Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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No teatro tudo é verdade, até a mentira.

Passei o tempo todo me testando pra saber até onde eu aguentava, mas daí eu descobri que eu não tinha limite. Sofrer virou uma brincadeira viciante. E eu só parava quando eu cansava, mas dali a pouco eu recuperava o fôlego e ia lá de novo, me jogar na vida de alguém pra fazer desastre. Mas um dia eu cansei, as histórias se repetiam demais, e eu me repetia mais ainda. Resolvi fazer diferente e tentar me jogar na vida de alguém pra fazer alegria. Mas deu decaída, e eu fiz desastre de novo..

Pra tentar descontruir o fixo eu derreto, frito, desmonto, grito, me descabelo, até cair de joelhos. Exaurida e extenuada, perplexa. I just can't help myself. Finalmente se saber confortável, ou pílula de alegria. Entrega, entregue. Sou toda suor rubro e agridoce. Sou toda sua.

eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia (...)

Vá devagar com seus passos, tente ir até o fim.

E o platônico cede seu lugar à realidade. E tudo permanece bem, até que se prove o contrário.

Não espere até que as luzes de atar cintos estejam apagadas. Não existe nenhum sinal. É a gente que tem que decidir a hora de levantar e deixar a cadeira vazia. Liberar o coração do outro para as próximas viagens. Deixar-se ir. Preservar o respeito que resta para que ambos consigam sair de pé. Para que não sejam só dois sobreviventes de um amor que não deu certo, para que não se tornem menos humanos depois de tolerar por tanto tempo o racionamento de esperança. Para que não saiam amargos por implorar por paciência como quem mendiga um amendoim.
Não é preciso chegar a tanto. Aperta o coração levantar, mas as vezes eu acho que devemos partir assim mesmo. Com o coração apertado, pesado, moído, mas com a perspectiva de um futuro mais leve. Sinto que o medo de fazer uma má-escolha nos mantém atados. Como se a calmaria do pé no chão de todos os anos sozinha se tornasse insuportável. Como se qualquer coisa fosse melhor do que encontrar o portão fechado, como tantas vezes aconteceu. A porta está sempre aberta, mas ficamos presos à ideia de céu azul do primeiro encontro está logo ali na frente.
É como se a certeza da turbulência fosse melhor do que a dúvida. Do que simplesmente não saber. A gente embarcou por amor, mas permanece por apego, por carinho, pela necessidade de dar as respostas certas a perguntas que, muitas vezes, sequer foram feitas. Toda vez que o amor balança, escuto um sinal de alerta dentro da minha cabeça. Ignoro por costume, mas não é que silencie. Não sei se é uma nuvem escura ou a entrada da tempestade.
Devia existir um limite mais claro para quando as bagagens dessa história se tornam pesadas demais. Algum critério mais preciso para quem alterna entre o "eu amo" e o “isso não é pra mim” em questão de segundos. Um comentário infeliz e o dia desanda irreversivelmente. A gente pergunta para os amigos, compara histórias, repensa o passado, mas não encontra, nem vai encontrar, nada definitivo. Restam poucas ilusões e a única certeza que se tem é que a rotina da guerra cansa. Deveríamos estar flutuando. Mas, quando a gente para para ver, estamos tensos, com as mãos suadas, morrendo de medo.

A gente dá muita cabeçada até entender como as coisas funcionam. Tem gente que na primeira já acorda. Alguns, como eu, precisam ter quase um pedaço da cabeça arrancado para começar a ter a exata compreensão das coisas. Eu tenho o costume de sofrer muito por esperar dos outros uma atitude que não vem. Pode ser da mãe, do pai, do amigo, do colega de trabalho, do namorado, do mosquito que faz barulho chato no ouvido no meio da noite. Eu espero porque eu faço. Me dou de bandeja, mas nem sempre consigo me perdoar. E preciso entender que as coisas não vão ser como eu quero. Sempre acreditei que a vida era bonita – e ela é. Mas a vida é difícil porque as relações são difíceis. Uma pessoa não é igual a outra. Cada um tem sua história. Cada um faz a sua história. Eu tenho a minha personalidade, você tem a sua. Eu cedo, você cede. E existem também aqueles que nunca querem ceder e pensam que estão sempre certos. Existem diversos tipos de criaturas no mundo e, acredite, é você que escolhe quem quer ter ao lado. Fiz muitas escolhas. A maioria, hoje percebo, foram corretas. Existe um momento, que é mágico, em que você precisa decidir se corre ou se fica. Normalmente, escolho ficar. Hoje eu vejo claramente. Em todas as vezes, assumo sem pudor, a minha vontade era de correr. Mas eu fiquei. Até onde eu conseguia, fiquei. Quando não dava mais eu pulava fora. E falo isso de todas as situações que vivi. Por isso, sou muito corajosa. Teve gente que já duvidou dessa minha força, mas eu enfrento o que vem pela frente, sim. Se uma coisa é importante para mim eu vou até o fim, mesmo que o mundo me diga para não continuar. Entendi que preciso me aceitar mais sem querer buscar coisas que nunca vou ser. Evoluir é importante, mas aceitar quem somos é essencial. Insisto nas escolhas. Você escolhe a vida que quer. Você escolhe as pessoas que quer. Você escolhe o futuro que quer. Eu escolhi o meu. Descobri que a vida não é cor de rosa nem rosa choque. Nem rosa bebê. Nem rosa antigo. A vida tem muitas cores e, definitivamente, não é um conto de fadas. De vez em quando ela é desenho, musical, comédia, drama, ficção científica, suspense, animação, terror. E quer saber? Ainda bem. Sempre gostei de viver todas as emoções possíveis.

Primeiro; Você termina. Segundo; Você acha que está com toda a razão. Terceiro; Você até tinha razão em algumas coisas. Quarto; Passado algumas horas, você começa a sentir falta. Quinto; Você começa a se perguntar porque terminou. Sexto; Você começar a chorar, pensando em como vai ser sua vida daqui pra frente, sem aquela pessoa. Sétimo; Você se tranca no seu quarto com o rádio ligado tão alto, pra ninguém te ouvir gritar. Oitavo; Seu corpo começa a estremesser, você começa a sentir como se alguém estivesse pisando no seu coração com um salto agulha. Nono; As imagens felizes, brigas, discussões, os beijos, tudo isso, começa a passar na sua cabeça constantemente, e não para. Décimo; Você está se sentindo tão infeliz, que você invejaria até um mendigo por simplesmente não ser você.

E então você percebe quanto o amor era grande, e como por questão de segundos tudo pode se acabar. E por fim, você fica com aquela enorme vontade de dizer: Volta! Más o seu orgulho é maior, e isso não vai acontecer. E então, você sofre durante minutos, horas, dias, semanas, meses e até anos.

Lembre-se: Se ah saudade, concerteza é porque áh/houve amor entre ambôs!

Eu não queria admitir que ele era o motivo de eu ficar acordada até tarde, mas é claro que era.

“Se tudo que vai volta,se eu for até você.Você volta pra mim?”

Você ainda não esgotou todos os seus recursos, até experimentar o impossível.

Eu sinto que nada era real até encontrar você,
Oh, Fionna.

Desconstruindo Amélia

"Disfarça e segue em frente
Todo dia até cansar
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa
Assume o jogo
Faz questão de se cuidar
Nem serva, nem objeto
Já não quer ser o outro
Hoje ela é o também."

Até onde eu sei, eu não sou obrigada a eternizar laços, se eles não me caírem com perfeição.

Bem-vindo ao clube dos que ficam até tarde com o olhar perdido e as borboletas no estômago, pensamentos a mil, cúmplices das músicas que dizem o que a gente não tem coragem...

O reconhecimento é o melhor incentivo ao desenvolvimento humano. Eu posso até me esquecer de algum aumento que recebi, mas nunca daquelas palavras que me fizeram sentir único e a buscar o aperfeiçoamento constantemente. Você já elogiou alguém hoje? Você não sabe o bem que isso faz!

porque, enfim, meu coração parece estar tomando juízo de verdade. eu posso até estar errada, ou então tentando enganar a mim mesma, mas não é o que parece. não mesmo. porque te ver ou não já não faz tanta diferença assim. você ligar ou não também não faz. e eu acho que esperei demais. mas, apesar disso, eu sei que esperei tempo suficiente para perceber que entre nós as coisas nunca darão certo, e não há como mudar.
eu fiz de tudo o tempo todo, mas você parecia não ver. não tinha como não ver. e eu estava ali. sempre ali. mas aprendi a viver sem você. você me fez aprender. confesso que me iludi demais, não soube separar as coisas e jamais medi esforços para te ver sorrir. acabei confundindo demais as coisas, mas você sempre deu motivos para isso.
e hoje, mais do que nunca, eu pude ter certeza de que todas as minhas tentativas foram em vão e que passou da hora de partir para outra. mas eu não posso negar que com você eu era feliz. que, apesar de tudo, eu tinha um motivo para levantar cedo todas as manhãs e ir para escola, agüentar os piores professores e ainda assim não reclamar. porque para mim estava ótimo, não importava a situação, simplesmente você estava lá. era só isso o que realmente importava. mas e agora?
agora parece que minha felicidade foi embora assim que eu abri mão de você. às vezes eu tento pensar que tudo pode voltar a ser como antes, mas elas não podem. o sentimento não pode ser perfeito. perdeu as forças de tanto tentar e agora já é tarde, tarde para ele e tarde demais para mim que sei que não é mais isso que eu quero.
na verdade, eu não sinto falta de você. eu sinto falta de quem eu era quando estava contigo. e aí se encontra a grande diferença!

Não cheguei até aqui por sonhar com o sucesso ou por esperar pelo sucesso, mas sim porque trabalhei para o sucesso.

Como posso viver, sonhar e até mesmo planejar algo, se o meu maior plano que era ter você comigo fracassou; explique-me o sentido da vida, por que sofremos em nome desse tão falado amor, o que ele realmente representa para nós?
Será um simples momento que nós seres humanos criamos para bloquear nossos medos? Ou isso já nasceu antes desse mundo ser formado? Será que isso não é perfeito?
“Afinal, nós que desenvolvemos esse sentimento que denominamos amor, mais o amor verdadeiro está escondido de nós, ele está nós mais altos céus escondido de nós simples mortais