Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
Máscara… Civid-19/20… Máscara…II
Por ter proteger tão paradoxal;
Haja para a tal usar, um bom ver;
Porque ao não infectado, proteger;
Ao infectado, irá fazer mais mal!
Cuidemos por tal, o dela usar;
Devido a protecção dela insegura;
Tão matar na doença, quer na cura;
Se em nós com tal, não houve bom precatar!
Usemo-la só pra tratar doente;
Ou para sair, se em nós houver do tal;
Que melhor que com ela, em casa estava!
Pois dela pra nós não virá presente;
Que não seja um a todos fazer mal;
Devido a sujeira, que ela em nós trava.
Com prudência;
Ao meu amor
Trago nas mãos uma flor
E no coração um campo inteiro
No sorriso trago todos os sonhos
E nos olhos você que é o primeiro
Meu mundo pode estar preto e branco
Que levo o sol dentro do peito
Mesmo quando me sinto perdida
O vento me cobre de beijos
Sou pequena de tamanho
E grande de sentimentos
Como poderia ser diferente
Se sou coração a todo momento
Amo-te como a asa do silêncio
A cada dia e hora,
mesmo sem ter argumentos
No sorriso e lágrimas de prece
Na singeleza das coisas pequenas
E por toda minha vida
Ou além dela....
Poema Autora: #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 06/04/2020 às 15:00 horas
Manter créditos de autoria original #Andrea_Domingues
Todo mundo nascem amando alguém sua mãe ou seu pai ou sua irmã ou seu irmão, mas nem um deles vão te dar o verdadeiro amor, porque verdadeiro amor não tá em nem um deles mas sim em vc mesmo
Quadro
Construímos a ordem da mesa,
a folhagem da ilusão,
um festim de luzes e sombras,
a aparência da viagem na imobilidade.
Esticamos um branco campo
para que nele esplendam
as reverberações do pensamento
em torno do ícone nascente.
Então soltamos nossos cachorros,
incitamos a caçada,
a imagem sereníssima, virtual,
cai desgarrada.
Gotas
Se ferem e se fundem?
Acabam de deixar de ser a chuva.
Travessas no recreio,
gatinhos de um reino transparente,
correm livres por vidros e corrimãos,
umbrais do seu limbo,
se seguem, se perseguem,
talvez vão, da solidão ao casamento,
a se fundir e se amar.
Ilusionam outra morte.
Palavras a um habitante de Marte
Será verdade que existes sobre o vermelho planeta,
que, como eu, possuis finas mãos prêensíveis,
boca para o riso, coração de poeta,
e uma alma administrada pelos nervos sutis?
Mas no teu mundo, acaso, se erguem as cidades
como sepulcros tristes? As assolou a espada?
Já tudo tem sido dito? Com o teu planeta acrescentas
a vasta harmonia outra taça vazia?
Se fores como um terrestre, que poderia importar-me
que o teu sinal de vida desça a visitar-me?
Busco uma estirpe nova através da altura.
Corpos bonitos, donos do segredo celeste
da alegria achada. Mas se o teu não é este,
se tudo se repete, cala triste criatura!
Deixei a porta entreaberta
sou um animal que não se resigna
a morrer a eternidade
na escura dobradiça que cede
um pequeno ruído na noite
da carne
sou a ilha que avança sustentada
pela morte ou uma cidade
ferozmente cercada
pela vida
ou talvez não sou nada
só a insônia
e a brilhante indiferença dos astros
deserto destino inexorável o sol dos
vivos se levanta reconheço essa porta
não há outra gelo primaveril e um
espinho de sangue no olho da rosa.
Persona
o querido animal
cujos ossos são uma recordação
um sinal no ar
jamais teve sombra nem lugar
da cabeça de um alfinete
pensava
ele era o brilho ínfimo
o grão de terra sobre o grão
de terra
o autoeclipse
o querido animal
jamais para de passar
me contorna
uma sarjeta é o lugar onde se deixar uma menina
uma menina é um ser vivente, um ser vivente é esse
que se atravessa e mata e nunca existiu
não vou mais pisar a sarjeta de quando era uma menina
sob as mãos do pai, do outro e do outro
todo e qualquer desconhecido
um senhor me pergunta se foi um poema que se salvou
como sede de qualquer morada
o claustro, senhor, não pisar qualquer chão
ser encarcerada é um ótimo ataque, lê-se numa vala
O meu processo de criação é um pássaro onde eu vou para a janela e espero ele passar, tem manhãs que ele vai passar, e tem outras que não, mas toda manhã eu levanto para vê-lo.
E no fim das contas todo mundo comete um erro bobo aqui outro ali. Errar nunca foi o problema... O vacilo é quando você erra por querer e tenta culpar os outros!
Mulher, passas por tantas coisas difíceis e ainda assim tens um sorriso lindo pra dar - és forte!
Ensinas aos filhos, aos irmãos e ainda assim não recebe o devido valor - és sábia!
Te esforças pra preparares as melhores refeições e ainda assim reclamamos - és paciente!
Nos ensinas a amar e dar valor as coisas e nos esquecemos de ti - és injustiçada!
Mulher, és minha mãe, és minha irmã, és minha companheira, és minha conselheira, és minha amiga, és minha heroína!
Feliz dia da mulher moçambicana!
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