
Tão forte quanto a vontade
De viver de querer
Mesmo sem pensar
O pensar não deixou de existir
E o vento, a maré, o acaso
Tudo levou
E na arrebentação
Um coração talves dois
Os desencontros arrebentaram
Deixando-me assim
Poesia
Em trechos de uma sinestezia
Triste como agora, madrugada só
Depois da boemia